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    <title>Projeto FIB</title>
    <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/</link>
    <description>Comece agora o seu Projeto de Felicidade.</description>
    <language>pt-br</language>
    <copyright>© 2010 - Projeto FIB | Todos os direitos reservados.</copyright>

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      <title>Projeto FIB</title>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/</link>
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    <item>
      <title>Cinco passos para aumentar seu bem-estar</title>
      <pubDate>Wed, 16 Jun 2010 15:20:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2364</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>A nef (new economics foundation), organização independente no Reino Unido, voltada para a qualidade de vida da população, foi encarregada pelo governo britânico de examinar o trabalho de mais de 400 cientistas de todo o mundo, em 2008. O objetivo da iniciativa, batizada de Projeto Foresight sobre Capital Mental e Bem-Estar, foi identificar um conjunto de ações que pudessem melhorar o bem-estar da população e nortear políticas públicas. <br />Com base nos resultados dos trabalhos, reproduzimos aqui cinco passos propostos pela nef. São pequenos exemplos de como não só os indivíduos, mas os governantes podem direcionar esforços para melhorar o bem-estar futuro da população, a partir de intervenções políticas. Por seu foco abrangente, as ações, planejadas inicialmente para o Reino Unido, têm aplicação mundial. </p>
<p><strong>1) Relacione-se<br /></strong>As relações sociais são fundamentais para o nosso bem-estar. Estudos constataram que o bem-estar das pessoas aumenta quando seus objetivos de vida estão vinculados a família, amigos, vida social e política. Por outro lado, diminui quando associado a sucesso na carreira e ganhos materiais. Governos podem pensar em formas de incentivar os cidadãos a passar mais tempo com a família e com os amigos do que no trabalho. Por exemplo, com uma política de emprego que promova o trabalho flexível e diminua os deslocamentos, paralelamente a ações destinadas a fortalecer o envolvimento na sociedade local. Isso permitiria que as pessoas passassem mais tempo em casa e em suas comunidades de forma a construir relacionamentos cooperativos e duradouros.</p>
<p><strong>2) Exercite-se<br /></strong>Pesquisas sugerem que fazer exercício melhora o humor e afasta a depressão e a ansiedade. Ser ativo também desenvolve as habilidades motoras das crianças e protege contra o declínio da capacidade cognitiva nos idosos. No entanto, pela primeira vez na história, a maioria da população mundial vive em áreas urbanas. Pelo desenho das cidades e pela política de transportes, os governos influenciam a maneira como circulamos na vizinhança e nos bairros. Para melhorar o bem-estar da população, a abertura de parques e áreas verdes incentivaria o exercício e o lazer. Priorizar as caminhadas e o uso da bicicleta em detrimento do automóvel é outra boa prática. </p>
<p><strong>3) Fique ligado<br /></strong>Pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que a consciência de sensações, pensamentos e sentimentos pode melhorar tanto o conhecimento que temos sobre nós mesmos como o nosso bem-estar durante vários anos. Entretanto, no século XXI, o fluxo incessante de mensagens publicitárias de produtos e serviços deixa pouca oportunidade para saborearmos e refletirmos sobre as nossas experiências. Uma política que contemple ações de sensibilização emocional e educação para lidar com a mídia pode capacitar os indivíduos para navegar à sua maneira pela estrada da informação, preservando o seu bem-estar. A regulamentação de espaços livres de publicidade poderiam melhorar os índices de bem-estar. </p>
<p><strong>4) Continue aprendendo<br /></strong>Aprender estimula a interação social, aumenta a auto-estima e nossa percepção de valor. Pessoas com um comportamento dirigido por objetivos pessoais para alcançar algo novo são capazes de aumentar a satisfação com a vida. Embora muitas vezes as políticas de ensino priorizem os primeiros anos de vida da pessoa, pesquisas psicológicas sugerem que esse é um aspecto importante para todas as faixas etárias. Portanto, políticas que estimulem o aprendizado, mesmo nos idosos, permitem que as pessoas desenvolvam novas competências, fortaleçam as redes sociais e se sintam mais preparadas para enfrentar os desafios da vida. </p>
<p><strong>5) Seja generoso</strong><br />Estudos em neurociência têm demonstrado que um comportamento cooperativo ativa áreas de recompensa do cérebro. Ou seja, ajudar uns aos outros dá prazer. Indivíduos que participam ativamente da vida de suas comunidades relataram maior bem-estar. E mais: sua ajuda e seus gestos tiveram a capacidade de repercutir positivamente entre as pessoas, gerando um círculo virtuoso. Pesquisa feita pela nef mostra que a troca mútua – o dar e receber – é a maneira mais simples e determinante de construir uma relação de confiança entre as pessoas e criar relacionamentos saudáveis. Sendo assim, os governantes poderiam investir mais numa política econômica que privilegie a vida em família e em comunidade. </p>
<p>Fonte: nef, 11/06/2010.<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Elogiar faz bem</title>
      <pubDate>Wed, 16 Jun 2010 15:09:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2363</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Há muitas razões para elogiar alguém. A primeira é que faz um bem danado para quem elogia. Isso porque ninguém é capaz de fazer um elogio sincero sem que sinta algo bom de verdade. E por que elogiar faz tão bem? Porque quem elogia se conecta sincera, direta e amorosamente com o outro, uma necessidade básica do ser humano que acaba esquecida num mundo cada vez mais veloz, individualista e tecnológico.</p>
<p>O elogio é uma simples mas poderosa ferramenta para a construção de relacionamentos. Elogiar ajuda a fazer amigos e a estreitar laços de amizade, de amor e de trabalho (desde que sejam palavras sinceras). Essa atitude inspira uma convivência mais franca e descontraída entre as pessoas. E nos faz experimentar a alegria e a felicidade de dar desinteressadamente, sem esperar nada em troca.</p>
<p>Cada vez que fazemos um elogio, nos concentramos totalmente no outro, procurando suas características positivas e bons exemplos. Ao fazer isso com frequência, observamos o quão rico e vasto é o universo de cada ser humano. As qualidades das pessoas com quem convivemos ficam em evidência. Ao valorizar o que a pessoa tem de bom e não de mal mudamos nosso modo de pensar. Passamos a ver as possibilidades, e não os obstáculos. Começamos a enxergar o mundo de uma forma positiva, estimulante e criativa.</p>
<p><strong>Dar é tão importante quanto saber receber</strong></p>
<p>Mas elogiar é tão importante quanto saber receber um elogio. É comum a pessoa levar mais a sério uma crítica e supor que o elogio traz consigo alguma intenção oculta. Assim, ao responder a um elogio, muitos menosprezam suas conquistas, desviam o foco ou transferem o crédito: "Ah, isso é velho. Comprei numa liquidação” ou "Há outros muito mais merecedores que eu" ou "Foi apenas sorte". Ao fazer isso, a pessoa não apenas nega a si o próprio prazer do elogio, como o recusa também a quem elogiou.</p>
<p>Por outro lado, valorizar aquilo que você tem de bom em si mesmo é sinal de boa autoestima, de amor próprio e de reconhecimento de suas qualidades. Se você costuma se sentir desconfortável sendo elogiado, que tal recondicionar-se para aprender a receber um elogio? Basta dizer “Obrigado”, evitando que palavras negativas saiam de sua boca. Aos poucos, você se sentirá mais confortável para retribuir a gentileza: "Isso é a melhor coisa que alguém me disse hoje" ou "Obrigado por me dizer isso" ou "Obrigado. Isso realmente significa muito para mim."</p>
<p>(02/06/2010)<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>No álbum de figurinha, uma lição financeira</title>
      <pubDate>Thu, 10 Jun 2010 13:55:58 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2360</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Desde que foi lançado o álbum do Mundial da África do Sul 2010, colecionar figurinhas virou febre entre as crianças – e até entre os adultos. Nada mais esperado quando se trata do país do futebol. Para os pais, fica difícil negar esse prazer aos pequenos, afinal quem já não sentiu na pele a emoção de abrir um pacote de figurinhas e poder completar o álbum? Nesse caso, uma dica é aproveitar a oportunidade para ensinar noções de educação financeira, especialmente para aqueles que já recebem mesada ou semanada. 
<p>Em primeiro lugar, os pais devem conversar com as crianças sobre a brincadeira, é o que recomenda a Revista Crescer. Uma boa estratégia é combinar a frequência com que será feita a compra dos pacotes. Outro acordo é estabelecer que o dinheiro usado vai ser o da criança, da sua mesada. Mas é preciso explicar que se ela gastar tudo com os pacotes, não vai sobrar dinheiro para comprar outras coisas. É bem provável que isso aconteça, afinal, quando se tem sete ou oito anos, poucos “investimentos” são tão interessantes quanto um pacote de figurinhas.</p>
<p>Entretanto, se isso acontecer, especialistas recomendam que o pai deve resistir o quanto puder e não dar mais dinheiro à criança. Também não vale ligar para a editora que publica o álbum e pedir as figurinhas que faltam. Abrir um novo pacote com todos os cromos repetidos ajuda a criança a aprender a lidar com a frustração. A melhor estratégia é estimulá-la a trocar com os coleguinhas, o que pode contribuir para a criação de novos laços de amizade.</p>
<p>Com informações da revista Crescer.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Vire técnico de sua própria Seleção... </title>
      <pubDate>Wed, 09 Jun 2010 16:47:46 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2359</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>PGBL, fundo de renda fixa, imóveis e multimercado. Dólar, VGBL e ouro. CDB, poupança, fundo DI e ações. Se você fosse técnico do seu dinheiro, essa seria a sua Seleção? Se os craques do início do texto se chamassem Robinho ou Kaká, certamente a escolha seria mais fácil para a maioria dos 180 milhões de “técnicos” do país. Mas quando se trata de investimento, a coisa fica mais difícil. Como aprender a escalar a Seleção de investimentos e fazer seu dinheiro ser campeão da rentabilidade?</p>
<p>Assim como um técnico, antes da escolha é preciso pesquisar para saber que jogadores escolher. Taxa de administração, gestor, rentabilidade nos últimos 36 meses, risco do investimento e Imposto de Renda cobrado dizem muito sobre uma aplicação. Assim como quem quer um bom atacante não convoca um zagueiro, quem investe para o longo prazo pode optar por um fundo de previdência composto, e não por um fundo de renda fixa de curto prazo. </p>
<p><strong>Onze Pelés? Esqueça</strong></p>
<p>Outro conselho aos técnicos de primeira viagem: não convoque todos os Pelés. Ou seja, nada de investir todo o dinheiro em um único tipo de investimento, que tenha dado retornos estupendos em tempos recentes. O ideal é misturar bons atacantes e zagueiros de confiança ou aplicações mais agressivas às conservadoras, dependendo dos objetivos ou do perfil do investidor. </p>
<p>Por último, acompanhe o desempenho do seu time. Verifique a rentabilidade de seus “craques” todo mês, reavalie constantemente seus objetivos e não se deixe levar pela opinião dos outros milhões de técnicos: no jogo dos investimentos, só você é capaz de dizer se os 11% de rentabilidade de suas aplicações em 2009 foram um empate ou uma vitória de goleada.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que comer para chegar aos 100</title>
      <pubDate>Mon, 07 Jun 2010 17:51:48 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2358</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>A fonte da juventude pode estar em seu carrinho de supermercado. O site da AARP, organização norte-americana sem fins lucrativos voltada para melhorar a qualidade de vida de pessoas com mais de 50 anos, listou alguns alimentos capazes de ajudar o corpo a se manter jovem.</p>
<p><br /><strong>Azeite:</strong> quatro décadas atrás, pesquisadores do Estudo de Sete Países concluíram que a gordura monoinsaturada do azeite era em grande parte responsável pela baixa taxa de doenças cardíacas e câncer, na ilha grega de Creta. Agora sabemos que o azeite contém também polifenóis, antioxidantes potentes que podem ajudar a prevenir doenças relacionadas à idade. </p>
<p><strong>Iogurte:</strong> na década de 1970, a Geórgia, pequena república situada entre a Europa e a Ásia, gabava-se de ter mais centenários per capita do que qualquer outro país. Relatos da época conferiam o segredo da longevidade ao iogurte, alimento onipresente em sua dieta. Enquanto os poderes antienvelhecimento do iogurte não foram comprovados diretamente, sabe-se que ele é rico em cálcio, que ajuda a prevenir a osteoporose, e contém "bactérias boas", que ajudam a manter a saúde intestinal, diminuindo a incidência de doenças. <br />Peixe: há trinta anos, pesquisadores começaram a estudar por que os Inuits nativos do Alasca não padeciam de doenças cardíacas. A razão, os cientistas presumem agora, é a extraordinária quantidade de peixe que consomem. O peixe é uma fonte abundante de ácidos graxos ômega-3, que ajudam a prevenir o acúmulo de colesterol nas artérias e a proteger contra ritmos cardíacos anormais. </p>
<p><strong>Chocolate:</strong> o povo Kuna, do arquipélago de San Blas, ao largo da costa do Panamá, ostenta uma taxa de doença cardíaca nove vezes menor do que os panamenhos do continente. O motivo? Os Kuna consomem muito uma bebida feita com proporções generosas de cacau, riquíssimo em flavonóides. A substância ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos, reduzindo os riscos de pressão alta, diabetes do tipo 2, doença renal e demência. <br />Nozes: estudos mostram que aqueles que comem nozes vivem, em média, dois anos e meio mais. As nozes são ricas fontes de gorduras insaturadas, que oferecem benefícios similares ao do azeite. O fruto também é fonte concentrada de vitaminas, minerais e outros fitoquímicos, incluindo antioxidantes. </p>
<p><strong>Vinho:</strong> beber álcool com moderação protege contra doenças cardíacas, diabetes e perda de memória relacionada à idade. Qualquer tipo de bebida alcoólica parece proporcionar tais benefícios, mas o vinho tinto tem sido o foco de grande parte da investigação. Vinho tinto contém resveratrol, composto que provavelmente contribui para os seus benefícios e pode ativar genes que retardam o envelhecimento celular. </p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A felicidade pode vir com a idade, diz estudo</title>
      <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:00:20 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2356</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Aos 85 anos de idade você será mais feliz consigo mesmo do que aos 18. Pelo menos é o que sugere um estudo feito com aproximadamente 340 mil pessoas nos Estados Unidos, pela Gallup, publicado no New York Times. Os pesquisadores não sabem precisar por que isso acontece, o fato é que sob quase todos os aspectos, as pessoas parecem ficar mais felizes à medida que envelhecem. </p>
<p>O resultado do estudo, divulgado em maio, no Proceedings of National Academy of Sciences, foi uma boa notícia para os idosos e aqueles que estão envelhecendo. Em geral, as pessoas chegam aos 18 anos se sentindo muito bem consigo mesmas e, em seguida, aparentemente, a vida começa a sair dos trilhos. Elas vão se sentindo cada vez pior, até chegar aos 50. Nesse ponto, há uma mudança acentuada, e as pessoas tornam-se mais felizes à medida que envelhecem. Ao atingir 85, elas estão ainda mais satisfeitas consigo mesmas do que estavam aos 18 anos.</p>
<p>Feita por telefone, em 2008, a pesquisa abordou pessoas com idades entre 18 e 85 anos, perguntando sobre idade e sexo, eventos atuais, finanças pessoais, saúde e outros assuntos. Havia perguntas também sobre o "bem-estar geral", pedindo que cada pessoa classificasse sua satisfação com a vida numa escala de 10 pontos. Finalmente, havia seis perguntas do tipo "sim ou não", sobre as emoções vividas por ela no dia anterior: divertimento, felicidade, estresse, preocupação, raiva e tristeza.</p>
<p>O estado emocional varia ao longo da vida</p>
<p>Ao medir o bem-estar imediato – o estado emocional do dia anterior –, os pesquisadores descobriram que o estresse diminui dos 22 anos em diante, atingindo seu ponto mais baixo aos 85. A preocupação permanece bastante estável até os 50, quando entra em franco declínio. A raiva diminui de maneira constante a partir dos 18 anos, e a tristeza sobe a um pico aos 50, diminui até os 73, então aumenta levemente até os 85. </p>
<p>O divertimento e a felicidade possuem curvas similares: ambas decaem gradualmente até os 50 anos, ficam estáveis pelos 25 anos seguintes, e em seguida caem muito levemente no final – sem nunca voltar ao ponto baixo dos 50.</p>
<p>Os pesquisadores, entretanto, não sabem exatamente por que isso acontece. "Pode ser que haja mudanças no ambiente", disse Arthur A. Stone, autor de um novo estudo baseado na pesquisa, “ou poderiam ocorrer alterações psicológicas na forma como enxergamos o mundo, ou até mesmo algo biológico – por exemplo, química cerebral ou mudanças endócrinas”.</p>
<p>O estudo não foi projetado para descobrir quais fatores tornam as pessoas felizes, e as perguntas sobre saúde não foram específicas o suficiente para gerar conclusões a respeito do efeito das doenças ou deficiências sobre a felicidade na terceira idade. Seja como for, para aqueles que se planejam financeiramente para garantir um bom padrão de vida no futuro, saber que contarão também com a ajuda da idade para garantir seu bem-estar é ainda mais animador.</p>
<p>(02/06/2010)<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Internet traz felicidade</title>
      <pubDate>Tue, 01 Jun 2010 13:48:20 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2354</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[<p>O uso da internet pode aumentar a felicidade. Pelo menos é o que sugere um estudo britânico, coordenado pelo instituto BCS, divulgado em maio. Ao entrevistar mais de 35 mil pessoas ao redor do mundo, pesquisadores constataram que o uso de aparatos tecnológicos, como computadores, internet e celulares, pode influenciar a sensação de bem-estar. <br /></p>
<p>De forma geral, o estudo mostrou que o acesso à internet leva as pessoas a se sentirem melhor em relação à sua vida. “Nossa análise sugere que a tecnologia tem um papel de capacitação e habilitação no dia a dia das pessoas, por aumentar sua sensação de liberdade e controle, com impacto positivo no bem-estar ou na felicidade”, disse Michael Willmott, cientista social que assina o estudo, numa conferência à imprensa.&nbsp; <br /></p>
<p>Entre os mais influenciados emocionalmente pelo acesso à tecnologia estariam as pessoas com rendimento mais baixo e menor qualificação, populações de países em desenvolvimento e, surpreendentemente, as mulheres. "Os resultados... são muito plausíveis", diz Carol Graham, pesquisadora da Brookings Institution, em Washington, DC, e autora de Happiness Around the World (Felicidade ao Redor do Mundo, ainda não publicado no Brasil). "Introduzir uma tecnologia no mundo em desenvolvimento, seja por meio da internet ou do telefone celular, permite às pessoas reduzir as suas limitações na vida diária, gerando um tremendo impacto no bem-estar."</p>
<p><br /><strong>Antenadas e felizes</strong></p>
<p><strong><br /></strong>Para os pesquisadores, foi uma surpresa descobrir que as mulheres se beneficiam tanto da tecnologia, levando em conta que esta é uma indústria dominada por homens. Embora o relatório não explore por que elas sentem-se mais felizes com o acesso à internet do que eles, a hipótese é de que, como a mulher tende a ser o centro da rede social familiar, a web seria uma ferramenta capaz de ajudá-la a manter a vida doméstica organizada. De acordo com Paul Flatters, da Trajectory Partnership, que coordenou o estudo em parceria com o BCS, as mulheres também usariam a tecnologia como meio de se libertarem da repressão social que – ainda – sofrem.</p>
<p><br />A descoberta do BCS vai no sentido oposto da opinião de muitos especialistas, para quem a tecnologia tem impacto negativo no bem-estar dos usuários. Há inúmeros estudos sugerindo que o acesso regular à internet está relacionado ao estresse, à ansiedade e à compulsão. Entretanto, a diferença parece estar na maneira como a tecnologia é utilizada. Torná-la uma fonte de prazer e não de opressão dependeria da capacidade do usuário saber aproveitá-la de uma forma positiva e saudável.</p>
<p><br />Com informações das revistas Time e Veja.<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Embalagens que poluem</title>
      <pubDate>Tue, 25 May 2010 14:01:30 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2352</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Beber água engarrafada seria uma forma de desperdiçar recursos naturais e aumentar a desigualdade social? A pergunta pode soar estranha para os brasileiros, mas, na Europa e nos Estados Unidos, ambientalistas e críticos dos processos de produção discutem essa questão há, pelo menos, cinco anos.</p>
<p>Segundo dados da ONU, 900 milhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso à água de boa qualidade. Já entre os que têm, a parcela mais rica consome água engarrafada. O problema seria a exploração sem necessidade das reservas de água doce do planeta, deixando um legado de escassez para as gerações futuras.</p>
<p>Outro alerta dos especialistas é sobre a poluição causada pelas garrafas plásticas. O descarte incorreto das embalagens geraria mais lixo para o planeta. Só nos Estados Unidos, são descartadas 50 bilhões de embalagens plásticas por ano e menos de 10% destas apenas são recicladas.</p>
<p>Lançado em 22 de março, Dia Mundial da Água, o vídeo <a href="http://storyofstuff.org/bottledwater.php"><strong><span style="COLOR: #0000ff">The Story of Bottled Water</span></strong></a> (em inglês) expõe várias razões para reduzir o consumo das garrafinhas de água. A discussão está aberta.</p>
<p>Fontes: Mercado Ético e Instituto Akatu.<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Quanto custa o futuro do seu filho</title>
      <pubDate>Fri, 21 May 2010 16:21:54 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2344</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>É comum pais de crianças se preocuparem se estarão numa boa situação financeira quando os filhos passarem no vestibular. Por isso, a maioria busca formas de assegurar um estudo de qualidade para eles, caso algum imprevisto financeiro ocorra. </p>
<p>Com a estabilização econômica, os brasileiros têm investido cada vez mais pensando no futuro dos filhos. A cada ano, cresce o número de pais que fazem planos de previdência em nome das crianças. O objetivo principal é custear os estudos no futuro – seja uma faculdade, um intercâmbio no exterior para aprender um novo idioma ou financiar a abertura de um negócio próprio. </p>
<p>Para chegar lá, os planos do tipo PGBL e o VGBL são boas opções. Entre os atrativos desse tipo de investimento estão os benefícios fiscais, a gestão profissional dos recursos e o estímulo à disciplina financeira. No simulador Target Jr., da Icatu, é possível fazer as contas e calcular quanto você precisa investir hoje para realizar os objetivos do seu filho no futuro. Não importa quanto custa o seu sonho, quanto antes você começar, menos terá que investir por mês. </p>
<p><strong><u>Veja as nossas simulações:</u></strong></p>
<p><strong>Faculdade </strong></p>
<p>Estimativa da mensalidade¹: R$ 1.500,00 <br />Valor total1: R$ 90.000,00<br />Idade para recebimento: 18 anos<br />Tempo de estudo: 5 anos <br />Rentabilidade: 6% ao ano<br />Renda mensal por 5 anos: R$ 1.655,44 </p>
<p>
  <table width="429" border="0">
    <tbody>
      <tr>
        <th scope="col" width="211" bgcolor="#cccccc"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Idade da criança</span></strong></th>
        <th scope="col" width="208" bgcolor="#cccccc"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Investimento mensal</span></strong></th>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1 ano</span></td>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 241,62</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5 anos</span></td>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 397,50</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10 anos</span></td>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 767,49</span></td>
      </tr>
    </tbody>
  </table></p>
<p><strong>Intercâmbio nos EUA</strong></p>
<p>Estimativa de 1 ano em high school: R$ 20.775,60 (US$ 12,000)²<br />Idade de recebimento do benefício: 18 anos<br />Rentabilidade: 6% ao ano. </p>
<p>
  <table width="429" border="0">
    <tbody>
      <tr>
        <th scope="col" width="211" bgcolor="#cccccc"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Idade da criança</span></strong></th>
        <th scope="col" width="208" bgcolor="#cccccc"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Investimento mensal</span></strong></th>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1 ano</span></td>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 59,74</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5 anos</span></td>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 89,26</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10 anos</span></td>
