PGBL, fundo de renda fixa, imóveis e multimercado. Dólar, VGBL e ouro. CDB, poupança, fundo DI e ações. Se você fosse técnico do seu dinheiro, essa seria a sua Seleção? Se os craques do início do texto se chamassem Robinho ou Kaká, certamente a escolha seria mais fácil para a maioria dos 180 milhões de “técnicos” do país. Mas quando se trata de investimento, a coisa fica mais difícil. Como aprender a escalar a Seleção de investimentos e fazer seu dinheiro ser campeão da rentabilidade?
Assim como um técnico, antes da escolha é preciso pesquisar para saber que jogadores escolher. Taxa de administração, gestor, rentabilidade nos últimos 36 meses, risco do investimento e Imposto de Renda cobrado dizem muito sobre uma aplicação. Assim como quem quer um bom atacante não convoca um zagueiro, quem investe para o longo prazo pode optar por um fundo de previdência composto, e não por um fundo de renda fixa de curto prazo.
Onze Pelés? Esqueça
Outro conselho aos técnicos de primeira viagem: não convoque todos os Pelés. Ou seja, nada de investir todo o dinheiro em um único tipo de investimento, que tenha dado retornos estupendos em tempos recentes. O ideal é misturar bons atacantes e zagueiros de confiança ou aplicações mais agressivas às conservadoras, dependendo dos objetivos ou do perfil do investidor.
Por último, acompanhe o desempenho do seu time. Verifique a rentabilidade de seus “craques” todo mês, reavalie constantemente seus objetivos e não se deixe levar pela opinião dos outros milhões de técnicos: no jogo dos investimentos, só você é capaz de dizer se os 11% de rentabilidade de suas aplicações em 2009 foram um empate ou uma vitória de goleada. |
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