        <td bgcolor="#ffffcc"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 170,14</span></td>
      </tr>
    </tbody>
  </table></p>
<p><em>¹Estimativa de custo com base numa média de valores adotados hoje em universidades de diferentes estados do Brasil. Para calcular o valor da mensalidade no futuro, é preciso levar em conta a inflação no período.<br />²Taxa de câmbio utilizada no exemplo: R$ 1,73.</em> </p>
<p><strong>Faça a sua simulação: <u><a target="blank_" href="http://hotsite.icatuseguros.com.br/targetjr/index.html">Target Jr</a>.</u></strong></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que faz os aposentados mais felizes</title>
      <pubDate>Wed, 19 May 2010 15:41:33 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2342</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Quando estão perto de se aposentar, as pessoas costumam dizer que preferem parar aos poucos do que largar tudo de uma hora para outra. Assim, teriam mais tempo de substituir suas atividades diárias, relações sociais e também de se acostumar com o novo ritmo de vida. Mas será que a felicidade na aposentadoria realmente depende da forma como nos desligamos do trabalho, se gradual ou abruptamente? </p>
<p>Pesquisa do Boston College, nos Estados Unidos, sugere que não. Segundo resultados do estudo feito pelo Centro de Pesquisas da Aposentadoria da faculdade, o que realmente importa não é como o processo de aposentadoria ocorre mas, sim, como a pessoa percebe essa transição: se foi uma decisão forçada ou uma escolha pessoal. É mais feliz quem se aposenta por sua própria vontade do que aquele que se sente obrigado a isso. <br /></p>
<p>De acordo com a pesquisa, dois outros fatores também influenciam – e muito – o bem-estar ao longo da aposentadoria. A rede de relacionamentos é um deles. Aposentados casados, por exemplo, tendem a ser mais felizes do que os solteiros. O outro fator é a saúde. Manter-se ativo e socialmente integrado tem uma forte relação positiva com a saúde durante a aposentadoria. No estudo, aqueles que apontaram uma melhora na saúde em geral indicavam também aumento na sensação de felicidade. </p>
<p>Para saber mais, ouça o comentário de Mara Luquet, na CBN <a target="blank_" href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mara-luquet/2010/02/22/PESQUISA-REVELA-DE-QUE-MANEIRA-AS-PESSOAS-PREFEREM-SE-APOSENTAR.htm">(Pesquisa revela de que maneira as pessoas preferem se aposentar)</a>, ou leia a íntegra da pesquisa <a target="blank_" href="http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/files/621/2010/02/What-makes-retirees-happier.pdf">(em inglês)</a>: What makes retirees happier.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Doe palavras </title>
      <pubDate>Mon, 03 May 2010 14:36:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2341</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p><em>Envie uma mensagem de otimismo e ajude na recuperação de pacientes de câncer.</em></p>
<p>Muitas vezes uma dose de otimismo, esperança e amor é tudo o que um paciente de câncer precisa para mudar a forma como encara seu tratamento. Com base nisso, o Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte, criou o Doe Palavras, um movimento capaz de usar a inteligência coletiva para levar força a seus pacientes. </p>
<p>Pela internet, qualquer pessoa, de qualquer lugar do país, pode enviar uma mensagem positiva a eles. Os recados passam por um filtro e depois são transmitidos pela TV dentro do hospital, em locais onde os pacientes mais precisam de apoio, como a sala de quimioterapia. Posteriormente, as mensagens compiladas no projeto se transformarão em um livro, que será doado para diversos hospitais.</p>
<p>Participe. Para um paciente de câncer, acreditar na cura é muitas vezes o melhor tratamento.<br /><br />• Doação através do site: <a href="http://www.doepalavras.com.br/"><span style="COLOR: #ff8a05">www.doepalavras.com.br</span></a><br />• Doação através do twitter: use a hashtag #doepalavras<br />• Doação para um paciente específico do Hospital Mário Penna, <span style="COLOR: #ff8112"><a target="_blank" href="http://www.mariopenna.com.br/hospital_mario_penna/mensagem_paciente_mario_penna.php"><span style="COLOR: #ff7112">clique aqui</span></a></span></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A dieta ideal para as mulheres</title>
      <pubDate>Fri, 16 Apr 2010 15:52:42 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2337</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Que os hormônios e o metabolismo dos homens e das mulheres são bem diferentes, isso todo mundo sabe. O que pouca gente percebe é que a alimentação precisa respeitar essas diferenças. No caso delas, uma dieta que leve em conta as particularidades do seu organismo traz enormes benefícios. </p>
<p>Segundo o dermatologista Nicholas Perricone, autor do livro Rosto Jovem, Mente Jovem, cortar alguns alimentos e acrescentar outros pode rejuvenescer a aparência da mulher em até 15 anos. Mas não é só. Por meio da alimentação, é possível equilibrar as variações hormonais, prevenir doenças, diminuir a perda de massa muscular e aumentar a longevidade.<br />&nbsp; <br />As mulheres têm mais tendência à anemia do que os homens, por conta da menstruação. Por isso, elas devem manter na dieta alimentos ricos em ferro e ácido fólico, como carnes e vegetais verdes escuros. Com a chegada da menopausa, é preciso aumentar o consumo de fontes de cálcio. Existem também alimentos capazes de agir como alternativa à Terapia de Reposição Hormonal (TRH), como tofu, repolho, linhaça, salsinha e gergelim, entre muitos outros.&nbsp; </p>
<p><strong>Contra as gordurinhas do quadril</strong></p>
<p>Para aquelas que se queixam de acúmulo de gordura corporal no quadril e no culote, causada pela ação dos hormônios estrógeno e progesterona e a retenção de líquidos, a dica é beber bastante líquido e ingerir porções generosas de alimentos diuréticos. Frutas como melancia, abacaxi e melão são ótimas opções. Recomenda-se também o consumo diário de fibras, importantes para evitar a prisão de ventre, comum nas mulheres. </p>
<p>Os especialistas recomendam uma alimentação mais natural possível. Para evitar doenças cardiovasculares e câncer, a dica é evitar comidas com excesso de gordura saturada, como frituras, carnes gordas, produtos industrializados e sorvete. Também é preciso fugir de itens ricos em sódio, como embutidos e salgadinhos industrializados, principalmente para prevenir a hipertensão. </p>
<p>Quando se trata de elaborar uma dieta, vários fatores devem ser levados em conta. Peso, altura, sexo, idade, atividade física e intelectual, estresse, doenças preexistentes, hábitos alimentares e riscos nutricionais são apenas alguns deles. Por isso, a orientação de um profissional de saúde é indispensável.</p>
<p><strong>Os melhores alimentos para elas</strong></p>
<p><strong>Acerola, laranja e limão</strong><br />A vitamina C, presente nas frutas, estimula a produção de colágeno, que dá viço à pele.</p>
<p><strong>Amêndoa e castanha-do-pará<br /></strong>Frutas oleaginosas são ricas em vitamina E e selênio, que combatem a flacidez e ajudam a diminuir os efeitos da radiação solar.<br />&nbsp;<br /><strong>Aveia<br /></strong>Os ácidos graxos ômega-3 presentes no alimento ajudam a hidratar a pele, diminuem a irritação cutânea e melhoram a retenção de líquidos. </p>
<p><strong>Cenoura</strong><br />Rica em vitamina A, ajuda a eliminar a acne e controla a oleosidade natural da pele. Estudos feitos na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), também indicam que a cenoura pode ajudar a prevenir o câncer de pele. </p>
<p><strong>Chá verde<br /></strong>As catequinas, tipo de antioxidante presente no chá, têm propriedades anticancerígenas. De dois a seis copos, sem açúcar ou adoçante, são a medida ideal.</p>
<p><strong>Chocolate amargo<br /></strong>Por ser rico em antioxidantes que combatem o envelhecimento, ajuda a melhorar a textura da pele. Mas isso só vale para o amargo, pois não ocorre com o chocolate ao leite ou o meio amargo. </p>
<p><strong>Couve e espinafre<br /></strong>Ricas em cálcio, ferro e fósforo, ajudam a proteger contra o câncer, diminuem o risco de anemias e ajudam a fortalecer os ossos. </p>
<p><strong>Melancia e tomate <br /></strong>Ricos em licopeno, protegem o corpo dos efeitos da radiação ultravioleta.<br />&nbsp;<br />(Com informações do jornal O Globo)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Sorteio de ingressos para espetáculo no Rio de Janeiro</title>
      <pubDate>Thu, 08 Apr 2010 15:07:28 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2334</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Estamos sorteando ingressos para a peça "O Sentido da Vida", que acontecerá às 19h, de&nbsp;8 a 11 de abril (quinta a domingo), no Teatro de Arena da Caixa Cultural / Rio de Janeiro.<br />O espetáculo, realizado pelos "Doutores Palhaços", apresenta músicas populares e eruditas com paródias divertidas e melodias surpreendentes.<br />As&nbsp;7 primeiras pessoas que enviarem um email para <a href="mailto:relacionamento@icatuseguros.com.br">relacionamento@icatuseguros.com.br</a> ganharão um par de ingressos. É preciso enviar o nome completo e o dia que deseja assistir à peça. <br />Importante: A Icatu Seguros só fornecerá os ingressos. Os translados serão de responsabilidade dos premiados.<br />Participe!</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Comprar não traz mais tanta satisfação</title>
      <pubDate>Tue, 16 Mar 2010 11:44:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2330</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Encontrar felicidade em consumir parece fazer parte do passado. Em todo o mundo, os valores dos consumidores estão mudando e isso tem se refletido em seu comportamento diante dos produtos, das marcas e das empresas. É o que aponta a pesquisa Good Purpose, realizada pela maior agência independente de relações públicas do mundo, Edelman, em dez países, em 2009. </p>
<p>O estudo, realizado anualmente, visa entender como as ações de responsabilidade social e ambiental afetam os negócios das empresas. Na sua mais recente edição, foram ouvidas cerca de 6 mil pessoas, entre 18 e 64 anos, na Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Inglaterra, Itália e Japão. Os resultados sugerem que ser sustentável está na moda.</p>
<p>Segundo Mitch Markson, diretor global de Criatividade e Consumo da Edelman, a pesquisa observou mudanças importantes no comportamento das pessoas frente ao consumo: “Em 2009, apenas 16% dos consumidores ouvidos disseram encontrar satisfação em fazer compras. No ano anterior, eram 25%. Entre os consumidores brasileiros, a diferença é ainda maior: 29% disseram encontrar satisfação em ir às compras em 2008, enquanto no ano seguinte foram apenas 14%.”</p>
<p>Segundo a Good Purpose, entre as maiores preocupações dos consumidores, tanto no Brasil quanto no mundo, estão: proteger o meio ambiente, aumentar a qualidade dos serviços de saúde, reduzir a pobreza, amenizar a fome e a falta de moradia e que todos tenham oportunidades iguais na educação. </p>
<p><strong>Sustentabilidade na ordem do dia</strong></p>
<p>A pesquisa não avalia se, de fato, as pessoas estão fazendo algo prático em prol da sociedade e da proteção da vida no planeta, mas revela uma intenção. ”Um dos dados mostra que pelo menos a preocupação com os temas da sustentabilidade já chegou ao cotidiano das pessoas. No Brasil, 78% declararam sentir que está se tornando cada vez mais inaceitável, em sua comunidade, não se esforçar para mostrar preocupação com o meio ambiente ou para ter um estilo de vida mais saudável”, conta Markson.</p>
<p>A pesquisa aponta também que os consumidores reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e empresas que as praticam. Segundo Mitch, os brasileiros têm vontade de se engajar em alguma causa. “Comprar um produto que apóie uma causa social talvez seja reflexo disso”, conclui.</p>
<p>Com base nos resultados apurados, Markson acredita que a Responsabilidade Social Empresarial deve agora se tornar a Responsabilidade Social Mútua. Para ele, as marcas precisam ter um papel cada vez maior no envolvimento com questões sociais e as empresas precisam dar cada vez mais atenção tanto aos seus negócios como às necessidades da sociedade.</p>
<p>(Com informações do Instituto Akatu)<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A personalidade de quem vive mais</title>
      <pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:14:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2328</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Por que algumas pessoas vivem mais que outras? Manter uma dieta saudável, evitar bebidas alcoólicas, exercitar-se regulamente e evitar o fumo são as explicações mais conhecidas relacionadas à longevidade. Mas que efeito pode ter a personalidade na expectativa de vida? Pessoas com certos tipos de temperamento tendem a viver mais? </p>
<p>Um estudo recente publicado no <em>Journal of the American Geriatrics Society</em> mirou essa questão, examinando traços de personalidade de 246 filhos de pessoas que viveram pelo menos 100 anos. (O estudo escolheu os descendentes de centenários porque eles são mais fáceis de serem acompanhados ao longo do tempo do que os muito idosos. Além disso, filhos de pessoas que vivem mais de 100 anos também são mais propensos a ter uma vida longa.)</p>
<p>O estudo mostra que os longevos são mais sociáveis, mais ativos e menos neuróticos do que outras pessoas. Mulheres muito idosas também parecem ser mais compreensivas e cooperativas do que aquelas com uma esperança de vida normal. Esses resultados condizem com o que se espera da teoria evolucionária: pessoas sociáveis o suficiente para fazer amigos e ajudar os outros são as mais capazes de reunir recursos para enfrentar situações adversas.</p>
<p><strong>Ter disciplina e uma mente aberta não faz diferença</strong></p>
<p>Curiosamente, entretanto, outros traços que poderiam ser considerados vantajosos não tiveram impacto sobre a longevidade. No estudo, os mais autodisciplinados não se mostraram mais propensos a uma expectativa de vida maior. Além disso, estar aberto a novas ideias não mostrou ter relação com a vida longa.</p>
<p>Se um adulto é capaz de modificar efetivamente sua personalidade é um debate de longa data entre psicólogos. Mas o novo estudo sugere que, se você deseja viver muito, deve esforçar-se para ser o mais sociável possível.</p>
<p>A personalidade não é destino, claro, e todo mundo sabe que indivíduos (e talvez nações inteiras) podem aprender a mudar. Mas, seja como for, ambos os estudos mostram que a vida longa não é apenas uma questão de saúde física, mas também de saúde mental.</p>
<p>(Fonte: revista Time) <br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Sua aposentadoria começa no primeiro emprego</title>
      <pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:37:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2327</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O que você vai fazer na aposentadoria? Continuar trabalhando, abrir um negócio próprio, voltar a estudar, viajar com a família? Se você acha que ainda é cedo para pensar nessas questões, é bom rever seus conceitos. Especialistas em educação financeira revelam que o planejamento da aposentadoria deve ser feito ao longo da vida produtiva, já a partir do primeiro emprego. Mas isso não se resume a economizar dinheiro num plano de previdência. É preciso pensar em como ocupar o tempo numa atividade que trará prazer e realização pessoal. 
<p>Para Julio Cardozo (ex-presidente da Ernst & Young) e Andrea Giardino (jornalista com foco em carreira), autores do livro <em>O Melhor Vem Depois - Desvendando o Enigma da Longevidade</em>, a atitude do profissional é determinante para o planejamento do futuro. Cada pessoa deve exercer o papel de CEO da sua carreira, o que deve incluir os anos após o desligamento da empresa. Além de economizar dinheiro para manter o padrão de vida, é fundamental programar uma rotina prazerosa, levando em conta aspectos pessoais, psicológicos e de saúde.</p>
<p>Os autores ensinam que, assim como numa empresa, o ideal é desenhar o “plano estratégico” da sua aposentadoria. Para começar, anote num caderno os seus objetivos. Descreva também o que precisa fazer para alcançá-los. Responda às questões: o que fazer; por que fazer; como fazer; quando fazer; qual será o resultado que você espera e quanto vai custar. Quando tiver as respostas, estabeleça um prazo para cumprir o planejamento. A definição do tempo é fundamental para o sucesso do plano. </p>
<p><strong>Veja as ações sugeridas em cada fase da vida</strong></p>
<p><span style="COLOR: #ffac05"><strong><span style="COLOR: #ff7803">Dos 20 aos 30 anos: descobrir e identificar metas</span></strong> <br /></span>• Defina qual carreira seguir e onde quer exercer sua profissão; <br />• Construa sua marca pessoal; <br />• Faça trabalho voluntário e invista em cursos complementares; <br />• Fixe uma meta de poupança e a cumpra; <br />• Adquira o primeiro automóvel e o primeiro imóvel próprio; <br />• Preocupe-se também com o lado afetivo e planeje com o parceiro a vida familiar; <br />• Mantenha ótimo preparo físico e consulte o médico uma vez por ano; <br />• Avalie ofertas de plano de aposentadoria e revise o seu. </p>
<p><strong><span style="COLOR: #ff7803">Dos 31 aos 40 anos: investimentos e progressos pessoais</span> <br /></strong>• Faça um MBA e participe de congressos e feiras da sua área; <br />• Participe de trabalhos voluntários e envolva a família neles; <br />• Cultive sua marca pessoal; <br />• Avalie a meta de poupança e eleve as contribuições em previdência privada; <br />• Adquira automóvel e imóvel compatíveis com seu nível social; <br />• Garanta boa educação aos filhos e bom ambiente familiar; <br />• Mantenha um ótimo preparo físico e consulte o médico uma vez ao ano. </p>
<p><strong><span style="COLOR: #ff7803">Dos 41 aos 50 anos: aperfeiçoamento e consolidação</span></strong> <br />• Persiga as metas de poupança e, em caso de desvio, adote medidas de controle; <br />• Aumente as contribuições para a aposentadoria; <br />• Reforme a casa, troque o carro e compre a casa de fim de semana; <br />• Mantenha ótimo preparo físico, consulte regularmente o médico e faça check-up cada dois anos; <br />• Acompanhe o desempenho escolar dos filhos e preserve um bom ambiente familiar; <br />• Consolide a carreira e a marca pessoal. </p>
<p><strong><span style="COLOR: #ff7803">Dos 51 aos 60 anos: definição e início da aposentadoria <br /></span></strong>• Defina com a família as atividades que terá ao se aposentar e inicie a implementação do plano; <br />• Mantenha o preparo físico e participe de competições de maratonas; <br />• Faça check-up cada dois anos; <br />• Mantenha a meta de poupança; <br />• Reforme os imóveis cada cinco anos; <br />• Escreva artigos com base na sua experiência. </p>
<p><a target="_blank" href="http://www.icatuseguros.com.br/portalih/main.asp?View=%7B43995CF0-76F4-4616-B1B1-2E00AD16ECBD%7D?id=simvgbl"><u>Faça agora uma simulação do seu plano de previdência</u></a>.</p><span><span>
    <p><em>Essas informações têm fim ilustrativo e não devem ser consideradas conselhos financeiros ou médicos. A Icatu não assume a responsabilidade por quaisquer consequências de qualquer atitude decorrente da leitura ou do seguimento das instruções contidas aqui.</em> </p></span></span>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Hora do Planeta 2010</title>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:09:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2323</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Em março, o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta, movimento mundial de alerta contra o aquecimento global. No sábado, dia 27, entre 20h30 e 21h30, as luzes de diversos ícones do país e do mundo serão apagadas por uma hora. E todos estão convidados a fazer o mesmo em suas casas. A ONG WWF estima que, em todo o mundo, 1 bilhão de pessoas devem aderir ao movimento.</p>
<p>O evento, conhecido globalmente como Earth Hour, terá o Rio de Janeiro como cidade-sede nacional. No Brasil, o objetivo é conscientizar a sociedade sobre a importância da preservação e recuperação das matas, florestas e recursos hídricos, como forma de proteção contra as mudanças climáticas, bem como reduzir emissões de gases do efeito estufa causadas pelo desmatamento.&nbsp; </p>
<p>Em 2009, primeiro ano que o Brasil participou da Hora do Planeta, milhões de pessoas apagaram suas luzes e mostraram sua preocupação com o aquecimento global. No total, 113 cidades do país, incluindo 13 capitais, aderiram ao movimento. Ícones como o Cristo Redentor (Rio de Janeiro), a Ponte Estaiada (São Paulo), o Congresso Nacional (Brasília) e o Teatro Amazonas (Manaus) ficaram no escuro por sessenta minutos. </p>
<p><strong>Criado na Austrália, movimento ganhou o mundo</strong></p>
<p>A iniciativa surgiu em Sidney, na Austrália, em 2007. No ano passado, mais de quatro mil cidades, em 88 países, engajaram-se na ação. Em diversos pontos do mundo, monumentos e locais simbólicos, como as pirâmides do Egito, o Coliseu (Roma), a Torre Eiffel (Paris), a Acrópole (Atenas), a Times Square (Nova York) e até mesmo Las Vegas, tiveram luzes apagadas. </p>
<p>Em 2010, Ano Internacional da Biodiversidade, o lançamento mundial da Hora do Planeta ocorreu em Chengdu – primeira cidade da China a assumir o compromisso de apagar as luzes no dia 27 de março – e cidade natal da ursa panda Mei Lan, Embaixadora Mundial do movimento. A escolha do panda simboliza a importância de protegermos ecossistemas e espécies em todo o planeta.<br /><br />No site <a href="http://www.horadoplaneta.org.br/">http://www.horadoplaneta.org.br/</a>, cidadãos, empresas e organizações brasileiras podem obter mais informações sobre o movimento, fazer cadastro e deixar comentários.<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Mais feliz por mais tempo</title>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:06:13 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2322</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>O que é felicidade? O que faz as pessoas se sentirem felizes? Há quase duas décadas, Sonja Lyubomirsky, psicóloga e pesquisadora da Universidade da Califórnia, em San Diego, dedica sua vida a descobrir respostas como essas por meio de experiências científicas. Agora Lyubomirsky, junto com Ken Sheldon, outra pesquisadora da área, está investigando métodos científicos de intervenções capazes de aumentar a felicidade humana.</p>
<p>Para Sonja, é preciso superar a ideia de que a felicidade é estática e perceber que o esforço continuado é capaz de impulsioná-la. Sua pesquisa vem mostrando que atividades intencionais parecem efetivamente ter impacto sobre a sensação de bem-estar. Em um dos estudos, por exemplo, Lyubomirsky observou que pessoas que pensavam em momentos felizes da vida por ao menos oito minutos ao dia, durante três dias, sentiam um aumento da satisfação pessoal por até quatro semanas após o final do experimento. </p>
<p>Num outro estudo, voluntários foram solicitados a manter um registro de situações pelas quais se sentiam agradecidos. O trabalho mostrou que os que se mostravam gratos uma vez por semana se sentiam mais felizes do que aqueles cuja frequência de agradecimento era de três vezes por semana. Em outro experimento, relativo à gentileza, o resultado mostrou que aqueles que exercitavam a gentileza em ações variadas eram mais felizes do que os que se limitavam a um só tipo de boa ação.</p>
<p><strong>A dieta da felicidade</strong></p>
<p>Entretanto, ainda não se sabe se pessoas que utilizam estratégias para aumentar a felicidade realmente continuam felizes a longo prazo. Meses depois da conclusão de um estudo, as pessoas que pararam os exercícios se diziam mais infelizes. Como uma dieta, os exercícios funcionam apenas se você dá continuidade a eles. Outra evidência é que o exercício deve se adequar a cada pessoa. Se para você é difícil sentar-se e pensar em suas potencialidades (um exercício de otimismo), é improvável que faça isso por muito tempo.</p>
<p>As conclusões dos estudos feitos até agora foram reunidas no livro A Ciência da Felicidade: Como Atingir a Felicidade Real e Duradoura (Ed. Campus/Elsevier). Com base em suas experiências, Sonja Lyubomirsky apresenta técnicas para o exercício do otimismo com relação ao futuro, instruções sobre como saborear melhor os prazeres da vida aqui e agora e explica a importância de levar uma vida ativa para ser feliz.</p>
<p><em>Quem é Sonja Lyubomirsky<br />Nascida em 1967, na Rússia, Sonja é formada em psicologia em Harvard, com doutorado em Psicologia Social e da Personalidade pela Universidade de Stanford. Em 2002, recebeu o prêmio do Instituto Nacional de Saúde Mental nos Estados Unidos.</em></p>
<p>Para saber mais, consulte <a target="_blank" href="http://www.apa.org/index.aspx">American Psychological Association</a> (em inglês).<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como dividir as despesas do casal</title>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:26:04 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2321</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Casamento: para muita gente, viver junto também pode ser uma boa oportunidade de dividir despesas e compromissos. É mais barato morar a dois do que sozinho. Com o chamado ganho de escala, é possível economizar no pagamento do aluguel, condomínio, conta de luz, TV a cabo... Mas, quando um ganha mais do que o outro, como o casal deve dividir as despesas?</p>
<p>Com medo de parecer mesquinho, materialista ou insensível, há quem evite tocar nesse assunto com o companheiro. Entretanto, segundo especialistas, o casal deve conversar com naturalidade sobre dinheiro e buscar junto a melhor forma de dividir as despesas. Um pode arcar com a conta de luz e a do condomínio e o outro com uma despesa maior, como o financiamento da casa própria, por exemplo. Vale qualquer combinação, desde que feita com base nos sentimentos que uniram o casal: carinho, amizade e respeito. </p>
<p>Para os que buscam fórmulas prontas, uma dica é dividir as despesas conjuntas de acordo com a percentagem de salário de cada um na renda do casal. Ou seja, se a renda total da família é composta por 70% dos ganhos dele e 30% dos ganhos dela, a divisão das despesas deve seguir a mesma proporção (70% e 30%). Dessa forma, ambos podem reservar parte do seu orçamento para gastos pessoais.</p>
<p>Nos casos em que um dos cônjuges não trabalha fora ou não tem renda, o ideal é estipular uma verba para as despesas pessoais de quem fica em casa. Seja qual for a situação, é fundamental lembrar que o valor do indivíduo na relação nunca deve ser medido pelo salário. Não é só porque um ganha mais do que o outro que as decisões devem se concentrar em suas mãos. Num casal, é importante que cada um mantenha sua autonomia e auto-estima. </p>
<p><strong>Mais dicas para gastar bem a dois</strong></p>
<p><span style="COLOR: #ff6b08"><strong>Conheçam as despesas:</strong></span> ambos devem saber o custo de cada item que se leva para dentro de casa, o quanto se gasta na feira, no supermercado, na padaria...<br />Aprendam a dividir: antes de assinar um cheque, pensem na família. Apesar de ser importante manter a independência financeira, é preciso ver se seus gastos não vão afetar o orçamento familiar. </p>
<p><span style="COLOR: #ff6b08"><strong>Estabeleçam responsabilidades:</strong></span> definam qual dos dois vai se encarregar do pagamento das contas, quem é que vai acompanhar o saldo da conta conjunta etc.<br />Abram uma conta conjunta: mantenham uma conta corrente separada para os gastos do casal. É para lá que os dois devem transferir a parte do salário a ser usada no pagamento de contas do mês. </p>
<p><strong><span style="COLOR: #ff6b08">Mantenham suas contas e cartões individuais:</span></strong> mesmo que um não trabalhe, os dois devem ter contas correntes próprias e cartões de crédito, de forma a manter a autonomia.</p>
<p><span style="COLOR: #ff6b08"><strong>Formem um fundo de emergência:</strong></span> na hora de somar as despesas fixas do casal, adicionem à conta 10% do valor para um fundo de emergência. Apliquem a reserva num investimento que permita acesso fácil e rápido ao dinheiro em uma eventualidade.</p>
<p><strong><span style="COLOR: #ff6b08">Planejem juntos:</span></strong> estabeleçam objetivos comuns de curto, médio e longo prazos. Definam aonde chegar com o planejamento financeiro e que ações devem ser tomadas para atingir as metas.</p>
<p><strong><span style="COLOR: #ff6b08">Desconfiem de regras:</span></strong> sintam-se livres para encontrar fórmulas próprias de harmonia financeira. Mesmo que isso inclua não ter regras. Só não vale economizar no amor.</p>
<p>Quanto investir para realizar seus sonhos no futuro? Faça uma simulação: <a target="_blank" href="http://www.icatuseguros.com.br/PortalIh/main.asp?View={DC9C76A3-9BD4-4677-869B-C1EEAC1369D4}">Disco de Investimento</a>&nbsp;da Icatu Seguros.</p>
<p><em>Com dicas do InfoMoney, Rádio CBN (Mauro Halfeld) e Planejamento financeiro para casais (Suyen Miranda).</em></p>
<p><br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que é felicidade para uma mulher?</title>
      <pubDate>Fri, 05 Mar 2010 11:24:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2304</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p><em>No Dia da Mulher, uma entrevista exclusiva&nbsp;da Icatu&nbsp;com Nicette Bruno.</em></p>
<p>Ela é muito mais que uma das grandes damas do teatro brasileiro. É o símbolo da mulher engajada, forte, amorosa, equilibrada, otimista, batalhadora e, acima de tudo, feliz. Não foi por acaso que&nbsp;a Icatu&nbsp;escolheu Nicette Bruno para uma homenagem especial ao Dia da Mulher. Com energia e entusiasmo contagiantes, numa entrevista exclusiva ao site FIB, Nicette conta o que pensa sobre a felicidade da mulher. </p>
<p>Casada com o também ator Paulo Goulart e mãe das atrizes Beth Goulart e Bárbara Bruno e o do ator e dançarino Paulo Goulart Filho, Nicette considera-se uma mulher realizada, mas continua cheia de planos. Ela divide o seu tempo entre as atividades de atriz e diversas ações sociais, como o Teatro nas Universidades e a Casa da Fraternidade. Leia a entrevista de Nicette e ponha em prática, você também, o seu projeto de felicidade. </p>
<p><strong>Icatu - Para uma mulher, o que é felicidade?</strong><br /><strong><span style="COLOR: #ff7a05">Nicette</span></strong> - Acho que o primeiro ponto é ter equilíbrio. Sem equilíbrio nada se sustenta, nem a felicidade. É preciso também ter discernimento do que se deseja para a vida e fazer o que se gosta. No meu caso, a conjunção da vida pessoal com a profissional é maravilhosa. Se eu concentrasse todos os meus esforços só no lado profissional ou me dedicasse apenas à família não seria tão feliz. Fora isso, acho importante agir também pelo bem da coletividade, de forma a construir um mundo melhor para todos.</p>
<p><strong>Icatu - A felicidade é natural ou é construída?<br /><span style="COLOR: #ff7a05">Nicette</span></strong> - A felicidade depende dos valores de cada um. E isso varia de pessoa para pessoa. É preciso descobrir aquilo que é importante para você e lutar pelo seu ideal. O autoconhecimento é muito importante. Para mim, tudo isso foi um processo natural. Tive a felicidade de vir de uma família com princípios e valores definidos e com uma visão da arte ampla, vibrante. Comecei minhas demonstrações artísticas com quatro anos e fui muito estimulada. Tanto que estou aqui até hoje. Para mim, fazer teatro é uma grande realização. </p>
<p><strong>Icatu - Onde entra o dinheiro? <br /><span style="COLOR: #ff7a05">Nicette</span></strong>&nbsp;- O dinheiro é uma contingência, é necessário, mas não é primordial. Ele precisa servir você, ser a resposta do seu esforço, mas não é o que realmente importa. Minha profissão é um exemplo. O Paulo costuma dizer que o teatro do Brasil é pobre em recursos, mas rico em criatividade. E assim conseguimos fazer nossos espetáculos e levar em frente nossos projetos. O dinheiro é fundamental muitas vezes, mas o peso dele em nossas vida varia conforme nossa visão de mundo. </p>
<p><strong>Icatu - Qual é a receita da felicidade?<br /></strong><span style="COLOR: #ff7a05"><strong>Nicette</strong>&nbsp;</span>- Hoje (no dia da entrevista) estou fazendo 56 anos de casada. Estava viajando e fiz questão de chegar em casa com um presente para o Paulo. Quando entrei, ele me esperava não com um, mas com três presentes e mais uma carta linda. Hoje estou exultante. Fazemos muitas comemorações. Isso é maravilhoso. Acho que a vida tem que ser uma festa, sempre. Óbvio que sem exageros e com equilíbrio. Além disso, é importante ter planos. Eu tenho muitos, estou sempre pensando no futuro. Viver meu lado espiritual também é uma das chaves para a minha felicidade. Afinal, estamos aqui mas fazemos parte de algo muito maior. </p>
<p><strong>Icatu - Atualmente, o que falta para a mulher ser mais feliz?<br /><span style="COLOR: #ff7a05">Nicette </span></strong>- A mulher vem conquistando seu espaço a duras penas, mas acho que ela ainda não atingiu realmente uma posição de igualdade com relação ao homem. Elas ainda ganham menos que eles e não são tão respeitadas na profissão. Acho que a mulher precisa ter uma capacitação intelectual maior, precisa se preparar mais para conquistar um respeito maior. </p>
<p><strong>Icatu - Como podemos aumentar a nossa sensação de felicidade?<br /><span style="COLOR: #ff7a05">Nicette</span></strong>&nbsp;- Acho que conseguimos isso a partir do momento que começamos a estender a visão crítica do mundo. Temos que encontrar uma forma de atuar frente àquilo que nos incomoda. Não basta acreditar, é preciso participar e agir para mudar as coisas que não nos deixam felizes.<br /><br />E para você,&nbsp;o que é felicidade? Deixe o seu <a href="/materias_integra.php?areaid=2304#comente"><span style="COLOR: #ff7a05"><span style="COLOR: #ff7a05"><strong>comentário</strong></span></span></a>.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente?</title>
      <pubDate>Mon, 01 Mar 2010 11:13:27 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2299</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Até 1º de junho de 2010, a Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil estará promovendo a campanha “O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente?”. Com a iniciativa, a entidade quer estimular a participação social e conhecer por meio de filmes ou fotos o que cada brasileiro tem feito diariamente para proteger o Planeta. As dez fotos mais criativas serão divulgadas no site da ação (<a href="http://www.onuverde.org.br">http://www.onuverde.org.br</a>) e os cinco melhores filmes serão veiculados pela MTV. O resultado será divulgado no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. </p>
<p>Os participantes deverão enviar até três fotos – tiradas com celular de qualquer modelo – ou um pequeno filme de até 30 segundos, também feito com celular, acompanhados por um relato descritivo da ação de até 100 palavras. Depois da entrega do material, o participante receberá um certificado online da ONU com a frase: “Eu faço minha parte”. O Comitê de Seleção, composto por cinco representantes das agências e dos programas do Sistema ONU no Brasil, escolherá os trabalhos que melhor traduzam os temas da campanha.</p>
<p>Os ganhadores terão seus nomes em destaque nos vários canais de comunicação das Nações Unidas, como por exemplo, campanhas de mídia, comunicados à imprensa, websites e demais instrumentos de informação da ONU. Quem ainda não está comprometido na luta contra as mudanças climáticas pode aproveitar a campanha para se mobilizar. Afinal, pequenas atitudes diárias e mudanças de hábito vão contribuir para a proteção do meio ambiente e cada um pode fazer sua parte. </p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O amor alivia a dor</title>
      <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:01:04 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2240</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Na hora de tomar injeção, que criança nunca buscou a mão do pai ou da mãe como forma de aliviar o desconforto? Por meio de experiências científicas, pesquisadores estão constatando que esse tipo de reação instintiva é realmente eficaz. A presença de uma pessoa querida pode ajudar a reduzir a sensação de dor física. Até mesmo por meio de uma simples fotografia.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) recrutaram 25 mulheres jovens que mantinham bons relacionamentos com seus namorados por mais de seis meses. Em um teste, enquanto colocavam a mão em uma superfície que esquentava gradualmente, elas deviam segurar a mão do namorado, de um estranho ou uma bolinha antiestresse. O estudo revelou que as jovens sentiam menos dor quando seguravam a mão do parceiro do que nas outras situações.</p>
<p>Mas não só a presença física do parceiro é capaz de aliviar a dor. O simples fato de pensar em quem amamos parece ter o mesmo efeito. O outro experimento foi feito com fotografias. Submetidas ao mesmo estímulo, “as mulheres também relataram sentir menos desconforto quando olhavam as fotos de seus parceiros, do que frente às imagens de um estranho ou de um objeto”, disse a coautora do estudo, Naomi Eisenberger, diretora do Laboratório de Neurociência Afetiva e Social da universidade, num informe à imprensa da Association for Psychological Science. </p>
<p>“Isso muda nossa noção de como as relações sociais influenciam a vida das pessoas”, explica Eisenberger. Publicadas na edição de novembro da Psychological Science, as descobertas vão ao encontro de outras pesquisas que sugerem que as relações afetivas têm um grande impacto sobre o bem-estar físico e mental. </p>
<p>(Fonte: Discovery Health)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Boa postura pode inspirar autoconfiança</title>
      <pubDate>Thu, 28 Jan 2010 10:25:09 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2239</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Sua mãe estava certa quando pedia para você se sentar direito: estudos recentes sugerem que uma boa postura pode fazer o indivíduo se sentir mais confiante sobre suas próprias ideias e pensamentos. Em uma pesquisa feita na Universidade do Estado de Ohio (EUA), pessoas que adotaram uma postura correta apresentaram maior chance de sucesso em uma entrevista de emprego do que as que assumiram uma postura desleixada. As descobertas foram publicadas na edição de outubro de 2009 do European Journal of Social Psychology.</p>
<p>“A maioria de nós aprendeu que sentar corretamente passa uma boa impressão para as outras pessoas”, disse o Dr. Richard Petty, coautor do estudo e professor de psicologia na universidade, num comunicado à imprensa. “Mas o fato é que a nossa postura também pode afetar a forma como nós pensamos sobre nós mesmos. Se você se senta corretamente, acaba convencendo a si mesmo do que está pensando." </p>
<p>Para o estudo, foram recrutados 71 estudantes do estado de Ohio. Eles foram orientados a sentar-se com a coluna ereta e projetar o peito para fora, ou de assumir uma posição de desleixo, durante uma hipotética entrevista de emprego. Os que se sentaram corretamente apresentaram uma probabilidade maior de acreditar naquilo que escreviam sobre si mesmos. Já aqueles que se debruçavam sobre as mesas eram menos propensos a acreditar naquilo que escreviam sobre suas próprias qualificações.</p>
<p><strong>O poder do pensamento positivo</strong></p>
<p>Outro fato relevante sugerido pelo estudo é a importância de pensar positivamente. Na pesquisa, quando os estudantes escreviam coisas positivas sobre si mesmos, eles se davam notas mais altas nos momentos em que estavam sentados de forma correta, porque a postura lhes dava mais confiança em seus pensamentos positivos.</p>
<p>Por outro lado, quando escreviam coisas negativas sobre si mesmos, eles também se davam notas mais baixas quando sentados corretamente. Da mesma forma, a postura correta lhes dava mais confiança em seus pensamentos negativos. "Sentar-se corretamente é algo que você pode treinar, o que lhe trará benefícios psicológicos – desde que você geralmente tenha pensamentos positivos," recomenda o pesquisador. </p>
<p>Outra conclusão dos estudos é que, em testes de múltipla escolha, os estudantes tendem a se sair melhor quando permanecem com sua primeira escolha, principalmente quando têm alguma dúvida sobre a matéria. "Se um estudante está sentado corretamente, ele tenderá a acreditar mais em sua primeira resposta. Mas, se ele fica debruçado, poderá mudar a resposta a acabar não se saindo tão bem", diz Petty.</p>
<p><strong>O que é uma boa postura?</strong> </p>
<p>Segundo o Spine Universe, instituição norte-americana que congrega renomados especialistas do mundo sobre coluna vertebral, uma boa postura envolve treinar seu corpo para ficar em pé, andar, sentar e deitar em posições nas quais a menor tensão recaia no suporte de músculos e ligamentos. A boa postura pressupõe o equilíbrio músculo-esquelético, de forma a proteger as estruturas de suporte do corpo contra lesão ou deformidade.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Realize os seus projetos financeiros em 2010</title>
      <pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:57:23 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2238</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Todo fim de ano, o planejamento financeiro dos brasileiros é colocado à prova com o recebimento do 13º salário. Mal o valor é depositado na conta corrente, já está comprometido nas compras e presentes de Natal. Pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), realizada em novembro de 2009, apontou que apenas 1% da população do país poupa o salário extra para o ano seguinte. </p>
<p>Para não cair nas armadilhas do comércio e extrapolar nos gastos, é preciso definir exatamente quais são os projetos que você quer realizar em 2010. Veja o que fazer para manter a disciplina financeira ao longo do ano: </p>
<p><strong>Economize para as despesas sazonais</strong> <br />Embora a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) preveja o décimo terceiro salário para prover os gastos maiores do início do ano (IPTU, IPVA, material escolar, uniforme, matrículas, taxas de associações comerciais e afins), muita gente gasta tudo nas comemorações. Quem não se programa pode ter problemas. Portanto, lance em seu orçamento as despesas sazonais de 2010, para evitar surpresas.<br />&nbsp;<br />Aproveite que final de ano é sempre um momento de avaliação. É hora de verificar o que funcionou e o que não funcionou e aproveitar a chegada do novo ano para garantir que os planos se realizem. Fizemos algumas dicas para ajudar você a cumprir suas resoluções de ano novo. </p>
<p><strong>Reavalie seus antigos projetos <br /></strong>Se você ainda não concretizou alguns projetos definidos para 2009, reveja o que foi feito e o que pode ser mudado para conseguir realizá-los. </p>
<p><strong>Defina um plano de ação</strong> <br />Pense nos sonhos e objetivos de curto, médio e longo prazos. Estabeleça quanto custa cada um deles e em quanto tempo deseja realizá-los. Defina um plano de ação e registre as providências, seja num papel pendurado na geladeira, numa planilha de Excel ou na agenda pessoal. O importante é organizar-se. </p>
<p><strong>Mantenha a disciplina <br /></strong>Se você é uma pessoa disciplinada, aproveite essa qualidade para colocar em prática seu plano. Se não, conte com ferramentas capazes de ajudá-lo. Por exemplo, se seu objetivo é investir mais para a previdência, faça a contribuição logo no início do mês e conte com a ferramenta do débito automático em conta corrente. </p>
<p><strong>Conte com o FIB</strong> <br />O site do Projeto Felicidade Interna Bruta tem uma ferramenta que ajuda você a realizar seus planos. Entre em <a href="http://www.felicidadeinternabruta.com.br/programe.php">Programe o seu futuro</a>, cadastre o seu projeto e conte com a ajuda do FIB para colocar em prática seus planos de felicidade para 2010.</p>
<p>(22/01/2010)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>10 segredos dos milionários</title>
      <pubDate>Thu, 14 Jan 2010 10:14:56 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2230</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Esqueça tudo o que você acha que sabe sobre os milionários. Ninguém melhor que eles para revelar o que pensam e fazem. A revista norte-americana Smart Money pesquisou a fundo o universo dos endinheirados para elaborar um perfil dessa gente tão invejada. Saiba o que você pode aprender com eles: </p>
<p><strong>1 - ‘Não sou rico’<br /></strong>Em uma pesquisa feita pela Fidelity (empresa especializada em serviços financeiros e investimentos de recursos nos Estados Unidos), apenas 8% dos milionários entrevistados se consideravam ricos ou extremamente ricos, enquanto 19% não se julgavam ricos; </p>
<p><strong>2 - Liquidação<br /></strong>Entre os milionários norte-americanos, 80% afirmam consumir com a cabeça de uma pessoa de classe média. A maioria compra itens de luxo em liquidações, busca ofertas e até coleciona cupons de descontos (prática comum nos EUA, mas não muito popular no Brasil); </p>
<p><strong>3 - Aposentadoria e saúde<br /></strong>Como ocorre com quase todo mundo, os milionários também se preocupam com questões como aposentadoria e saúde; </p>
<p><strong>4 - Nada de ser bonzinho</strong><br />Os milionários têm os seus valores morais e éticos, mas não enriqueceram sendo bonzinhos. A revista enumera alguns casos de empresários que tiveram de ser duros para chegar ao topo. Afinal, negócios são negócios; </p>
<p><strong>5 - Contas em dia<br /></strong>O conselho é de quem tem muito dinheiro: bons contadores são caros, mas valem cada centavo;&nbsp; </p>
<p><strong>6 - O alto custo do bem-estar<br /></strong>Um estudo da Wharton Business School, uma das principais escolas de negócio dos EUA, diz que as taxas de depressão são menores entre os ricos: eles têm menos preocupações, são tratados com mais respeito, alimentam-se melhor e têm acesso ao que a medicina pode oferecer de mais moderno;</p>
<p><strong>7 - Boas notas só no bolso</strong><br />Está enganado quem pensa que aquele colega bom de notas na escola agora desfila em uma reluzente Mercedes. De acordo com o livro A Mente Milionária, 59% dos ricos eram alunos medianos na escola; </p>
<p><strong>8 - Alugue, não compre</strong><br />Já viu o meu superapartamento em Nova York? É alugado. Em vez de gastar US$ 3 mil numa bolsa de grife, posso alugá-la por US$ 175 ao mês. É assim que pensam os milionários. Mais de 50% dos ricos pretendem alugar produtos de luxo dentro dos próximos 12 meses; </p>
<p><strong>9 - Segredo é trabalhar</strong><br />É possível ficar rico herdando dinheiro ou jogando em Las Vegas. Mas a maioria dos milionários ganhou dinheiro com muito trabalho, por meio do próprio negócio. Um terço deles ganhou com a prática profissional (profissionais liberais). Apenas 3% herdaram sua fortuna;</p>
<p><strong>10 - Sempre mais</strong><br />Milionários são pessoas insatisfeitas. Afinal, a grama (e a mansão) do vizinho é sempre mais verde. Eles se comparam com outros ricos. E, claro, fazem de tudo para elevar o padrão de vida. </p>
<p>Portanto, planeje-se para chegar lá. Acesse o <a target="_blank" href="http://www.icatuseguros.com.br/PortalIh/main.asp?View=%7B43995CF0-76F4-4616-B1B1-2E00AD16ECBD%7D?id=simvgbl">simulador de renda</a> da Icatu Seguros e descubra quanto precisa poupar para se tornar um milionário.</p>
<p>Fonte: revista Smart Money.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Seja generoso com as suas virtudes e construa um mundo melhor.</title>
      <pubDate>Fri, 08 Jan 2010 09:51:43 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2225</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Todos nós precisamos de alguma coisa. Precisar é uma porta aberta para a interação e o início de relacionamentos entre as pessoas. Mas antes de sair por aí pedindo o que você precisa, experimente doar um pouco o que você tem. Aí vale tudo. Desde aquelas roupas que não saem da gaveta há estações até o seu carinho, num abraço bem apertado.</p>
<p>No seu ambiente de trabalho, no seu condomínio, no seu bairro, na sua cidade você convive com milhares de pessoas. Reparta com elas um pouco das suas virtudes. Ao passar pelo porteiro, cumprimente-o pelo nome. Doe atenção. Ao entrar no táxi ou ônibus, abra um sorriso e diga bom dia. Doe simpatia. Ao encontrar um colega com problemas, empreste seu ombro amigo. Doe seu tempo. Ao ver o carro da frente ligar a seta para entrar, ceda a vez. Doe gentileza.</p>
<p>Mas exercite também o hábito de contribuir para o bem da sociedade. Conheça as entidades filantrópicas próximas de você. Doe livros, roupas, produtos de higiene, remédios, alimentos, computadores, fax, brinquedos. Seja qual for a sua formação profissional – advogado, administrador, jornalista, nutricionista –, doe um pouco da sua experiência, nem que seja a de vida. Trabalhe como voluntário. Doe seus conhecimentos num curso profissionalizante.</p>
<p>Doe saúde. O Brasil necessita diariamente de 5.500 bolsas de sangue. Doar sangue é seguro, não engorda, não emagrece, não vicia e faz bem para a consciência. Confira se você possui os requisitos para ser um doador, procure o posto de coleta mais próximo e crie um novo e solidário hábito em sua vida. </p>
<p>Ajudar quem precisa é o melhor caminho para construir um mundo melhor. Mas, ao doar, talvez descubra que quem mais ganhou foi você. Afinal, quem não gosta de se sentir útil, valorizado, saber que faz a diferença, conhecer gente nova e ver que seus problemas podem ser bem menores do que parecem?</p>
<p>(Com informações de Filantropia.org e Fundação Pró-Sangue)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A cidade mais feliz do mundo</title>
      <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:47:00 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2224</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>A cidade maravilhosa, que ostenta uma das sete maravilhas do mundo moderno, ganhou um novo título. Em pesquisa divulgada pela revista de economia Forbes, no dia 2 de setembro, o Rio de Janeiro foi considerada a cidade mais feliz do mundo.</p>
<p>A relação na qual o Rio ficou em primeiro lugar foi elaborada em função dos dados de uma recente pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa de mercado GfK Custom Research North America e pelo consultor Simon Anholt, que reuniu as respostas de dez mil pessoas em mais de 20 países.</p>
<p><strong>Bom humor e carnaval</strong></p>
<p>Segundo Anholt, "Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers apareceram no filme 'Voando para o Rio', em 1933, o mundo ficou fascinado com o Rio de Janeiro. O imaginário popular da cidade é repleto de imagens de jovens dançando pela noite, tendo ao fundo as montanhas e o mar". </p>
<p>O carnaval também influenciou o resultado. "O Brasil é associado a bom humor, a um bom estilo de vida e ao carnaval", diz Anholt. "O carnaval é muito importante – é a imagem clássica que as pessoas têm do Rio, e é uma imagem de felicidade", afirma. </p>
<p><strong>Sydney em segundo e Barcelona em terceiro</strong></p>
<p>O segundo lugar da lista é de Sydney, na Austrália, país da quinta colocada, Melbourne. A terceira do ranking é a cidade espanhola de Barcelona, seguida pela capital holandesa, Amsterdã. Madri, São Francisco (Estados Unidos), Roma, Paris e Buenos Aires completam a lista das cidades mais felizes do planeta para a Forbes.</p>
<p>"É uma pesquisa de percepção, não da realidade", disse o consultor à revista americana. Anholt reconhece que o resultado não indica que a população de cada local seja tão feliz assim, mas reflete o que os respondentes imaginam como uma cidade feliz para se viver.</p>
<p>Veja a lista da Forbes:</p>
<p>1º&nbsp; Rio de Janeiro (Brasil) <br />2º&nbsp; Sydney (Austrália) <br />3º&nbsp; Barcelona (Espanha) <br />4º&nbsp; Amsterdã (Holanda) <br />5º&nbsp; Melbourne (Austrália) <br />6º&nbsp; Madri (Espanha) <br />7º&nbsp; São Francisco (EUA) <br />8º&nbsp; Roma (Itália) <br />9º&nbsp; Paris (França) <br />10º Buenos Aires (Argentina) <br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O futuro começa hoje </title>
      <pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:38:28 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2221</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Nos últimos anos, com a estabilização da economia e o aumento do poder de compra das pessoas, ampliou-se o horizonte de planejamento das famílias e empresas brasileiras. A questão é: consumir ou investir? De um lado, está a realização imediata de um sonho, como uma pequena viagem ou um celular de última geração. De outro, a necessidade de acumular uma poupança para garantir a realização de um desejo no futuro e, aí sim, financiar os estudos dos filhos ou fazer aquela viagem dos sonhos. Decidir hoje a respeito do que só acontecerá daqui a muitos anos não é inerente à nossa natureza. </p>
<p><strong>A realização de projetos exige disciplina e planejamento</strong></p>
<p>Afinal, dificilmente alguém acorda com vontade de comprar um seguro de vida, não é verdade? Nesta questão, o lado financeiro é apenas o meio: o objetivo é a segurança emocional, aspectos que abrangem relações íntimas como lidamos com o inevitável fato de que iremos envelhecer, por exemplo, e as expectativas quanto à família. Em um país como o nosso, onde a cultura de planejamento ainda engatinha, é urgente que pessoas de todas as idades se conscientizem de que o futuro começa a ser traçado hoje. </p>
<p>A palavra-chave para desenvolver a cultura do planejamento é disciplina. Vários estudos e simulações indicam que quanto antes começamos a investir em previdência complementar, por exemplo, mais cedo e com mais recursos atingiremos nossos sonhos futuros. Como mulher, mãe, economista e presidente de um grupo segurador, minha convicção é que o momento certo de começar é agora. Outra palavra fundamental, que já mencionei antes, é planejamento. </p>
<p>Temos de estar atentos ao fato de que, com a maior expectativa de vida e as atuais regras de aposentadoria, a conta futura da Previdência Social não fecha, com um número cada vez maior de aposentados e proporcionalmente cada vez menos pessoas contribuindo. Cabe aos líderes atuar como multiplicadores na conscientização de suas equipes. O processo de evolução de uma cultura imediatista para uma cultura de planejamento de longo prazo é demorado. Individual ou corporativamente, é muito importante nos engajarmos nesta mudança de comportamento. </p>
<p>Maria Silvia Bastos Marques, presidente da Icatu Seguros <br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Genealogia dos nomes próprios</title>
      <pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:09:41 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2203</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Há nomes que marcam décadas e entram definitivamente na moda: já parou para pensar na enorme geração de Rodrigos, Marianas, Pedros, Marcelos do país? Outros são homenagens a personalidades, artistas, santos (Elvis, Lincoln, Beethoven, Mozart, Marilyn, Maria das Dores etc.), mas muitos são originários da Bíblia (Abraão, Moisés, Maria, José), ou vêm de culturas diferentes. Há também aqueles que são fruto da genuína criatividade brasileira, como a junção dos nomes dos pais. Independentemente disso, os nomes próprios são carregados de significados, além de marcar o nascimento social de qualquer pessoa, falar da forma como pai e mãe olharam o filho ou o que esperavam dele. Pode não parecer, mas tudo isso está ligado à autoestima.</p>
<p>O nome na realidade é sua própria identidade, como um RG. Talvez uma das poucas coisas estáveis na vida seja o nome. Por isso, ele é tão importante. O nome não marca o destino final, não diz onde a pessoa vai chegar, mas indica de onde partiu. No Brasil, a nomeação é mais valorizada no Nordeste, onde a população escolhe nomes não só por sentido estético, mas por razões religiosas e de parentesco seguindo tendências culturais e coletivas.</p>
<p>O estudo voltado para a explicação dos nomes próprios é conhecido por Onomástica, que é um dos ramos da lingüística na qual se inclui a Antroponímia. Esta destina-se a analisar os nomes próprios de pessoas, mostrando suas origens, evolução e variação em função de local, época e costumes. </p>
<p><strong>Significados e origens</strong> </p>
<p>Na Idade Média, as pessoas eram conhecidas só pelo nome próprio. Mas com o passar dos anos surgiu a necessidade de adicionar outro nome, isto é, um sobrenome para distinguir as pessoas. Para isso, passou-se a utilizar nomes que tivessem ligação com características próprias, funções ou trabalhos exercidos e até o nome do pai. Assim, o segundo nome inicialmente servia para diferenciar com mais precisão: João Oliveira, aquele que planta ou vende oliveiras; João Guimarães, o que é da cidade Guimarães; João Serra, o que vive na serra; Pedro Ferreira, que era ferreiro. E assim por diante. </p>
<p>A escolha do nome pelos futuros pais deve ser cuidadosa. Afinal, ele deve ser um presente que traga coisas boas ou estimule o desenvolvimento da personalidade de quem está sendo nomeado. É como um talismã. Um bom nome valoriza a trajetória de vida da pessoa. Como chamar o filho que está para nascer? A numerologia, a astrologia, os dicionários de nomes são ferramentas podem dar boas dicas, mas o histórico da família também é uma fonte preciosa.</p>
<p>Fontes: sites Bons Fluidos e Origem do Nome.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como chegar a R$ 1 milhão na aposentadoria</title>
      <pubDate>Fri, 18 Dec 2009 12:17:39 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2200</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>O PGBL e o VGBL são boas opções para quem pensa em juntar R$ 1 milhão. Especialmente porque esse deve ser um sonho de longo prazo. Os benefícios fiscais da previdência complementar jogam a favor dos seus objetivos, o que faz uma diferença enorme quando comparado com fundos de investimento tradicionais, por exemplo.</p>
<p>Antes de começar a investir, considere duas questões-chave: "Com que idade você quer chegar lá?" e "Quanto você pode economizar por mês?" Se você tiver 25 anos e aplicar cerca de R$ 300 por mês num PGBL ou VGBL, a uma rentabilidade estimada de 8% ao ano, torna-se milionário aos 65 anos. Se já tiver algum dinheiro guardado, melhor ainda: o tempo será menor. </p>
<p>Veja abaixo uma simulação de quanto aplicar por mês em previdência para chegar aos 65 anos com R$ 1 milhão no bolso, começando em diferentes idades. Repare que o valor da aplicação aumenta à medida que o início do investimento é adiado. Portanto, se esse é o seu sonho, comece a trabalhar por ele agora mesmo. </p>
<p align="center">
  <table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1" style="BORDER-RIGHT: medium none; BORDER-TOP: medium none; MARGIN: auto auto auto 5.4pt; BORDER-LEFT: medium none; BORDER-BOTTOM: medium none; BORDER-COLLAPSE: collapse; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-yfti-tbllook: 480; mso-padding-alt: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-border-insideh: .5pt solid windowtext; mso-border-insidev: .5pt solid windowtext" class="MsoNormalTable">
    <tbody>
      <tr>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 54pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><b style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Idade </span></b></p></td>
        <td valign="top" width="132" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 99pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><b style="mso-bidi-font-weight: normal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Contribuição mensal* </span></b></p></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 54pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">25 anos </span></p></td>
        <td valign="top" width="132" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 99pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">R$ 308,47 </span></p></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 54pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">30 anos </span></p></td>
        <td valign="top" width="132" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 99pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">R$ </span><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 8.5pt">463,75</span><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 54pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">35 anos </span></p></td>
        <td valign="top" width="132" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 99pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 8.5pt">R$ 705,41</span><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
      <tr style="HEIGHT: 15.05pt; mso-yfti-lastrow: yes">
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 54pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; HEIGHT: 15.05pt; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">40 anos </span></p></td>
        <td valign="top" width="132" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 99pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; HEIGHT: 15.05pt; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt">
          <p>&nbsp;</p>
          <p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 8.5pt">R$ 1.093,09</span><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
    </tbody>
  </table>
<p><span><strong>Dicas milionárias</strong></span></p>
<p><u>Mantenha a disciplina</u> – No início pode parecer um sonho impossível, mas não desanime. Quanto mais o tempo passa, maior será seu prazer ao conferir os rendimentos, pois o efeito dos juros sobre juros começará a aparecer. A evolução da sua fortuna se dará de forma exponencial. Muitos economistas recomendam que no começo da jornada se coloque o máximo que puder na reserva, pois isso pode encurtar bastante o caminho ao objetivo.</p>
<p><u>Mude seu comportamento</u> – O objetivo de chegar ao primeiro milhão exige algumas decisões, como abrir mão daquele tênis importado ou parar de almoçar todo dia em um ótimo restaurante. Preste atenção aos pequenos gastos do dia a dia. </p>
<p><u>Não despreze a inflação</u> – Ter R$ 1 milhão hoje não vai significar a mesma coisa daqui a 40 anos. Na hora de calcular quanto o dinheiro está rendendo, subtraia a inflação para descobrir qual é, de verdade, a taxa que você conseguiu. Uma boa dica é calcular as contribuições mensais com base numa porcentagem do salário. Em vez de investir um valor fixo por mês, é melhor guardar sempre, por exemplo, 5% do contracheque. </p>
<p><u>Resista à tentação</u> – Haverá um momento em que a reserva, já na casa das centenas de milhares de reais, começará a seduzi-lo. Mantenha o foco. Nessa hora o melhor é não enxergar o montante, e sim os rendimentos que ele está trazendo. </p>
<p><u>Aprenda sobre investimentos</u> – Dedique meia hora do dia para se informar sobre finanças. Parece difícil, mas esse é um costume muito prezado pelos ricos. Seja em jornais, revistas, internet, com amigos, parentes ou profissionais de finanças, faça disso um hábito.</p><a href="http://www.icatuseguros.com.br/PortalIh/main.asp?View=%7b43995CF0-76F4-4616-B1B1-2E00AD16ECBD%7d?id=simvgbl"><span style="COLOR: #ff771c">Clique aqui e saiba quanto poupar para acumular R$ 1 milhão.</span></a> 
<p>(Com informações do artigo Um Milhão em 10 Mandamentos, de Pedro Henrique de Carvalho)</p><span>
  <p><em>*Simulação feita com base na renda mensal temporária por 15 anos, a uma taxa de rentabilidade anual de 8%. </em><em>As informações e análises contidas neste site têm propósito informativo. Não são, portanto, recomendações financeiras, legais, fiscais, contábeis ou de qualquer outra natureza. A Icatu Seguros não se responsabiliza por qualquer decisão tomada com base nas informações contidas neste site.</em></p></span>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O Acordo do Clima</title>
      <pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:02:01 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2193</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>De 7 a 18 de dezembro, líderes de 192 países estarão reunidos em Copenhague (Dinamarca) para a 15ª Conferência das Partes (COP-15) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima. Juntos, eles tentarão chegar a um acordo sobre o que precisa ser feito em relação ao aquecimento global, que está colocando em risco a sobrevivência da civilização humana no planeta.</p>
<p>Apesar de o evento acontecer anualmente há uma década e meia, com o propósito de encontrar soluções para as mudanças climáticas, este ano tem uma importância especial. Espera-se que, desta vez, finalmente, chegue-se a um acordo global com metas quantitativas para os países ricos e compromissos de redução de emissões que possam ser mensurados, reportados e verificados para os países em desenvolvimento. </p>
<p>A enorme expectativa de governos, ONGs, empresas e pessoas interessadas em saber como o mundo vai resolver a ameaça das mudanças climáticas tem sua razão. Afinal, de acordo com o 4º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle.</p>
<p>A retenção de calor na superfície terrestre pode influenciar fortemente o regime de chuvas e secas em várias partes do planeta, afetando plantas, animais e seres humanos. Entre as consequências, estão alterações drásticas no meio ambiente, como a transformação de florestas em savanas, a escassez de água, a redução da produção de alimentos, o derretimento das geleiras, o aumento do nível do mar, a migração em massa de populações e o aumento de doenças.</p>
<p>Para frear o aumento da temperatura, a saída é reduzir a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, que são responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre. O ideal é que a quantidade de carbono não ultrapassasse os 350ppm, no entanto, o número atual é de em 387ppm e cresce 2ppm por ano. </p>
<p>Diminuir a emissão de gases de efeito estufa, por sua vez, implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. E são compromissos ligados a essas mudanças o que se espera da conferência do clima em Copenhague.</p>
<p><strong>Responsabilidades comuns</strong></p>
<p>A Convenção vai trabalhar com o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Isso significa que os países industrializados, que começaram a emitir mais cedo e lançam uma quantidade maior de CO2 e outros gases de efeito estufa na atmosfera em função de seu modelo de crescimento econômico, devem arcar com uma parcela maior na conta do corte de carbono. Por isso, a expectativa é de que os países ricos assumam metas de redução de 25% a 40% de seus níveis de emissão em relação ao ano de 1990, até 2020. </p>
<p>Os países em desenvolvimento, por sua vez, se comprometem a reduzir o aumento de suas emissões, fazendo um desvio na curva de crescimento do “business as usual” e optando por um modelo econômico mais verde. É isso o que fará com que Brasil, Índia e China, por exemplo, possam se desenvolver sem causar impacto no clima, diferentemente do que fizeram os países ricos. <br />Para manter o mínimo controle sobre as consequências do aquecimento global, a concentração mundial de carbono precisa ser estabilizada até 2017, quando deve começar a cair, chegando a ser 80% menor do que em 1990. </p>
<p>O Brasil chegou em Copenhague com uma delegação de cerca de 700 pessoas. O grupo é composto por representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de parlamentares, empresas, ONGs e movimentos sociais. A comitiva do governo brasileira é coordenada pela Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhada por ministros de Estado. Cada ministério conta ainda com um grupo técnico restrito, formado por diplomatas a assessores especiais. </p>
<p>(Fontes: sites Mercado Ético, Planeta Sustentável e Folha On-line)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Não deixe seu cérebro sabotar seus planos </title>
      <pubDate>Mon, 07 Dec 2009 11:45:36 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2191</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>O mesmo cérebro que planeja como será poupada parte do salário é o que sabota o plano. Quem se esforça tanto para investir e acaba gastando em compras e mais compras sabe o que isso significa. Só não sabe por que podemos nos tornar nossos próprios inimigos quando o assunto é planejamento financeiro.</p>
<p>A ciência explica. O motivo para deixar de poupar hoje é o mesmo que nos leva a ficar só mais um pouquinho na cama, mesmo depois de o despertador ter acordado toda a vizinhança – e de termos planejado, na noite anterior, acordar cedo. Os estudiosos chamam esse comportamento de “desconto hiperbólico”: é natural subestimarmos o esforço necessário para tarefas futuras.</p>
<p>O psicólogo Keith Stanovich, pesquisador de decisões na Universidade de Toronto, no Canadá, afirma que esse fenômeno muda nossas preferências ao longo do tempo: “Planos feitos anteriormente serão abandonados adiante, e, num momento ainda posterior, ter abandonado o plano será motivo de arrependimento.”</p>
<p><strong>Hoje x amanhã</strong></p>
<p>Daí porque às vezes parece tão penoso investir todo mês. Ou seja, esforçar-se hoje, para usufruir no futuro. Diferentemente de usar o cartão de crédito: beneficiar-se hoje e arcar com os custos depois. Mas a ciência também explica o uso irracional do dinheiro de plástico. Estamos à mercê de “sequestros emocionais” quando estamos tête-à-tête com algo irresistível, explicam. Nesses momentos, não pensamos; sentimos. </p>
<p>E o que dizer da “confiança excessiva”? Esse é um comportamento típico dos jovens. Eles sempre acham que o futuro vai ser melhor. Por isso, guardar dinheiro para quê? Mas poupar é preciso, investir mais ainda, e se o objetivo é a aposentadoria, é preciso começar agora. Economizar deve tornar-se um reflexo automático. </p>
<p>Poupar é possível:</p>
<p>• Deixe de lado decisões elaboradas que precisem de muita análise – prefira as medidas simples e práticas, como poupar todo mês um percentual do salário; <br />• Tente associar gastos imprevistos com punição e poupança com algum prazer (como ganhar presentes);<br />• Quanto antes você começar a poupar, melhor. O ideal é iniciar ainda jovem, para criar o hábito. </p>
<p>(Fonte: revista Época)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Economize dinheiro e esbanje felicidade</title>
      <pubDate>Wed, 02 Dec 2009 09:41:18 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2185</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Para muitos, o espírito natalino se resume ao corre-corre das compras, idas ao shopping e dívidas no cartão de crédito. Em breve, as empresas pagarão o 13º salário e o comércio vai fazer de tudo para ficar com esse dinheiro. Mas, antes de cair na tentação das compras, que tal planejar uma forma de curtir o final de ano longe do consumismo?</p>
<p>Segundo Susan Linn, da CCFC (Campaign for a Commercial-Free Childhood), ao desviar o foco e a energia da família do hábito de comprar, podemos criar tradições que se tornam momentos inesquecíveis e ansiosamente aguardados todos os anos. Para incentivar o consumo consciente, o Instituto Akatu propõe o planejamento das compras: é preciso avaliar os impactos do seu consumo e pensar se realmente o produto ou serviço é necessário. Mas, para economizar dinheiro e esbanjar felicidade, é possível fazer muito mais nesse final de ano. </p>
<p><strong>Veja as dicas que selecionamos para você</strong> </p>
<p><u>Inove nos presentes</u> <br />Use a criatividade e faça você mesmo o presente que dará aos seus amigos ou familiares: um álbum de retratos, o doce predileto da pessoa querida... Mesmo que tenha custado muito pouco, é o tempo dedicado àquela lembrança que dá a ela o seu valor.</p>
<p><u>Renove a tradição</u><br />Crie atividades que expressem o espírito, a cultura e o significado social de cada data. Encontre tempo para ler para as crianças contos da sua tradição cultural, prepare comidas típicas da época, envolva os seus filhos efetivamente mais em dar do que em receber. </p>
<p><u>Ganhe tempo, desligue a TV <br /></u>Tire meia horinha depois do jantar para escrever cartões de boas-festas, quinze minutos para ler o seu conto favorito para os filhos, meia hora para dar uma caminhada com a família, dez minutinhos para ler antes de dormir ou conversar com o companheiro.</p>
<p><u>Pratique a solidariedade<br /></u>Dê presentes artesanais feitos por comunidades tradicionais ou elaborados a partir de produtos reciclados feitos por cooperativas ou entidades do terceiro setor. Doe o que não lhe serve mais. O que não tem serventia para você pode ser muito útil para outros.</p>
<p><u>Diga não aos produtos piratas <br /></u>Evite a tentação do preço baixo. Não compre produtos piratas ou contrabandeados. E não se esqueça de pedir nota fiscal. Quanto aos brinquedos, prefira os educativos e veja se possuem o selo da Abrinq (Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedo). </p>
<p><u>Consuma de forma sustentável<br /></u>Compre verde, compre (de comércio) justo, compre perto de casa e, acima de tudo, compre menos. Informe-se e escolha produtos de empresas social e ambientalmente responsáveis. Caso tenha dúvidas, consulte o Guia de Empresas e Produtos do Instituto Akatu <a href="http://www.centroakatu.org.br/">http://www.centroakatu.org.br/</a>.</p>
<p><u>Evite o excesso de embalagens <br /></u>Na hora de embrulhar os presentes, opte por embalagens duradouras ou mais simples e que possam ser reutilizadas. O que não puder ser reaproveitado, separe e encaminhe para reciclagem.</p>
<p><u>Economize para as contas do início do ano, como IPVA e IPTU</u> <br />Antes de gastar dinheiro, faça uma reserva para os pagamentos de início de ano, como IPVA, IPTU e despesas com educação. Procure comprar à vista e pedir descontos. No caso de compras a prazo, verifique a taxa de juros e pense bem se a despesa está adequada ao seu orçamento.</p>
<p><u>Invista no seu futuro<br /></u>Fazer uma contribuição extra para o seu plano de previdência ou dar um plano de presente para quem você gosta pode ser uma ótima forma de desejar paz e prosperidade por muitos e muitos anos.</p>
<p>(09/11/2009 - com informações do Manual CCFC Para Boas-Festas Sem Consumismo e do Instituto Akatu)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>WWF lança campanha para executivos viajarem menos</title>
      <pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:42:16 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2184</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Você realmente precisa viajar hoje para fechar negócios ou fazer reuniões? Essa é a pergunta que a ONG WWF pediu para executivos e grandes corporações britânicas realizarem antes de embarcar no próximo voo para um compromisso de trabalho. Graças às inovações da comunicação à distância, como videoconferências, chamadas ou reuniões via internet, hoje é possível evitar excessivas viagens de avião. A atitude pode reduzir gastos das empresas e também efeitos negativos ao meio ambiente, como a emissão de carbono e gases do efeito estufa. </p>
<p>Por isso, a instituição lançou a campanha “Dia de Cuidado com o Clima” (Climate Care Day, em inglês), que incentiva as companhias britânicas a passarem um dia sem voar a trabalho. Em parceria com a Arkadin (empresa especializada em soluções de conferência), a meta da ação é frear em 20% os voos de negócios até o fim de 2013. O motivo é que o sistema de aviação responde por até 9% dos impactos da humanidade na mudança climática. </p>
<p>Até o momento cinco empresas aderiram à campanha. Para isso, elegeram um dia específico em que ninguém viajará de avião. Durante todo esse dia, a empresa contratará os serviços de comunicação da Arkadin. Assim, todo o dinheiro recebido com a iniciativa será direcionado ao WWF para ações preventivas em prol do clima. Essa é a dinâmica para participar. </p>
<p>Uma boa notícia é que estudo da WWF com 100 das principais empresas britânicas mostrou que suas políticas de viagem são muito promissoras: 62% estão diminuindo os efeitos gerados por voos; 89% esperam voar bem menos nos próximos dez anos; e 85% acreditam que videoconferência é uma boa alternativa para atingir essas metas.</p>
<p>Razões para aderir à causa:<br />• Redução de custos empresariais;<br />• Otimização do tempo no trabalho;<br />• Planejamento e revisão da política de viagens corporativas;<br />• Ajuda na diminuição dos impactos gerados no clima, preservando o planeta;<br />• Diversas companhias estão se engajando no movimento.</p>
<p><a href="http://www.panda.org/how_you_can_help/greenliving/travel/travel_free_climate_care_day_/">Saiba mais sobre a campanha!</a></p>
<p>Fonte: Site do WWF no Reino Unido. </p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Metade dos bebês de hoje chegará aos cem anos</title>
      <pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:36:18 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2183</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>A expectativa de vida cresce a passos largos principalmente nos países desenvolvidos. Se completar um centenário de vida parecia extraordinário, a partir de agora será cada vez mais fácil. Estudo da revista médica britânica The Lancet (baseado na análise de índices de qualidade de vida) revela que metade dos bebês nascidos hoje em dia alcançará cem anos. Além de viver mais, essa geração terá menos limitações físicas e doenças.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p>
<p>A população das nações mais ricas já aumentou sua expectativa de vida em mais 30 anos. Chegar aos 90 era possível para 15% das mulheres e 12% dos homens em 1950. Nos 30 países mais desenvolvidos, esses valores chegaram a 37% (elas) e 25% (eles) em 2002. Mesmo sem melhoria no sistema de saúde dos países com maior expectativa de vida (Japão, Suécia e Espanha), estima-se que 75% das crianças vão atingir 75 anos. </p>
<p>Isso quer dizer que serão necessários cada vez mais investimentos e iniciativas para melhorar as condições de vida da terceira idade. A dica é que os países encontrem condições de manter a habilidade funcional das pessoas. A população dos países desenvolvidos estará muito mais velha do que a atual em 2050. Na Alemanha, por exemplo, para cada 100 indivíduos entre 15 e 64 anos, há 29 que estão na terceira idade; mas em 2056, existirão 60 idosos. Por isso, planejar o futuro está se tornando uma exigência para viver mais com qualidade de vida.</p>
<p>Uma opção para garantir o padrão de vida é investir em previdência privada. Os planos de aposentadoria que seguem o conceito de ciclo de vida – e a aplicação dos recursos acompanha a faixa etária dos participantes – podem ser grandes aliados. Nessa linha, a Icatu Seguros oferece a família de fundos Minha Aposentadoria, que facilitará a vida dos que ainda vão viver bastante.</p>
<p><a href="http://www.icatuseguros.com.br/portalih/main.asp?ViewID=%7B63877F9B%2DC070%2D4B83%2D8A95%2D69B3500319A3%7D&params=itemID=%7B11789B2F%2D31FA%2D4C1F%2D824D%2D94621A986F79%7D;&UIPartUID=%7BD90F22DB%2D05D4%2D4644%2DA8F2%2DFAD4803C8898%7D">Saiba mais sobre o Minha Aposentadoria.</a> </p>
<p>Fonte: jornal O Globo</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Trabalhe conosco</title>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:08:13 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2166</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Todos os funcionários envolvidos diretamente com o Projeto FIB são funcionários da Icatu Seguros. Portanto, caso você tenha interesse em tentar uma vaga, é preciso que entre em <a href="http://www.icatuseguros.com.br">http://www.icatuseguros.com.br</a> e acesse o link "trabalhe conosco". Lá, você poderá inscrever o seu currículo e aguardar uma oportunidade para trabalhar com a gente.</p>
<p>Você também pode se envolver com o Projeto FIB multiplicando essa idéia. Pode ser para seus amigos próximos e familiares ou também em blogs e comunidades. O importante é possibilitar que mais pessoas conheçam o conceito e possam investir cada vez mais na felicidade de cada um.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Quem sua a camisa malha o cérebro</title>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:54:32 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2162</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Os adeptos da corrida, que buscam as esteiras, praias e parques em busca da boa forma, têm um incentivo a mais para suar a camisa. Uma pesquisa da Universidade de Illinois, publicada na revista do American College of Sports Medicine, mostrou que atividades aeróbicas estimulam a inteligência. O estudo, feito com universitários, reforça a tese de trabalhos anteriores, de que os exercícios aeróbicos levam a mudanças em diversas regiões do cérebro. </p>
<p>Ainda não se sabe ao certo como isso ocorre. Uma possibilidade é que o exercício desencadeie uma série de mudanças bioquímicas no sangue, que levariam ao cérebro mensagens estimulantes. Segundo a Alzheimer's Association, ser uma pessoa ativa fisicamente ajuda a garantir que o sangue rico em oxigênio espalhe-se por todas as partes do corpo, incluindo o cérebro. Adicionalmente, a atividade corporal fortalece o crescimento e a conexão das células, o que significa que o exercício parece realmente ajudar as pessoas a aprender e crescer ao longo da vida.</p>
<p>Exercitar-se parece ser um dos melhores hábitos que uma pessoa pode adotar para melhorar o funcionamento do cérebro. Mas há outros. Manter uma dieta saudável, de baixa caloria e baixo colesterol, também é muito importante. A qualidade do sono é outro fator que parece influir na saúde do cérebro, conforme estudos. A maioria das pessoas necessita de uma média de oito horas de sono, mas isso varia com a idade. Outra recomendação dos estudiosos é manter a rede de relacionamento ativa. Além de estimular a sensação de conforto e bem-estar, passar tempo com velhos e novos amigos desafia o cérebro a lembrar de nomes, detalhes e conexões entre pessoas e fatos.</p>
<p>Quem já entendeu que o futuro começa&nbsp;nas ações de hoje&nbsp;e se preocupa em manter o padrão financeiro na aposentadoria não pode descuidar da saúde do corpo e do cérebro. A boa notícia é que os hábitos apontados pelos pesquisadores são acessíveis à grande maioria das pessoas e não requerem, necessariamente, investimento de dinheiro.</p>
<p>(06/11/2009 - fontes: jornal O Globo e Discovery Health)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Benefícios fiscais aumentam ganhos dos planos de previdência</title>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 11:11:24 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2153</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Por estimularem a poupança de longo prazo, planos de previdência complementar oferecem benefícios fiscais a seus participantes. Seja no PGBL ou no VGBL, quanto mais tempo o dinheiro permanecer aplicado, maior será o ganho financeiro, já que a tributação do Imposto de Renda (IR) incide somente no momento do resgate. Cada plano tem uma forma diferente de calcular o imposto e é importante que o contratante conheça esses mecanismos para tirar o máximo proveito das vantagens.</p>
<p>No PGBL ou num plano tradicional, o imposto é calculado sobre o montante acumulado. Nesse caso, as contribuições efetuadas podem ser deduzidas do IR até o limite de 12% da renda bruta anual tributável¹ do participante. Essa vantagem favorece quem tem imposto a pagar – e, portanto, pode se beneficiar da dedução –, ou quem declara pelo formulário completo. Veja o exemplo:</p>
<p align="center"><strong>BENEFÍCIO FISCAL NO PGBL</strong></p>
<p>
  <table cellspacing="2" cellpadding="2" width="399" align="center" border="0">
    <tbody>
      <tr>
        <td></td>
        <td align="center" bgcolor="#666699"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #cccccc; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sem PGBL</span></strong></td>
        <td align="center" bgcolor="#666699"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #cccccc; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com PGBL</span></strong></td>
      </tr>
      <tr>
        <td width="159" bgcolor="#33cc99"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Renda bruta anual</span></td>
        <td width="110" bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 100.000,00</span></td>
        <td width="110" bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 100.000,00</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#33cc99"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Contribuição PGBL</span></td>
        <td bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 0,00</span></td>
        <td bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 12.000,00</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#33cc99"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Base de cálculo para IR</span></td>
        <td bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 100.000,00</span></td>
        <td bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 88.000,00</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#33cc99"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">IR a pagar</span></td>
        <td bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 19.544,72</span></td>
        <td bgcolor="#e8e8e8"><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #666666; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 16.244,72</span></td>
      </tr>
      <tr>
        <td bgcolor="#ffcc99"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Economia anual de IR</span></strong></td>
        <td bgcolor="#ffcc99">
          <div align="center"><span style="COLOR: #333333"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">-</span></strong></span> 
          </div></td>
        <td bgcolor="#ffcc99"><strong><span style="FONT-SIZE: x-small; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">R$ 3.300,00 </span></strong></td>
      </tr>
    </tbody>
  </table></p>
<p>No caso do VGBL, as contribuições não podem ser deduzidas do IR. Entretanto, o imposto é calculado somente sobre os rendimentos obtidos. Por isso, o plano é indicado para quem declara pelo formulário simplificado, não tem imposto a pagar ou já superou o teto permitido para dedução das contribuições para o PGBL.</p>
<p><strong>Diferimento fiscal</strong> </p>
<p>Tanto no PGBL como no VGBL, o imposto é cobrado apenas no momento do resgate (diferimento fiscal), o que faz com que a reserva cresça com o efeito dos juros sobre juros. Essa é uma das características que fazem do plano de previdência um dos melhores investimentos de longo prazo. Nos fundos de investimento, por exemplo, o IR é recolhido a cada semestre (o que é conhecido como “come-cotas”). </p>
<p>A previdência conta ainda com uma outra vantagem fiscal: o participante pode escolher como será a tributação do IR, podendo optar pela Tabela Progressiva ou pela Regressiva. A Progressiva segue as mesmas alíquotas aplicadas aos salários, cujos percentuais variam de zero (isento) a 27,5%, dependendo do valor resgatado. Já na Regressiva a alíquota começa mais alta, 35%, para investimentos mantidos por menos de dois anos, e vai caindo à medida que o dinheiro permanece investido, até atingir 10% para depósitos mantidos por dez anos ou mais. </p>
<p><strong>Tenha certeza de que está aproveitando ao máximo as vantagens do seu plano. </strong><a target="_blank" href="https://www.icatuseguros.com.br/PortalClienteOnLine/Simuladores/Fiscalnovo/index.asp?CodVeiculo=1002&txtexibirlogo=S&id=simbenef"><strong>Entre no nosso simulador de Orientação e Benefício Fiscal</strong></a></p>
<p>¹Para utilização do benefício fiscal, é necessário que o participante contribua para a previdência oficial.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Acompanhe a evolução do seu índice de felicidade</title>
      <pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:43:09 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2135</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[<p>Você já avaliou se prioriza o que realmente importa para viver bem? Quem não sabe por onde começar pode contar com o Teste de Felicidade do Projeto FIB (Felicidade Interna Bruta). Desde outubro, a ferramenta disponível no site <a href="http://www.felicidadeinternabruta.com.br/">http://www.felicidadeinternabruta.com.br/</a> traz mais orientação para o internauta: além de apontar e explicar o grau de felicidade do jogador, o teste permite acompanhar a evolução desse índice ao longo do tempo.</p>
<p>Depois de responder às perguntas do teste, é possível consultar um gráfico que mostra o desempenho do internauta por categorias: corpo, bolso, mente e mundo. Assim, fica mais simples rever atitudes e mudar comportamentos. Veja o exemplo:</p>
<p align="center"><img src="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/e-news/2009/10/img/curtas/gFIB1.gif" /></p>
<p>Quem refizer o teste regularmente e inserir o e-mail no campo “Acompanhe a evolução do seu índice FIB” vai visualizar um histórico do seu comportamento, em gráficos, sempre que refizer o teste. Assim:</p>
<p align="center"><img src="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/e-news/2009/10/img/curtas/gFIB2.gif" /></p>
<p align="center"><img height="213" width="400" src="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/e-news/2009/10/img/curtas/gFIB3.gif" /></p>
<p>Outra novidade é que as pessoas podem compartilhar o teste ou o seu índice FIB com os amigos por e-mail e Twitter. Também é possível divulgar o selo com o resultado em blogues.</p>
<p><strong>Benefícios de associar o e-mail ao teste FIB</strong></p>
<ul>
  <li>Acompanhar a sua evolução em cada quesito (corpo, bolso, mente, mundo); </li>
  <li>Receber dicas para melhorar o resultado; </li>
  <li>Agendar a data em que deseja repetir o teste posteriormente. </li>
</ul>
<p>Faça agora o teste e descubra o seu índice de felicidade!<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Criatividade, seu diferencial no século XXI</title>
      <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:47:07 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2117</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Solte a imaginação. Mais do que competência ou dedicação, as grandes corporações do mundo estão atrás de criatividade. Profissionais com capacidade de criar, inovar, fazer diferente, quebrar padrões e de ousar são as apostas das empresas do século XXI. </p>
<p>Segundo Richard Florida, professor de Administração e Criatividade na Escola de Administração Rotman, da Universidade de Toronto (Canadá), autor do livro Rise of the Creative Class (A Ascensão da Classe Criativa), há em curso uma revolução no mundo das profissões. Para Florida, a era do conhecimento testemunha o nascimento da "cultura criativa" em oposição à "cultura corporativa". Atualmente, a capacidade de realizar tarefas corretamente não é mais a mercadoria que os empregados vendem aos empregadores. Isso seria a característica da cultura corporativa, com suas empresas altamente hierarquizadas. Na era criativa, as pessoas vendem, acima de tudo, sua capacidade de pensar.</p>
<p>Pesquisador de macrotendências trabalhistas, o alemão Matthias Horx também afirma que a criatividade será a qualificação profissional do século XXI. Sua tese é de que hoje as empresas priorizam a contratação de profissionais criativos e capazes de apontar as tendências setoriais. Capacidade de criação, envolvimento, inovação e iniciativa são alguns dos requisitos mais solicitados. </p>
<p><strong>Dinheiro não é tudo</strong></p>
<p>Outro ponto levantado por Horx é que o novo mundo do trabalho não é apenas uma corrida por melhores salários, mas também por desafios. Os profissionais querem ter o prazer de criar uma obra inédita, um produto novo, um experimento científico que ninguém tinha pensado antes. Para ele, o profissional inovador busca trabalhos que ofereçam a possibilidade de crescer profissionalmente, agregar valor à empresa, trabalhar em equipe e tomar iniciativa. Flexibilidade de horários e variedade cultural também são fatores que pesam na hora da escolha do trabalho. </p>
<p>Os profissionais de sucesso do século XXI não exploram a criatividade apenas no local de trabalho. Segundos estudos de Florida, que também lecionou em instituições como Universidade Carnegie Mellon, MIT e Harvard, as horas de lazer são valiosas para estimular o cérebro. Ler bastante, freqüentar cinema e teatro, viajar para conhecer outras culturas, ter um hobby que exige atenção constante – como jogos de computador ou esportes radicais – constitui um padrão entre os que são bem-sucedidos em suas profissões.</p>
<p><strong>Dicas para estimular a criatividade</strong></p>
<p>Para estimular a criatividade, o psicólogo, consultor e autor de livros sobre comportamento, Floriano Serra, tem uma boa dica. Ele recomenda três perguntas “mágicas” que devemos sempre nos fazer. A primeira é “E se?”. Tudo aquilo que um dia foi criado e inventado começou por essa pergunta. A segunda é “E por que não?”. Sem uma postura receptiva, uma excelente ideia pode morrer na hora. A terceira pergunta é "E que mais?". Quanto mais ideias, melhor. Depois, a dica é fazer uma lista e definir as prioridades. </p>
<p>(fontes: jornal Gazeta Mercantil e revista In online)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Desenvolva sua inteligência financeira</title>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2009 18:35:04 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2112</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Até bem pouco tempo, inteligente era aquela pessoa com capacidade de resolver problemas complexos por meio do raciocínio lógico num teste de QI. Depois, estudiosos alertaram para a existência de outros tipos de inteligência, como a emocional, a verbal, a visual, a musical, a corporal, a lógica, a interpessoal e a subjetiva. Ao lançar a série de livros Pai Rico, Pai Pobre, o empresário e investidor Robert Kiyosaki criou um novo conceito: a inteligência financeira. Ou seja, a habilidade intelectual de alguns privilegiados para criar e multiplicar patrimônio. Mas, se você acha que esse não é um talento inato seu, a boa notícia é que esse tipo de inteligência também pode ser desenvolvido. </p>
<p>Inteligência financeira é a capacidade de administrar de forma racional e inteligente os recursos econômicos e financeiros, fazendo com que o dinheiro e o patrimônio trabalhem a seu favor. Para chegar lá, aprender a equilibrar razão e emoção é o primeiro passo. Afinal, salvo se você herdou uma grande fortuna ou ganhou na loteria, a construção de um patrimônio é, em geral, o resultado de anos de planejamento, disciplina, criatividade e aprendizado constante. </p>
<p>Mas planejamento financeiro, infelizmente, não se aprende na escola. Passamos anos e anos desenvolvendo as habilidades para sermos bem-sucedidos na profissão, aprendemos a ganhar dinheiro, mas não a gastá-lo de forma inteligente, racional e produtiva. Não por acaso existem executivos com altos salários atolados em dívidas. Já que os livros escolares ou acadêmicos não tocam no assunto (exceto se você estudou administração de empresas, economia ou algo do gênero), cabe a você se informar e aprender formas de desenvolver a sua inteligência financeira.</p>
<p><strong>Saiba como desenvolver a sua:</strong></p>
<p>• Em primeiro lugar, tenha consciência de que dinheiro é um elemento de troca. O responsável pelas trocas feitas com esse dinheiro é você. Portanto, procure fazer suas escolhas valorizando o esforço que fez para consegui-lo;</p>
<p>• "Quem não administra tostão nunca chega a milhão." Para um dia poder administrar uma grande fortuna, aprenda primeiro a cuidar de pequenas quantias. Fazer um orçamento mensal para registrar receitas e despesas e saber qual a sua real situação financeira é uma boa providência;</p>
<p>• Evite comprar a prazo e dê preferência a pagamentos à vista com desconto. Negocie sempre antes de comprar e não tenha vergonha de pechinchar. Só pague com cartão de crédito se puder quitar o saldo total no vencimento; não parcele as despesas – os juros, em geral, são altíssimos;</p>
<p>• Sempre que for às compras, faça uma lista do que realmente está precisando. Isso vale não só para supermercado, mas para qualquer tipo de despesa;</p>
<p>• Evite todo e qualquer desperdício: luz, água, telefone, alimentação, até mesmo no uso de papel ou cartucho de impressoras;</p>
<p>• Poupe antes de gastar. Tenha disciplina para investir todo mês uma quantia. Os planos de previdência e títulos de capitalização são boas ferramentas nesse sentido;</p>
<p>• Crie metas ao investir. Tenha claro o que você deseja conquistar com o seu dinheiro no futuro. Estabeleça prazos. Se esses pontos não estiverem claros, pode ser difícil manter a motivação para o investimento mensal;</p>
<p>• Evite comprar por impulso. Por ser 100% emocional, ou seja, sem interferência da razão, esse tipo de compra é quase sempre desnecessário e pode representar um rombo no orçamento;</p>
<p>• Aprenda a identificar e controlar as emoções envolvidas nas suas decisões financeiras. Se você sentir que anda descontrolado, gastando demais, talvez o melhor seja contar com a ajuda de um terapeuta;</p>
<p>• Leia e mantenha-se informado. As estantes das livrarias estão cheias de títulos ligados à educação financeira. Na internet, você também encontra uma infinidade de sites, blogues e informações sobre o assunto. Pesquise.</p>
<p>Com informações do site Finanças Pessoais, Ícaro Queiroz, dicas da consultora financeira Elaine Toledo.</p>
<p>Quer saber quanto você precisa economizar para manter seu padrão de vida no futuro? Use nosso simulador Target®.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Por um alimento bom, limpo e justo</title>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2009 12:20:23 -0200</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2109</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>Muita gente já ouviu falar de Slow Food, mas poucos sabem o que ele significa na prática. Pelo menos no Brasil. O movimento que reúne mais de cem mil sócios em 130 países surgiu como resposta aos efeitos padronizadores do fast food. Em tempos de aquecimento global, sua filosofia não poderia ser mais oportuna: conjugar o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o “prato” e o planeta.</p>
<p>O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos, fundada na Itália, em 1986. Seguindo o conceito da ecogastronomia, surgiu em contraponto ao ritmo frenético da vida atual, ao desaparecimento das tradições culinárias regionais e ao decrescente interesse das pessoas na sua alimentação. Na Europa, e mais ainda nos EUA, o Slow Food se expande rapidamente. Do ano 2000 para cá, reuniu 14 mil sócios e 155 “convivia” (grupos locais formados por associados, que atuam em cada lugar), nos EUA. Já na América Latina, o movimento cresce mais devagar. No Brasil existem cerca de 600 sócios e 20 convivia.</p>
<p>Como disse o agricultor e poeta norte-americano Warren Berry, "Comer é um ato agrário”. De acordo com a filosofia do Slow Food, o alimento deve ser bom, limpo e justo. Bom porque deve ser saboroso, de qualidade. Limpo porque deve ser cultivado da maneira mais natural possível, sem agrotóxicos, seguindo as tradições regionais de cada lugar. Justo porque quem planta, colhe, pesca, cria deve receber o merecido pelo seu trabalho. </p>
<p><strong>Em prática</strong><br />&nbsp;<br />Parece difícil colocar tudo isso em prática nos grandes centros urbanos? Margarida Nogueira, fundadora do primeiro convivia no Brasil, esclarece que o consumidor consciente, informado e exigente se torna co-produtor, na medida em que privilegia esses aspectos. “Nossa lista de compras deve ser feita pensando no prato, no planeta e na saúde da família”, orienta Margarida. Já existem até grupos de consumidores que se associam e fazem as compras juntas, como a Rede Ecológica, no Rio de Janeiro. </p>
<p>Ignorar as fortes relações entre prato e planeta, entre natureza e bem comer, entre tradição e tecnologia parece mesmo impossível. Principalmente para os gastrônomos do século XXI. Por isso, o Slow Food conta até com uma universidade. Única do gênero no mundo, a Universidade de Ciências Gastronômicas, na Itália, é um centro internacional de formação e investigação, ao serviço de quem trabalha para uma agricultura renovada, pela preservação da biodiversidade e por uma relação orgânica entre gastronomia e ciências agrárias. </p>
<p>Saiba mais sobre o <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/">Slow Food</a> </p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Informações sobre reciclagem</title>
      <pubDate>Fri, 09 Oct 2009 15:15:24 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2104</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>A Icatu Seguros criou no Dia do Meio Ambiente, 05 de junho, um guia sobre os três Rs do consumo sustentável: reduza, reaproveite e recicle. São dicas e informações sobre reciclagem e consumo consciente, além de indicações de sites sobre o assunto.</p>
<p>Confira através do link <a target="_blank" href="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/fib/meioambiente/2009/3Rs.pdf"><span style="TEXT-DECORATION: none; text-underline: none"><span style="COLOR: #000080"><strong>Guia Rs</strong></span>.</span><span style="COLOR: windowtext; TEXT-DECORATION: none; text-underline: none">&nbsp;</span></a>.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Prepare seu cérebro para chegar aos 100</title>
      <pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:24:44 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2103</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Com os avanços da medicina, viver ou até ultrapassar os 100 anos é uma possibilidade cada vez mais real. Mas o que adianta chegar lá sem saúde física ou mental? Fazer exercício, alimentar-se bem, não fumar e beber com moderação são cuidados importantes para quem deseja ganhar anos de vida. Mas é preciso cuidar também da cabeça. Afinal, como qualquer outro órgão do corpo, o cérebro envelhece e pode perder as suas capacidades. A partir de estudos, neurocientistas e pesquisadores recomendam exercícios capazes de manter o cérebro em forma. 
<p>Segundo os estudiosos, é possível exercitar o seu cérebro de várias formas e não apenas por meio de um sério estudo acadêmico. Ler, fazer palavras cruzadas ou aprender uma nova língua são as atividades mais recomendadas até agora. Mas conversar, dormir bem, não embarcar em pensamentos negativos e dar boas gargalhadas também podem fazer muito pela saúde cerebral. </p>
<p>Vale até dedicar-se à arte do malabarismo, só não pode parar e deixar o cérebro enferrujar. Pesquisas recentes usando estudos de imagens demonstraram aumento da atividade e de conexões no cérebro de pessoas com mais de 50 anos que aprenderam malabarismo num curso de três meses. Mas, o efeito positivo em seus cérebros durou apenas o tempo em que eles permaneceram praticando as novas habilidades.</p>
<p><strong>Fale, fale, fale</strong><br />Passar, pelo menos, dez minutos por dia falando com outra pessoa pode melhorar a memória. Segundo pesquisadores da Universidade de Michigan, um simples bate-papo é tão efetivo como passar dez minutos fazendo palavra cruzada. De qualquer forma, as duas atividades são mais benéficas que passar o mesmo tempo em frente à TV.</p>
<p><strong>Cultive amizades</strong><br />Estudos recentes mostram que pessoas que mantêm uma rede social ativa costumam também viver muito e usufruir uma qualidade de vida melhor. Cultivar bons relacionamentos mantém a acuidade do cérebro aguçada, dando às pessoas a chance de interagir e aprender mais sobre o ser humano.</p>
<p><strong>Mantenha a pressão baixa</strong><br />A pressão sanguínea alta (hipertensão) danifica as artérias e aumenta o risco de derrame cerebral, o que contribui para o declínio mental. Consultar regularmente o médico e manter a pressão abaixo de 120/80 mm/Hg é a indicação dos estudiosos.</p>
<p><strong>Durma bem</strong><br />Pesquisa recente sugere que dormir demais ou muito pouco pode aumentar o risco de derrame, o que é uma preocupação para a saúde cerebral ao longo dos anos. Quase todo mundo teve a experiência de se sentir menos “inteligente” depois de uma noite mal dormida, mas os dados sugerem que padrões de sono ininterruptos são mais frequentemente associados com o risco de demência do que se pensava. Se você tem problemas com o sono ao longo da noite, converse com o seu médico ou um neurologista.</p>
<p><strong>Veja as outras dicas</strong><br />Sonhar acordado, aprender a lidar com pensamentos negativos, dar boas gargalhadas... <a target="_blank" href="http://www.icatuseguros.com.br/PortalIh/main.asp?View=%7bEA19FD52-0F51-4024-80E4-29E7170D3A0A%7d&Team=&params=itemID=%7b15C727AE-3770-4FBB-93CE-A1F678E12472%7d;LumisAdmin=1;&UIPartUID=%7bD90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898%7d"><span style="TEXT-DECORATION: none; text-underline: none">Leia mais.</span><span style="COLOR: windowtext; TEXT-DECORATION: none; text-underline: none">&nbsp;</span></a></p>
<p>(08/10/2009 - fonte: Discovery Health)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Mulheres investem mais cedo que os homens</title>
      <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 14:28:59 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2097</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Elas estão largando na frente deles quando o assunto é investimento em planos de previdência. Uma pesquisa da Icatu Seguros, que considerou os novos negócios implantados a partir de 2006, mostrou: em média, as mulheres começam a investir em previdência três anos mais cedo que os homens. </p>
<p>Em 2008, a idade média das mulheres que contrataram um plano com perfil de renda fixa foi de 29 anos, e a dos homens, 32. Mesmo quando o investimento é de renda variável, elas começam antes. Idade média de 30 anos para as mulheres, contra 33 dos homens.</p>
<p>O principal benefício de começar a investir mais cedo é a reserva maior no futuro. No estudo da Icatu Seguros, em uma simulação que levava em conta aposentadoria aos 60 anos, com depósitos mensais de R$ 400 no plano de previdência e rentabilidade real de 6% ao ano, as mulheres teriam conseguido acumular reserva 20% maior que a deles. </p>
<p>Para aproveitar a aposentadoria, elas, que começaram a poupar aos 29 anos, teriam cerca de R$ 420 mil na reserva. Eles, mais tarde, aos 32, R$ 340 mil. Mais um exemplo que mostra: quanto antes começar a investir, melhor. </p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Entre em forma com a dança de salão</title>
      <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 16:02:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2089</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Está provado: os benefícios da dança de salão vão muito além da liberação de adrenalina e da sensação de bem-estar. Segundo estudo apresentado na reunião anual do Colégio Americano de Medicina do Esporte, a atividade é uma excelente opção para quem busca bom condicionamento físico.<br />
<p>Por quem pratica dança de salão, os benefícios já são bem conhecidos: aumento da flexibilidade, do bem-estar físico e mental, perda de peso, entre outros. Mas agora foram comprovados cientificamente. Um estudo que examinou a movimentada salsa, mostrou que a modalidade pode melhorar consideravelmente a capacidade cardiorrespiratória do indivíduo, sendo possível chegar a níveis semelhantes ao da malhação. <br /></p>
<p>Outra pesquisa revelou que mesmo atividades menos intensas como o tango fazem diferença. Ao dançar o ritmo argentino por cerca de uma hora, uma pessoa pode dar cerca de 2.000 passos ou mais ao que anda normalmente. O recomendado por especialistas são 10 mil passos por dia. <br /></p>
<p>“Aprender dança de salão é divertido, assegura uma atividade física de baixa intensidade e melhora o condicionamento motor”, afirmou o principal autor do estudo sobre tango, Stephen Cobley, professor de psicologia do exercício da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Na prática, a atividade aumenta a frequência cardíaca, estimula a circulação do sangue, melhora a capacidade respiratória e queima calorias, ajudando a emagrecer.<br /></p>
<p>Ambas as pesquisas avaliaram dançarinos amadores antes e depois da prática da modalidade. Cada participante dançou por pelo menos duas horas por semana.<br /></p>
<p>(Fontes: jornal O Globo, 19/07/2009; e site SportLife) </p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Eleve seu índice de felicidade</title>
      <pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:25:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2085</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>A felicidade traz mil e um benefícios: melhora a forma física, deixa a mente leve e também ajuda a equilibrar as finanças. É o que atestam neurocientistas, economistas e psicólogos que estudam causas e efeitos da felicidade. Esse sentimento é capaz de instaurar um círculo virtuoso na vida da pessoa, dando uma injeção de ânimo, disposição e produtividade. Assim, as chances de todos os setores da vida serem beneficiados são maiores. <br /></p>
<p>Mas não é o dinheiro que traz a felicidade. Para alcançá-la, é preciso otimizar o uso dele e optar por atividades e projetos que encham o dia a dia de satisfação. Ter mais tempo livre para frequentar programas culturais, reunir-se com os amigos ou viajar pode ser mais importante do que trabalhar demais. Ter mais horas de lazer pode fazer você mais feliz, mesmo com um salário menor, se houver um bom planejamento para manter o conforto e evitar desperdício. <br /></p>
<p>Para entrar nessa corrente de felicidade, não é importante ganhar muito. O que vale é gastar seu dinheiro com o que lhe agrega bem-estar. Para os consumistas de plantão, um aviso: nada de correr para o shopping e entregar-se desenfreadamente às compras. Até porque os economistas comportamentais dizem que nossos sonhos de consumo provocam uma sensação maior de felicidade enquanto são apenas desejos. Quando os concretizamos, eles vão perdendo o valor e ajustamos o foco para outro alvo. <br /></p>
<p>Pense bem em como gastar seus reais. O que deixa as pessoas felizes é o que se pode fazer com o dinheiro, e não o dinheiro em si. Dinheiro bem administrado tem muitos efeitos positivos, como permitir a escolha da carreira com liberdade e conforme seu gosto, estabilidade financeira, melhores relacionamentos e despreocupação com dívidas. <br /></p>
<p>Gastos para seu bem-estar: <br />•&nbsp;Encontrar-se periodicamente com os amigos; <br />•&nbsp;Viajar para conhecer lugares e pessoas novas, mas sem se endividar; <br />•&nbsp;Frequentar eventos culturais (teatro, cinema e exposições), que, além de divertirem, enriquecem o intelecto; <br />•&nbsp;Fazer cursos sobre assuntos de seu interesse; <br />•&nbsp;Praticar atividades físicas. </p>
<p>Fonte: revista Elas & Lucros, nº6, 2009.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Prédios recebem etiqueta de eficiência energética</title>
      <pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:19:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2084</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Já foi o tempo em que apenas os eletrodomésticos é que recebiam uma etiqueta de eficiência energética. Além de carros, agora prédios também serão identificados. Como parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem, o Inmetro e a Eletrobrás lançaram a Etiqueta de Eficiência Energética de Edificações Comerciais, de Serviços e Públicos. É um sistema semelhante ao que avalia aparelhos domésticos, como chuveiros elétricos e geladeiras. O objetivo é incentivar projetos que levem em conta características de construções sustentáveis, aproveitando, por exemplo, iluminação e ventilação naturais, o que reduz a necessidade do uso de iluminação artificial e de sistemas de ar condicionado. 
<p>A etiqueta avalia três aspectos dos edifícios: envoltório (a fachada e o entorno), sistema de iluminação e condicionamento de ar. Cada aspecto recebe uma classificação entre A (o melhor nível de eficiência) e E (o pior nível). Os prédios que receberem classificação A nos três sistemas ganharão o selo Procel Edifica. Por enquanto, a etiqueta só está disponível para prédios comerciais, de serviços e públicos, e a previsão do Inmetro é que em 2010 sejam incluídos também os edifícios residenciais. A adesão ao programa por parte de construtores e incorporadores é voluntária, mas, dentro de alguns anos, o cumprimento dos requisitos de eficiência energética deverá ser obrigatório.</p>
<p>Atualmente, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, os edifícios são responsáveis por 42% da energia consumida no país — 23% vai para o setor residencial, 11% para o comercial e 8%, para o setor público. Somente o sistema de ar condicionado consome 48% da energia, e a iluminação, 24%.</p>
<p>(fonte: Instituto Akatu)<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Nunca é tarde para se exercitar</title>
      <pubDate>Wed, 23 Sep 2009 17:23:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2078</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A prática de atividades físicas é recomendada para pessoas de 20, 30 ou 60 anos, mas isso todo mundo sabe. A novidade é que, segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, quem começa a se exercitar aos 50 anos obtém os mesmos benefícios cardiovasculares e respiratórios que aqueles que malharam a vida toda. Portanto, os “cinquentões” sedentários não têm mais desculpa para deixar de caminhar, correr ou pedalar. 
<p>Na pesquisa, aqueles que começaram a praticar exercícios regularmente aos 50 anos mostraram os mesmos benefícios cardiorrespiratórios após uma década de atividade que aqueles que fizeram esportes desde a juventude. O estudo, publicado na revista British Journal of Sports Medicine, foi feito com 2.205 homens que tinham 50 anos de idade entre 1970 e 1973 e foram reexaminados aos 60, 70, 77 e 82 anos.</p>
<p>Mas lembre-se: cada pessoa reage de forma diferente ao esforço físico. Se você nunca praticou exercícios e ficou animado com a notícia, antes de calçar o tênis e correr para o parque, consulte seu médico. A assessoria de um bom orientador físico também é fundamental para ir preparando o corpo aos poucos para a nova atividade, o que evita o risco de lesões.</p>
<p>Fonte: jornal O Globo.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Dia Mundial Sem Carro - Participe desse movimento!</title>
      <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:32:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2073</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Deixar o carro em casa e ir para o trabalho a pé, de bicicleta ou usando o transporte público. O Dia Mundial Sem Carro, que vai ser comemorado na próxima terça, dia 22 de setembro, é uma data para lembrar a importância do esforço de cada um para contribuir com o meio ambiente e com a diminuição da poluição. Faça a sua parte pela natureza!</p>
<p>Iniciado em algumas cidades européias, o Dia Mundial Sem Carro já mostrou sua cara em outros países do globo e, a cada ano, consegue mais adeptos. A data, segundo os idealizadores, é um manifesto sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, além de um convite ao uso de meios de transporte&nbsp;sustentáveis.</p>
<p>Fonte: RJTV e Gazeta Online</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como chegar aos 100 anos com dinheiro no bolso</title>
      <pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:36:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2044</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Junto com o aumento da expectativa de vida da população, devem mudar também as nossas expectativas em relação à aposentadoria. Com as pessoas vivendo cada vez mais, os anos que elas passarão sem trabalhar tendem a aumentar também. Só que, para manter esse contingente de aposentados, seria preciso que, no futuro, houvesse mais indivíduos na idade ativa, o que não vai ocorrer, pois a população está tendo cada vez menos filhos. Ou seja, para a previdência social, a conta não fecha, o que torna a aposentadoria uma responsabilidade cada vez mais individual. </p>
<p>Mas, então, como se preparar para viver mais e com dinheiro no bolso? Segundo a especialista em educação financeira Mara Luquet, autora de diversos livros sobre o assunto e comentarista da rádio CBN, é preciso preparar-se. “Formar um patrimônio para bancar a sua vida com qualidade até lá é o primeiro passo”, explica. “E para isso não é preciso investir muito. O importante é ter disciplina”, complementa. De onde tirar dinheiro? Diminuir as idas a restaurantes ou controlar os impulsos de compra a cada salário recebido são bons caminhos.</p>
<p><strong><u>Leia a entrevista de Mara Luquet à e-News da Icatu Seguros.</u></strong></p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> Qual a hora certa de começar a investir?<br /><strong>Mara Luquet:</strong> Já. O maior erro é adiar investimento. Se você esperar primeiro ter dinheiro sobrando para investir, não vai começar nunca.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong>&nbsp;Quanto investir?<br /><strong>ML:</strong> Pouco. A quantia de que você não vai precisar. O importante é a disciplina de investir sempre. Pouco e sempre. Faça uma simulação.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> É preciso entender de investimentos? <br /><strong>ML:</strong> É preciso ter objetivos e conhecer os riscos a que estamos expostos em cada investimento. O restante é trabalho do gestor de carteira.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> As mulheres precisam preocupar-se mais do que os homens?<br /><strong>ML:</strong> As mulheres, mesmo as bem-sucedidas profissionalmente, são as maiores vítimas de pobreza na terceira idade. Ganham menos do que os homens e vivem mais.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> Que conselho você daria para quem já investe num plano de previdência?<br /><strong>ML:</strong> Conheça o seu plano e o seu gestor.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> Qual a idade certa para se aposentar? <br /><strong>ML:</strong> Isso é muito pessoal. Você pode ser financeiramente independente aos 50 se se planejar para isso. Ter independência financeira não é ser rico, mas poder escolher o que quer fazer e quanto tempo dedicar ao trabalho. </p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> O conceito de idade de aposentadoria está defasado? <br /><strong>ML:</strong> Com certeza. O aumento da expectativa de vida é uma revolução e está mudando todos esses modelos. </p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> Será que vamos poder passar tanto tempo mesmo sem trabalhar? <br /><strong>ML:</strong> Provavelmente vamos ter que trabalhar para sempre. Mas vamos trabalhar de uma forma diferenciada.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> Como nos preparar para isso? <br /><strong>ML:</strong> Saúde. Para mim é o principal investimento. Prepare-se para viver muito e bem. Pare de fumar, faça exercícios e coma pouco. </p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> De que depende nossa estabilidade financeira? <br /><strong>ML:</strong> De equilíbrio. A resposta para tudo é equilíbrio.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> O brasileiro cuida bem das finanças? <br /><strong>ML:</strong> Começa a cuidar. Mas ainda temos os dois extremos, aqueles que guardam muito e não conseguem gastar dinheiro e aqueles que não tem um centavo guardado, apenas dívidas.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> O falta para ele cuidar melhor? <br /><strong>ML:</strong> Informação. Educação financeira.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> Como vai ser nosso futuro? <br /><strong>ML:</strong> Acho que se fizermos as opções corretas hoje e nos prepararmos vai ser muito bom.</p>
<p><strong>Icatu Seguros:</strong> E o dos jovens? <br /><strong>ML:</strong> Ainda melhor porque contarão com nossa experiência e aprendizado nesse processo.</p>
<p>E você? Já está preparado para viver até os 100 anos? Visite a seção SIMULADORES e descubra qual valor você precisa investir para manter seu padrão de vida no futuro.</p>
<p>(Entrevista divulgada na e-News da Icatu Seguros.)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Senhas fortes e positivas</title>
      <pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:28:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2043</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[<p>Frases ou palavras com significados positivos, alegres e estimulantes podem ser boas opções para serem usadas como senhas. Assim, será difícil esquecê-las e sempre que for digitá-las você, de quebra, ainda eleva o astral. Então, ao criar novas senhas pense sempre em algo motivador. Além disso, é fundamental lançar mão de uma senha forte e o mais secreta possível para manter seus dados e recursos a salvo de hackers. Mas como criar senhas seguras?</p>
<p>A maior parte das pessoas ainda cria uma senha padrão para usá-la em todos os locais. Apesar de prática, a atitude é arriscada porque reduz consideravelmente a proteção dos dados do usuário. Basta que um invasor descubra a senha e todas as portas estarão abertas. Outro método muito usado é adotar datas de aniversário, casamento ou informações pessoais como senhas. Como esses dados podem ser descobertos facilmente, eles podem colocar sua vida pessoal e recursos em risco se forem adotados como senha.</p>
<p>Uma dica importante é criar senhas longas. O ideal é algo em torno de 14 caracteres, de preferência alternando números, letras minúsculas com maiúsculas e símbolos, se o sistema operacional permitir. Ou seja, quanto maior a diversidade entre os caracteres, melhor. </p>
<p>Um hacker, ao tentar “quebrar” uma senha, faz uso de programas que experimentam possíveis combinações de palavras ou números, completando-os de acordo com termos conhecidos. Assim, a melhor pedida é trocar algumas letras por caracteres diferentes ou mesmo cometer erros propositais de digitação na criação da senha. Então, qualquer palavra dicionarizada sozinha está fora de questão para ser utilizada como senha.</p>
<p>Como a senha deve ser fácil de ser lembrada, uma boa dica é criar uma frase secreta. Um exemplo bem simples: “Amo MinhaEsposA KrlA"; “A f&L1cidade é UM@ DadiVa.” Além disso, é fundamental adotar algumas medidas para que sua senha continue secreta. Uma delas é não utilizá-la em computadores públicos, como cyber cafés, laboratórios e locais com sistemas compartilhados. Isso porque criminosos podem conseguir dispositivos de registro de pressionamento de teclas muito baratos.</p>
<p>Outra orientação é alterar as senhas com regularidade, mas o tamanho delas é fundamental: senhas com menos de 8 caracteres só estão seguras por cerca de uma semana, enquanto aquelas de 14 caracteres ou mais pode ser útil por vários anos. Por isso, teste a sempre num verificador de senha, um recurso disponível na internet que não grava o conteúdo e ajuda a determinar a segurança enquanto se digita.</p>
<p><strong>Passo a passo para criar senhas:</strong></p>
<p>• Fuja de sequências ou caracteres repetidos. "12345678," "222222," "abcdefg" ou letras vizinhas no teclado não ajudam a proteger senhas.<br />• Não use somente substitutos semelhantes de números ou símbolos. Criminosos não são enganados por substituições semelhantes comuns, como '1' no lugar de 'i' ou <a href="mailto:'@'">'@'</a> no lugar de 'a', como em "M1cr0$0ft" ou "Senh@". Entretanto, essas substituições podem ser eficazes quando combinadas com outras medidas, com senhas grandes, digitação incorreta ou variações de maiúsculas e minúsculas, para aumentar a força da senha.<br />• Evite seu nome de login. Qualquer parte de seu nome, aniversário, número de previdência ou informações semelhantes sobre familiares são más escolhas de senha. Elas são as primeiras informações testadas pelos criminosos.<br />• Palavras dicionarizadas em qualquer idioma são um perigo. Há muitas ferramentas sofisticadas que podem adivinhar senhas rapidamente, com base em palavras de vários dicionários, incluindo palavras escritas de trás para frente, erros de digitação comuns e substituições. Eles incluem todo o tipo de obscenidades e qualquer palavra que você não diria perto de crianças.<br />• Adote senhas diferentes. Se um dos computadores ou sistemas online que usam a senha forem comprometidos, todas as suas informações protegidas pela senha estarão em risco.<br />• Evite usar armazenamento online. Assim, é mais fácil que hackers possam descobrir suas senhas. A melhor forma de guardá-las é deixando-as anotadas em casa.<br />• Utilize um verificador de senha para testar a força e segurança dela. </p>
<p>(28/08/2009 - fonte: site da Microsoft)<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Os ricos voltam a ter mais filhos, segundo estudo</title>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2009 11:57:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2036</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Um dos paradoxos da biologia humana é que o mundo rico tem menos crianças que o mundo pobre. Na maioria das espécies, circunstâncias melhores presumem o aumento dos esforços reprodutivos. No entanto, à medida que um país se torna mais desenvolvido, o que se vê é a queda da taxa de natalidade da população. No mundo, a fecundidade (definida como o número de crianças nascidas de uma mulher ao longo da vida) caiu de cerca de 8 para perto de 1,5. Entretanto, um estudo publicado na revista Nature sugere que à medida que o desenvolvimento continua, a transição demográfica caminha para o inverso. Ou seja, os ricos voltam a ter mais filhos.</p>
<p>Um grupo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, EUA, e da Universidade Bocconi, em Milão, na Itália, estudaram o mundo como era em 1975 e como é hoje (ou, pelo menos, como era em 2005). Eles compararam dois aspectos. Um foi a taxa total de fertilidade (o número de crianças que poderiam ter nascido de uma mulher em um país específico ao longo do curso de sua vida se ela tivesse cumprido as taxas de fertilidade específicas para a sua idade observadas naquele país durante o ano em questão). O outro foi o índice de desenvolvimento humano daquele país (o IDH).</p>
<p>O que se viu foi que, em muitos países com nível de desenvolvimento realmente altos, as taxas de natalidade voltaram a crescer, se aproximando de duas crianças por mulher. Há exceções, notavelmente Canadá e Japão, mas a tendência é clara. O estudo leva a crer que a maior consequência do desenvolvimento pode não ser o colapso da população como um todo. É provável que a abundância que acompanha o desenvolvimento inicialmente intensifique o instinto de excesso de zelo e atenção com poucos descendentes. Somente quando o ambiente se torna superpropício os genitores permitem-se ter mais filhos sem comprometer os atuais.</p>
<p>O resultado da pesquisa é tão importante quanto intrigante. O quão longe o processo continuará, e se chegará ao Japão e Canadá, precisa ser observado. Mesmo assim, todo o exercício é um alerta do risco de planejar o futuro de acordo com as regras do presente. Pode ser que em breve os responsáveis pela definição de políticas econômicas e sociais tenham que rever seus conceitos. </p>
<p>O estudo "Advances in Development Reverse Fertility Declines", de Hans-Peter Kohler and Mikko Myrskylä, da Penn's Populations Studies Center, e Francesco C. Billari, da Universidade Bocconi, foi publicado na revista Nature, em agosto.</p>
<p>(03/08/2009 – fonte The Economist)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Mulheres estão correndo mais</title>
      <pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:33:14 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2022</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Na busca pela boa forma, as mulheres aumentaram o interesse pela corrida e estão se tornando tão resistentes quantos os homens. Além disso, elas têm uma preocupação maior em treinar sob supervisão técnica. É o que revela a maior pesquisa sobre o tema realizada no país, com 7.731 corredores amadores, o Questionário de Avaliação de Corredores (QUAC). <br />Embora o esporte seja ainda mais praticado por homens, as mulheres têm aumentado sua participação nos últimos anos. Segundo o estudo, realizado pelo NEO (Núcleo de Estudos em Esporte e Ortopedia), entre as corredoras, 48% iniciaram a prática há menos de dois anos, índice que cai para 30% entre os homens.</p>
<p>De acordo com especialistas, o fato de ainda ser uma prática recente para as mulheres pode explicar porque elas buscam mais orientação que os homens. Entre as corredoras, 50% procuram algum tipo de supervisão técnica, enquanto entre os corredores esse número cai para 33%. </p>
<p>Em relação à resistência, os quilômetros percorridos semanalmente por ambos os sexos se assemelham. Entre as mulheres, 33% afirmam correr até 25 km por semana, 25% até 50 km e 5% até 75 km. Já entre os corredores, a porcentagem sobe nas maiores distâncias: 30% percorrem em média 25 km, 30% até 50 km e 9% até 75 km. </p>
<p>O número de lesões decorrentes da corrida é alto em ambos os sexos: 50% das mulheres afirmaram ter tido algum problema com o esporte, contra 54% dos homens. Os problemas mais comuns são: tendinite no joelho, dor na coluna e inflamação da tíbia. Além disso, as mulheres apresentaram mais tendinite no quadril do que homens. <br />Importante: corredores amadores devem buscar supervisão adequada para a prática do esporte. </p>
<p>
  <table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1" style="BORDER-RIGHT: medium none; BORDER-TOP: medium none; BORDER-LEFT: medium none; BORDER-BOTTOM: medium none; BORDER-COLLAPSE: collapse; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-padding-alt: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; mso-border-insideh: .5pt solid windowtext; mso-border-insidev: .5pt solid windowtext" class="MsoNormalTable">
    <tbody>
      <tr>
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-SIZE: small"><strong><span style="COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: Arial">Principais resultados</span></strong></span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: Arial"><span style="FONT-SIZE: small">Homens </span></span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: Arial"><span style="FONT-SIZE: small">Mulheres </span></span></h3></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Pratica atividade com supervisão técnica</span></strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">33%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">51%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Corre há mais de dois anos</span></strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">70%<span style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">52%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Corre de <metricconverter w:st="on" productid="11 a"></metricconverter>11 a <metricconverter w:st="on" productid="25 km"></metricconverter>25 km por semana</span></strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">30%<span style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">33%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Corre de <metricconverter w:st="on" productid="26 a"></metricconverter>26 a <metricconverter w:st="on" productid="50 km"></metricconverter>50 km por semana</span></strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">30%<span style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </span></span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">25%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
      </tr>
      <tr>
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Corre de <metricconverter w:st="on" productid="50 a"></metricconverter>50 a <metricconverter w:st="on" productid="75 km"></metricconverter>75 km por semana</span></strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">9%<span style="mso-spacerun: yes">&nbsp;&nbsp; </span></span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">5%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
      </tr>
      <tr style="mso-yfti-lastrow: yes">
        <td valign="top" width="446" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; WIDTH: 334.85pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Já teve alguma lesão em decorrência da corrida, que fez com que tivesse que procurar um médico para tratamento</span></strong><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="72" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 54.35pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">54%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
        <td valign="top" width="80" style="BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-RIGHT: 3.5pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3.5pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #d4d0c8; WIDTH: 59.7pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt"><h3 style="MARGIN: auto 0cm 3pt"><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">50%</span><span style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">&nbsp;</span></h3></td>
      </tr>
    </tbody>
  </table></p>
<p>(26/08/2009 – fontes: jornal O Globo e Mídia Sport)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O valor da disciplina nos investimentos</title>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2009 11:37:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2004</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Qual a diferença entre o investidor indisciplinado, o disciplinado e o muito disciplinado? O último pode poupar até 40% mais que o primeiro. E aproveitar com muito mais conforto a aposentadoria. É o que mostra um estudo da Icatu Seguros, publicado na revista Você S/A.</p>
<p>A simulação foi feita com a mesma carteira de investimentos. E levou em consideração depósitos mensais de R$ 500, por 30 anos, com rentabilidade de 6% ao ano. O indisciplinado fez dez aplicações todo ano. O disciplinado, 12. Já o superdisciplinado foi além, fazendo 14 depósitos a cada 12 meses. Veja a evolução das reservas de cada um.</p>
<div align="center">
  <table cellpadding="0" width="87%" border="0" style="WIDTH: 87%; mso-cellspacing: 1.5pt; mso-padding-alt: 3.0pt 3.0pt 3.0pt 3.0pt" class="MsoNormalTable">
    <tbody>
      <tr>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: #003366; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="COLOR: #fffbfa"><strong><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Investidor</span></strong><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: #003366; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="COLOR: #fffbfa"><strong><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Em 5 anos</span></strong><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: #003366; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="COLOR: #fffbfa"><strong><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Em 15 anos</span></strong><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: #003366; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><span style="COLOR: #fffbfa">Em 30 anos</span></span></strong><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Indisciplinado</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 29.164</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 120.419</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 409.011</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Disciplinado</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 34.912</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 144.154</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 489.628</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
      <tr style="mso-yfti-lastrow: yes">
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">Superdisciplinado</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 40.660</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 167.889</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
        <td style="BORDER-RIGHT: #d4d0c8; PADDING-RIGHT: 3pt; BORDER-TOP: #d4d0c8; PADDING-LEFT: 3pt; BACKGROUND: ivory; PADDING-BOTTOM: 3pt; BORDER-LEFT: #d4d0c8; PADDING-TOP: 3pt; BORDER-BOTTOM: #d4d0c8">
          <p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">R$ 570.246</span><span arial="" unicode="" ms??="" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: ">&nbsp;</span></p></td>
      </tr>
    </tbody>
  </table>
</div>
<p>No final de 30 anos, a diferença entre as reservas chegou a R$ 161 mil, se compararmos o primeiro e o terceiro perfis. Mesmo o disciplinado ficou R$ 80 mil atrás do superdisciplinado, que, aliás, em três décadas, vai colher os frutos de tanto comprometimento.</p>
<p>Faça você também a sua simulação: <a href="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/disco-investimento/fib/disco.html" target="_blank">Disco de Investimento</a>.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A importância de registrar seus funcionários</title>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2009 11:24:31 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=2003</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Quando se fala em economia informal, pensamos logo em camelôs, pedreiros e empregados domésticos. Mas a verdade é que a informalidade também atinge a classe média, não poupando nem os que cursaram anos de uma faculdade: fisioterapeutas, jornalistas, arquitetos e publicitários. Atualmente, mais da metade dos trabalhadores brasileiros pega no batente todo dia sem ter nenhum direito trabalhista. Eles fazem parte de um país quase clandestino, que não existe oficialmente. <br />Trabalhadores informais não contam com auxílio doença, aposentadoria, pensão por morte e nem têm garantidos os benefícios dos contratados em carteira: férias, gratificação de um terço do salário nas férias, descanso remunerado, décimo terceiro salário, pagamento de hora extra, licenças maternidade e paternidade, e, em caso de demissão, aviso prévio de 30 dias, permissão para sacar o FGTS e multa de 40% sobre o saldo do fundo, além do seguro desemprego. </p>
<p>O trabalho sem carteira assinada não é ruim só para o cidadão, o país também sai perdendo. Na informalidade, faltam capital e conhecimento para os trabalhadores se desenvolverem, gerando pior padrão de vida para a população. Além disso, deixa-se de recolher impostos criados para financiar investimentos na saúde, educação, segurança, habitação social e transporte. Outro problema é que trabalhadores informais não contribuem para o INSS, o que impacta no déficit da Previdência Social.</p>
<p>Portanto, seja você o empregador de dezenas, centenas, milhares de pessoas ou apenas de um empregado doméstico, assine a carteira do seu funcionário. Além de assegurar os direitos do cidadão, você ajuda a reduzir a informalidade e contribui para o crescimento do nosso país.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Reduza o uso de sacolas plásticas - Dicas para colaborar.</title>
      <pubDate>Tue, 11 Aug 2009 10:20:37 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1994</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Em junho, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com entidades privadas, lançou a campanha nacional Saco É um Saco. A iniciativa pretende conter o consumo exagerado de sacolas plásticas, conscientizando e incentivando os consumidores a utilizarem alternativas para o transporte das compras e acondicionamento de lixo domiciliar. </p>
<p>A estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é de que o Brasil consome cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas por ano. Esses sacos descartados incorretamente entopem bueiros e poluem rios, lagos e mares. A diminuição do uso de sacolas plásticas passa por uma mudança de hábito da população. Veja como você pode colaborar.</p>
<p>Dicas para diminuir o uso de sacolas plásticas:<br />• Nas pequenas compras em farmácias, bares, bancas de jornal ou lojas, abra mão da sacola plástica e utilize sua bolsa ou mochila para carregar os produtos; <br />• Nos supermercados, pegue apenas a quantidade de sacos necessária. Exija sacolas mais resistentes, de forma a caber mais produtos. Exija também alternativas para o transporte das compras; <br />• Sempre reutilize as sacolas plásticas em casa, mas, se isso não for possível, encaminhe-as para reciclagem; <br />• Utilize alternativas para as sacolas plásticas, como a sacola durável; <br />• Para as compras grandes, além da sacola durável, você pode usar o carrinho de feira ou caixas de papelão; <br />• Reduza a quantidade de lixo produzida em casa. Assim, precisará de menos sacos plásticos para descartá-lo. Para isso, evite produtos com excesso de embalagem e o desperdício de alimentos. </p>
<p>Saiba mais sobre a campanha do Ministério do Meio Ambiente através de endereço: <a href="http://blog.mma.gov.br/sacolasplasticas/">http://blog.mma.gov.br/sacolasplasticas/</a>. </p>
<p>(10/08/2009 – fontes: sites Instituto Akatu e Agência Brasil)</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Qual o caminho para a felicidade?</title>
      <pubDate>Mon, 10 Aug 2009 10:35:56 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1993</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>Se você está fazendo planos para ficar rico, ser famoso, casar com a pessoa mais bonita e sensual do mundo para alcançar a felicidade, esqueça. Pesquisas publicadas no “Journal of Reserch in Personality” e no “Journal of Hapiness Studies” em 2008 revelam que essas circunstâncias ou situações de vida (ser bonito ou feio, rico ou pobre, casado ou solteiro, estar trabalhando ou desempregado) só respondem por apenas 10% dessa sensação tão desejada. Encontrar a felicidade depende muito mais de suas atitudes diante dos acontecimentos da vida do que da conquista de bens materiais, por exemplo. </p>
<p>Os estudos apontam dois outros fatores muito mais determinantes para o nível de felicidade do ser humano: a genética, responsável por 50% desse sentimento, e o comportamento positivo diante da vida, que equivale a 40%. Já os 10% restantes são referentes àquelas circunstâncias – beleza, dinheiro, fama, prestígio – tão desejadas pela grande maioria das pessoas.</p>
<p><strong>Cuidar-se é primordial</strong></p>
<p>Muitas são as atitudes que podem proporcionar uma vida mais feliz, mas entre elas estão a capacidade de vencer as dificuldades, ter boa auto-estima, cuidar de si mesmo e assumir compromisso com as conquistas. Quem se cuida vive com mais leveza, busca realizar seus desejos, portanto, sente-se mais feliz e tem disposição para mudar a maneira de agir diante de obstáculos. Viver não consiste só em desfrutar de prazeres, mas ter equilíbrio para lidar da melhor forma com os dissabores e extrair deles aprendizados. </p>
<p>Não há fórmulas nem receitas para ser feliz, afinal, cada pessoa é diferente da outra. Um dos caminhos é buscar aquilo que lhe dá prazer, o que só é possível quando você se conhece bem. Mas tudo depende da auto-análise para que você reconheça o que lhe faz bem ou causa sofrimento, às vezes pode ser preciso a ajuda de um profissional, mas esse exercício deve ser individual e permanente.</p>
<p><strong>Como chegar lá</strong></p>
<p>• Aproveite mais as relações com amigos e familiares;<br />• Seja grato por tudo o que você conquistou;<br />• Seja otimista em relação ao futuro;<br />• Saboreie os prazeres da vida e tente viver ao máximo o presente;<br />• Faça exercícios físicos regularmente;<br />• Comprometa-se com seus objetivos de vida;<br />• Mantenha o equilíbrio diante do estresse e das adversidades.</p>
<p>Fonte: revista Vida Natural & Equilíbrio, dezembro de 2008.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Pelo menos por um dia, trate seu pai como filho</title>
      <pubDate>Mon, 10 Aug 2009 10:32:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1992</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[
<p>O que significa ser um bom pai todo mundo sabe: carinhoso, presente, responsável, amigo, conselheiro... Mas você já se perguntou o que significa ser um bom filho? Provavelmente o mesmo se aplica. Então, aproveite o Dia dos Pais para inverter os papéis. Pelo menos por um dia, trate seu pai como filho.</p>
<p>Pelo menos por um dia, telefone ou dê uma passadinha na casa do seu velho apenas para dar um abraço carinhoso e demonstrar o seu amor. Pelo menos por um dia, pergunte a ele quais são seus planos para o futuro e ajude-o a encontrar formas de colocá-los em prática. Pelo menos por um dia, convide-o para almoçar e pague a conta. Pelo menos por um dia, pergunte se ele está precisando de alguma coisa e veja como pode ajudá-lo. Pelo menos por um dia, tire a tarde para passear com ele.</p>
<p>Segundo o escritor e poeta mexicano Andrés Ordónez, enquanto na infância o filho é quem mais precisa dos pais, na vida adulta são os pais que mais precisam dos filhos. Portanto, faça pelo seu pai aquilo que ele passou a vida fazendo por você. Nem que seja por um dia.</p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Descanso obrigatório</title>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2009 16:11:32 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1966</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você&nbsp;já  pode pleitear uma rede ou um sofá para tirar um cochilo depois do almoço sem  constrangimentos. Está comprovado cientificamente que a sesta faz bem. Segundo  estudos da área de cronobiologia, nova disciplina que destaca a importância de  se respeitar o ritmo de produção de cada ser humano, o ideal é dormir de 10 a 20 minutos no início da  tarde, logo após o almoço. <br /><br />  Cronobiologia é a ciência que estuda os relógios biológicos, ou seja, a  regularidade dos mecanismos de produção do corpo. Verifica as alterações de  sono e de disposição física e mental de cada um. De acordo a disciplina, o  ritmo biológico está relacionado, principalmente, com a fisiologia, o clima da  região, a hora do dia, as estações do ano e os hábitos pessoais. <br /><br />  Os estudos da equipe do professor e cronobiologista John Araujo, da  Universidade Federal do Rio Grande do Norte, constataram que descansar no  início da tarde faz parte do ciclo biológico de vários primatas, como o macaco  sagüi. "Trata-se de um mecanismo inerente à espécie", diz John. Ele  confirma a maioria das pesquisas internacionais que acreditam que também o ser  humano fica menos disposto no início da tarde. "Uma aula às 13h, por  exemplo, rende muito menos do que se fosse mais tarde", afirma. <br /><br />  Segundo ele, nos homens e em certos animais, a atenção começa a diminuir em  torno do meio-dia, o horário, geralmente, mais quente. "Quando está muito  calor, o organismo precisa de parar de produzir para se equilibrar. As  atividades, físicas ou mentais, aquecem ainda mais o organismo e arriscam um  desequilíbrio e uma desidratação", explica John Araujo. <br /><br />  Como a menor disposição no horário da tarde está relacionada com o equilíbrio  da temperatura corporal, fica fácil entender que o clima da região e a estação  do ano também influenciam na necessidade da sesta. Quanto mais quente, mais o  corpo pede para parar. "Povos como os brasileiros têm maior disposição  para fazer a sesta do que os do hemisfério norte. Mas há um preconceito muito  grande, não respeitamos o nosso ritmo", desabafa Araujo. <br /><br />  Segundo os pesquisadores, ainda existem várias questões a serem esclarecidas  sobre a sesta. Mas ninguém duvida que a necessidade de descansar no início da  tarde também aumenta quando comemos muito ou se optamos por alimentos pesados.  "Ao se alimentar, o organismo desvia parte do calor e da energia para  realizar a digestão", explica o cronobiologista Luiz Menna-Barreto, do  Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento de Ritmos Biológicos da Universidade  de São Paulo. Se a qualidade e quantidade dos alimentos exige mais calor e mais  energia para digerir, atrapalha a realização das atividades físicas e mentais. <br /><br />  É claro que, além de todos esses fatores, os hábitos de cada um também  influenciam na hora da preguiça e da sonolência à tarde. O mais importante, de  acordo com os cronobiologistas, é a consciência e o respeito ao ritmo próprio.  "Não somos máquinas", diz Luiz Menna-Barreto. "Podemos  administrar muito melhor o tempo de atividade e de repouso", completa. <br /><br />  Fonte: Site Mais de 50 - UOL]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Em forma aos 50</title>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2009 16:09:54 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1965</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Há  pelo menos cinco modalidades de exercícios que podem ser praticados em qualquer  época do ano: nadar, caminhar, jogar, andar de bicicleta ou fazer  hidroginástica. A pedido do Maisde50, o cardiologista Antônio Cláudio Lucas da  Nóbrega, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, mostra as  vantagens de cada uma dessas práticas. <br /><br />Antes de pensar em qualquer uma delas, no entanto, é fundamental consultar um  médico. "Conhecer o objetivo e a condição clínica do paciente é importante  para a eficiência da prática", diz o cardiologista. <br /><br />Veja as indicações: <br /><br /><strong>Caminhada </strong><br /><br />Muito recomendado pelos médicos, o exercício é considerado o mais seguro, sob o  ponto de vista cardiovascular e ortopédico. Para a saúde, a prática aumenta a  densidade óssea, reduzindo o risco de osteoporose e minimizando as dores de  artrite e artrose. Caminhar também aumenta a capacidade cardiorrespiratória,  reduz os níveis de colesterol e de peso corporal e, com isso, diminuindo o  risco de doenças do coração. Uma das grandes vantagens da caminhada é sua  acessibilidade, já que e requer apenas roupas leves e um tênis com amortecimento  de impacto.<br /><br /><strong>Hidroginástica </strong><br /><br />Além de ser uma boa opção para o quente verão brasileiro, a hidroginástica é um  exercício leve, cuja intensidade pode promover a perda de peso e o  favorecimento do sistema cardiorrespiratório. Como é uma atividade praticada  com a água no nível do ombro, o peso do corpo diminui 90%, o que praticamente  elimina os impactos da musculatura e das articulações. A prática pode prevenir  também a osteoporose e aumentar o bem-estar, sem esquecer que estimula também o  vigor, a auto-estima e promove a socialização. <br /><br /><strong>Natação </strong><br /><br />O exercício é muito indicado porque movimenta muitos grupos musculares. Como a  natação é uma atividade que não causa impacto nas articulações, não há risco  algum de lesões. O nadador desenvolve regularmente o sistema cardíaco e  respiratório, fazendo com que seu condicionamento físico melhore. A desvantagem  da natação é que para aqueles que não sabem nadar, o exercício pode requerer um  grande esforço. <br /><br /><strong>Jogos </strong><br /><br />Jogos como vôlei, basquete e futebol podem oferecer mais do que um simples  divertimento. Dependendo da intensidade, as atividades podem fortalecer a  musculatura, melhorar o condicionamento físico e trabalhar a coordenação  motora. Como são exercícios em grupo, promove a socialização e, por  conseqüência, a elevação da auto-estima. Embora ofereça benefícios à saúde, há  riscos de contusões e distensões musculares. <br /><br /><strong>Bicicleta</strong> <br /><br />Pedalar é uma atividade cujos benefícios são parecidos com o da caminhada:  aumento da capacidade cardiorrespiratória e do condicionamento físico. A  prática pode auxiliar na perda de peso e traz benefícios para o organismo,  prevenindo doenças cardiovasculares e fortalecendo os ossos. Escolha um lugar  próximo à natureza, um parque por exemplo, e aproveite para relaxar enquanto se  exercita. ]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Mudança de hábito</title>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2009 16:06:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1964</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Um  é aventureiro, ousado, adora mudanças e está sempre em busca de novas emoções.  O outro é adepto da lei do menor esforço, prefere a rotina e quer ir sempre  pelo caminho mais simples e conhecido. Parece uma união impossível, não é? Mas,  de acordo com ciência, é mais ou menos assim que funciona o nosso cérebro.  Inconscientemente, estamos o tempo todo lidando com sentimentos conflitantes.  Queremos a rotina e a estabilidade porque representam o conforto. Mas também  desejamos a aventura e a mudança, que alimentam a nossa curiosidade e emoção.  No fundo, precisamos tanto da segurança quanto da ousadia e seremos mais  saudáveis quanto maior for o equilíbrio entre essas duas prioridades. <br />
<br />
Ao  levantarmos, tomamos o café da manhã, deixarmos as crianças na escola e nos  dirigirmos ao trabalho, olhamos num segundo pela janela e sonhamos com o dia de  parar tudo e fugir para uma ilha deserta. Mas é possível mudar a rotina sem  necessariamente “sair” da rotina. Basta fazer diferente o que fazemos todo dia.  Ao quebrar o piloto automático, saímos do lugar-comum, abrimos espaço para a  criatividade aflorar e damos um novo significado à vida. Não estamos falando de  grandes guinadas, como mudar de emprego, de cidade ou de estado civil, mas de  transformar as pequenas ações cotidianas.
</p>
<p>Então,  a partir de amanhã, só para variar, dê um abraço apertado no seu amor, logo ao  despertar. Beije sua paixão de forma diferente. Vista roupas diferentes.  Cumprimente sorrindo o porteiro. Faça um caminho diferente daquele a que você  está habituado. Coloque uma flor em sua mesa de trabalho. Ensine o que sabe.  Aprenda tudo o que estiver ao seu alcance. Cozinhe uma receita nova de um livro  novo. Troque a cor do cabelo, mude o corte, deixe a barba, tire a barba. Vá a  mercados diferentes. Visite museus novos. Preste atenção no entardecer. Leia livros  diferentes. Escute música de outros estilos e países. Cerque-se de amigos.  Conheça pessoas novas, de cidades diferentes, países diferentes, religiões  diferentes, gostos diferentes. Registre e crie os momentos especiais. Faça  festas de aniversário, de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo,  bota-foras. Não pinte a casa da mesma cor. Visite seus avós. Volte a estudar.  Entre na universidade com 60 anos. <br />
  <br />
  Atividades  que não têm nada a ver com a rotina ativam o lado direito do cérebro, despertando  a criatividade e o poder de lidar com as emoções.  ]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Hábito da leitura começa na infância</title>
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2009 16:04:52 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1963</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O  ato da leitura é um grande estímulo à criatividade, imaginação, inteligência e  à capacidade verbal e de concentração. Mas o brasileiro lê pouco, em média 4,7  livros por ano (1,3 se retirados os livros didáticos), segundo a pesquisa  Retratos da Leitura do Brasil, do Instituto Pró-Livro, de 2008. Para melhorar  esse quadro, especialistas em educação afirmam que é importante desenvolver nas  crianças o gosto pela leitura, desde os primeiros anos de vida. <br />  <br />  Os livros devem estar presentes no dia a dia das crianças do mesmo modo que os  brinquedos e os jogos. Segundo a psicóloga e pedagoga Vivien Santa Maria,  especializada em educação infantil, o hábito da leitura é adquirido entre os 7  e os 10 anos de idade. “É importante que tanto a escola como os pais estimulem  desde cedo nas crianças esse costume, que desperta a criatividade e a  imaginação, enriquece o vocabulário e ajuda a organizar o pensamento”, explica  Vivien. <br />  <br />  A leitura tem altíssimo impacto no desenvolvimento cognitivo infantil. Por  recursos cognitivos, entenda-se algo abrangente como enxergar o mundo de forma  abstrata e lógica. De acordo com o prêmio Nobel de Economia James Heckman,  criador de métodos para avaliar o sucesso de programas sociais e de educação,  uma criança de 8 anos que recebeu estímulos cognitivos aos 3 conta com um  vocabulário de cerca de 12.000 palavras – o triplo do de um aluno sem a mesma  base precoce. E o hábito da leitura é um dos mais importantes estímulos para  estabelecer na criança os fundamentos para seu sucesso na vida escolar e  profissional. <br />  <br />  Estimule seu filho a desenvolver o gosto pela leitura: <br />  <br />  • Ofereça aos bebês livros de pano, de plástico ou borracha para que eles  comecem a ter contato com os livros; <br />  <br />  • Facilite o acesso a livros, revistas, jornais e gibis, mesmo que a criança  ainda não saiba ler e escrever, de forma a familiarizá-la com as letras; <br />  <br />  • Reserve um tempo para contar histórias e ler em voz alta para ela; <br />  <br />  • Mostre o livro ou o jornal para a criança, assim como as figuras, e peça que  ele reconte a história; <br />  <br />  • Nas horas de lazer, programe visitas a bibliotecas, livrarias e feiras de  livros. <br />  <br />  (29/06/2009, com informações da revista Veja, de 10/06/2009, e do site do  Ministério da Cultura)]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Teste de riqueza </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:09:04 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1948</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Quanto tempo você consegue viver, mantendo seu atual padrão de vida,
sem ter de trabalhar? A resposta indicará qual seu grau de riqueza, ou
melhor, de conforto financeiro, de acordo com o professor de finanças
Rafael Pascoarelli. O teste serve, é claro, para que se saiba o tempo
que você consegue manter o padrão de vida se, em uma eventualidade, a
renda vinda do trabalho cessar. <br /><br />De um lado, some todas as suas
despesas mensais: casa, alimentação, roupas, lazer... De outro, todas
as suas economias: poupança, aplicações etc. Compare e veja na tabela
abaixo o seu grau de conforto financeiro. <br /><br />Vivo sem trabalhar por - Grau de riqueza <br />Menos de 3 meses - Preocupante <br />De 3 a 6 meses - Extremamente baixo <br />De 6 a 12 meses - Baixo <br />De 12 a 24 meses - Mediano <br />De 24 a 48 meses - Alto <br />Acima de 48 meses - Muito alto <br /><br />Garantir
um pé-de-meia para os altos e baixos da vida é muito importante. O
ideal é que seu grau de conforto financeiro seja mediano ou superior.
Se você ainda não chegou lá, corte os supérfluos, economize mais e
conquiste um sono mais tranquilo. <br /><br /><br />Fonte: livro A Regra do Jogo (Editora Saraiva), de Rafael Pascoarelli.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Sua vida daria um filme?</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:08:34 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1947</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Quantas mulheres você conhece que nunca ficaram hipnotizadas diante da
vitrine de sua grife preferida ou fascinadas quando começa uma
superliquidação? Não há vídeos de autoajuda nem conselhos de amigos
suficientes para frear os impulsos consumistas de algumas pessoas. A
protagonista Rebecca (Isla Fisher) do filme Delírios de Consumo de
Becky Bloom, baseado no livro homônimo de Sophie Kinsella, vive uma
série de situações como essas, mas, na maioria das vezes, afunda-se em
dívidas extrapolando o limite de todos os seus cartões de crédito. Em
cartaz desde abril nos cinemas, o filme pode levar as consumistas de
plantão a um exame de consciência. <br /><br />Um dos pecados capitais de
que a comédia romântica trata é a facilidade de usar o “dinheiro de
plástico”. Becky é uma jornalista que escreve sobre finanças em Nova
York e, apesar disso, usa em excesso os seus diversos cartões de
crédito ao mesmo tempo (até o limite estourar), às vezes, dividindo uma
única compra em vários cartões. A história aborda uma questão
fundamental: como o consumismo destrói as relações e o bem-estar das
pessoas. Tanto que a personagem só melhora a compulsão quando seus
relacionamentos com pessoas importantes – com o namorado e a amiga –
estão em xeque. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">É possível comprar sem culpa! </span><br />Para
comprar sem remorso ou medo da fatura do cartão de crédito, a nova
edição da Elas & Lucros, revista de finanças pessoais para
mulheres, dá boas dicas. Veja algumas: <br /><br />1. Previna-se das
armadilhas do comércio, levando com você só o cartão que está no melhor
período para compras. Assim, se o gasto não puder ser coberto, a compra
ficará para o mês que vem. Se for preciso usar vários cartões, você já
está na zona de risco; <br />2. Abandone o cheque pré-datado porque, se
você não fizer um controle permanente, há chances de ele bater sem
fundos. Deixe o talão de cheques em casa, mas leve o cartão de débito,
que facilita o controle de seu dinheiro: o débito é instantâneo, então,
você só gasta o que tem e nem fica ansioso esperando a fatura chegar; <br />3.
Pesquisar antes de comprar é regra básica para encontrar o mesmo
produto no melhor preço. Outra alternativa é deixar para ir às compras
nas épocas de liquidação; <br />4. Faça um inventário detalhado de seus
compromissos financeiros para ter noção das dívidas com as quais
precisará arcar caso corra o risco de ficar sem emprego. Isso vai
ajudar você a planejar melhor as compras; <br />5. As liquidações são
uma covardia, sem dúvida, mas adquira aquilo de que realmente precisa.
Não fique invejando as compras alheias nem se deixe influenciar: não
compre algo que não terá utilidade para você; <br />6. Antes de pagar pelo produto, confira cada detalhe e informação disponível para não levar gato por lebre. <br /><br /><br />Fonte: revista Elas & Lucros, nº 5, maio de 2009.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Você está pagando o preço justo? </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:07:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1946</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Quanto vale o serviço de encanadores e eletricistas? Se achar um desses profissionais de confiança já é difícil, acertar o preço, então, nem se fala. Na maioria das vezes, o contratado só faz o orçamento depois de avaliar o cliente e sua casa. Resultado: ele acaba cobrando quanto “acha” que a pessoa pode pagar e não efetivamente quanto vale o trabalho. Mas há uma fórmula para calcular esses custos.<br /><br />Se esse profissional estivesse empregado, provavelmente receberia algo em torno de um salário mínimo, ou seja, cerca de R$ 465,00. Aí, basta dividir esse valor por 20 dias úteis e 8 horas diárias*. Isso quer dizer que um dia de trabalho dele vale aproximadamente R$ 23,25; uma hora, R$ 2,90. <br /><br />O próximo passo é multiplicar o valor-hora por 5, que é o fator de compensação pelas horas ociosas do trabalhador. Resultado: R$ 14,53. Depois, basta saber em quantas horas o serviço fica pronto. Ou seja, se são necessárias duas horas de trabalho, a remuneração deve circular em torno de R$ 29,06. <br /><br />Tenha sempre mais de um orçamento em mãos, para que haja parâmetros de comparação. E não se esqueça de procurar sempre trabalhadores de confiança, com referências de amigos e conhecidos. <br /><br />*Remuneração de trabalhadores mensalistas da construção civil. <br /><br /><br />Fonte: Sobrou dinheiro! Lições de economia doméstica. Ewald, Luís Carlos. Ed. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2005.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Família S.A. </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:06:57 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1945</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Toda família se reúne. Para jantar. Assistir ao programa favorito na
TV. Ou almoço de domingo. Mas poucas pessoas sabem que é também
importante sentar-se à mesa para discutir – e planejar – o orçamento
familiar. No mínimo, uma vez por ano. <br /><br />Dessa reunião participam
todos. Pais, mães, filhos e quem mais faça parte da família. O encontro
é o momento para avaliar com calma e racionalmente como estão as
finanças, quais são as metas e o que fazer para atingi-las. <br /><br />Entre
os assuntos a serem tratados estão as dívidas (quanto a família pagou
no ano passado. O valor é alto?) e bens (eles se valorizaram? É preciso
mudar de aplicação financeira?), documentos importantes* (todos devem
saber onde estão apólices de seguro, imposto de renda, número de conta
corrente etc.), orçamento (onde e como a família está gastando
dinheiro), educação financeira (o que o filho ganha ao economizar na
compra do tênis importado?) e metas (aquela viagem para o exterior está
perto ou é preciso poupar mais?). <br /><br />O ideal é que o encontro
ocorra mais vezes, talvez todo semestre ou a cada quatro meses. Além
dos assuntos citados acima, é interessante também que todos conversem
sobre as fraquezas e vulnerabilidades da família quando o assunto é
dinheiro. E, é claro, qual é o papel de cada um para que os objetivos
sejam atingidos. <br /><br />OBS: Mesmo as crianças devem participar da
reunião. A partir de que idade? Cabe aos pais decidirem se elas já
estão maduras o suficiente para conversar sobre orçamento.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como anda seu patrimônio?</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:06:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1944</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você está satisfeito com o seu patrimônio? Thomas J. Stanley e William
D. Danko – autores do livro O milionário mora ao lado – afirmam que o
patrimônio esperado para uma pessoa está diretamente ligado à sua renda
e idade. E para calculá-lo existe uma fórmula. <br /><br />Considera-se
patrimônio aquilo que foi conquistado pela pessoa, como propriedades
(imóveis, carro...) e os montantes acumulados em poupança ou
investimentos. Bens vindos de herança, por exemplo, devem ficar de
fora. Agora, passemos às contas. <br /><br />Multiplique a sua renda anual
pela sua idade e depois divida por dez. Se o resultado for maior do que
o patrimônio que você efetivamente acumulou, é sinal de que você vem
gastando além da conta. <br /><br />Veja o exemplo de um homem de 29 anos de idade com renda de R$ 5 mil por mês:<br />R$ 5.000 X 12 meses = R$ 60.000 <br />R$ 60.000 X 29 = R$ 1.740.000 <br />R$ 1.740.000 : 10 = 174.000 <br />Logo, ele deve possuir um patrimônio em torno dos R$ 174 mil. <br /><br />Importante:
esse cálculo não deve ser utilizado por pessoas em início de carreira
ou que acabaram de ter uma variação muito grande de salário (para cima
ou para baixo). Nesses casos, a conta pode ser feita no intuito de
planejar o futuro, como uma meta. <br /><br /><br />Fonte: O milionário mora ao lado. Danko, William D. e Stanley, Thomas J. Editora Manole.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Planejamento para subir ao altar </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:05:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1943</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Festa, igreja, bolo, alianças, vestido, bufê, filmagem, lua-de-mel...
Quando o assunto é casamento, uma infinidade de itens deve ser
escolhida a dedo e planejada com o máximo de antecedência (um ano antes
pelo menos). Afinal, qualquer descuido pode tirar todo o encanto da
cerimônia ou deixar os noivos à beira de um ataque de nervos. <br /><br />Segundo
o Procon-SP, que criou em 2008 o Manual dos Noivos, os primeiros passos
na organização do casamento são definir a lista de convidados, o valor
que será gasto com a comemoração, a igreja e o local para a festa. Há
ainda questões a que noivos de “primeira viagem” não prestam muita
atenção, como ler todas as cláusulas dos contratos fechados. Aliás, uma
regra de ouro é sempre firmar um contrato por escrito para todos os
serviços que forem prestados: maquiagem, costura, fotografia etc. <br /><br />Quem
contrata pode escrever o documento, especificando tudo o que ficou
acertado com o profissional (prazo de entrega, datas de provas da
roupa, descrição dos tecidos, quantidade de fotos) e pedir para que ele
seja assinado. Essa é a única forma de se proteger se algo der errado. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Organize-se: </span><br />Monte uma planilha, prevendo todos os gastos relativos ao casamento. <br />Peça
orçamentos para diferentes fornecedores e compare os preços. Informe, a
princípio, um número de convidados menor que o real para poder negociar
depois um desconto para uma quantidade maior de pessoas. <br /><br />Verifique
se os contratos têm cláusula de cancelamento, que normalmente é
prevista pelos fornecedores e implica pagamento de multa se o casamento
não ocorrer. <br />Analise bem as regras da loja onde ficará a lista de
presentes. Veja se o frete está incluso, se há possibilidade de trocar
os presentes (a lei não prevê isso), qual o tipo de comprovação de
entrega a que as partes (convidados e noiva) têm direito e a data
máxima para a entrega dos presentes. <br /><br />Nos contratos com bufê,
costumam só aparecer as quantidades de salgados, aperitivos ou comida.
Por isso, especifique a qualidade do que será servido no contrato. O
ideal é provar tudo o que será servido na festa antes de fechar negócio
e pesquisar se há reclamações contra o bufê no Procon da sua cidade. <br /><br />É
comum os templos religiosos cobrarem pela cerimônia com decoração ou
música, mas os noivos não são obrigados a aceitar. Combine os detalhes
da decoração com os outros casais, já que vários casamentos são
realizados no mesmo dia. <br /><br />Fonte: Manual dos Noivos, do Procon-SP.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Documentação organizada, indenização garantida</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:04:53 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1942</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Seguro de vida, do carro, da casa; plano de aposentadoria; plano de saúde; título de capitalização; imóvel... Ao longo da vida, vamos adquirindo uma série de proteções para a nossa segurança financeira e a da nossa família. No entanto, poucos são os que se preocupam em deixar a documentação desses contratos organizada. O resultado é que, numa emergência, nem sempre a papelada está à mão, dificultando o acesso às garantias. <br /><br />Há casos até de pessoas que perdem o direito à indenização porque nem sabiam da existência de uma tal apólice. Portanto, quanto mais organizado você for, melhor para todos. Seja em gavetas ou pastas, o importante é manter os documentos organizados e em local de fácil acesso. E avisar uma pessoa de confiança. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Prova de amor </span><br />A publicitária Estela Menezes, do Rio de Janeiro, é a prova de que todo esse cuidado funciona. Com o falecimento do seu pai, a família abriu uma bela carta deixada por ele com todas as informações necessárias para dar entrada em cada benefício deixado: pensão do INSS, plano de previdência, auxílio-funeral, caderneta de poupança e títulos de clubes, além da documentação de todos os bens comprados. <br /><br />“Meu pai tinha tudo separado, organizado em pastas numeradas conforme o assunto, que estavam guardadas na mesma gaveta. Todas as pastas estavam catalogadas num caderno que listava tudo o que continha em cada uma delas. Foi emocionante ver a preocupação dele em simplificar a vida da família num momento de muito sofrimento. Na época, não tivemos nenhuma dificuldade para receber tudo o que ele nos deixou. Ele se inspirou em meu avô, que fez o mesmo por ele, e eu também seguirei esse exemplo, que é uma grande prova de amor e carinho”, diz Estela. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Organize-se: </span><br />- Separe os documentos por assunto: negócios, trabalho, contas, cartas e identificação (CPF, identidade, certidões de nascimento e casamento etc.); <br />- Escolha um local seguro para arquivar os papéis; <br />- Se preferir, digitalize os documentos e mantenha os arquivos no computador. Mas guarde os originais, pois eles são a sua garantia; <br />- Avise uma pessoa de confiança; <br /><br />Para maior controle, imprima e preencha a ficha preparada pela Icatu Seguros e anexe-a à documentação. Ela se encontra no link: <br /><a href="http://hotsite.icatuseguros.com.br /documentos/Ficha_Dados_Financeiros.pdf">http://hotsite.icatu- seguros.com.br/documentos/Ficha_Dados_Financeiros.pdf</a><br /> ]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Curto, médio e longo prazo </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:04:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1941</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Muitas são as controvérsias quando o assunto é prazo para os investimentos. E com razão. Afinal, se para algumas pessoas três anos é muito tempo, para outras o futuro só chega mesmo daqui a dez ou quinze anos. <br /><br />Mas qual é a opinião de quem entende de finanças? Há várias, mas todas têm, pelo menos, um consenso: depende do alvo. Se o objetivo é poupar para a aposentadoria, primeiro estabeleça a data-limite. <br /><br />No caso de alguém com 25 anos que deseja aposentar-se aos 65, é fácil entender que a pessoa teria um horizonte de 40 anos para construir uma boa reserva. Para ela, o médio prazo poderia significar algo entre 15 e 25 anos. O longo, o período acima de 25 anos. Já o curto é fácil: o intervalo inferior a 15 anos. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mais teoria </span><br />Se o objetivo é aplicar o dinheiro para uma viagem ou troca de automóvel, por exemplo, considere o trecho abaixo, sempre a adaptando aos seus objetivos e sonhos. <br /><br />Tempo:<br />- Curto prazo até 3 anos <br />- Médio prazo de 3 a 5 anos <br />- Longo prazo 5 anos ou mais <br /><br />Se definir o que é curto, médio e longo prazos já é difícil, fica mais complicado ainda indicar a opção ideal para cada horizonte de investimento. Até porque isso pode variar de tempos em tempos. Antes de investir, informe-se bem. Qualquer decisão, especialmente nesse momento de instabilidade econômica mundial, deve ser tomada com muita cautela. <br /><br /><br />Fonte: livro Investimentos – Como Administrar Melhor o Seu Dinheiro, de Mauro Halfeld (Editora Fundamento).<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Colchão para dormir tranqüilo</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:40:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1932</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você e seu companheiro foram sorteados para uma viagem de 15 dias nas ilhas gregas, com direito a passagem e hospedagem, só as despesas com alimentação é que ficam de fora. Já pensou se isso fosse verdade? Você teria dinheiro para aproveitar a oportunidade, sem ficar endividado? Sim, imprevistos acontecem - e, às vezes, são muito bem-vindos – mas, para lidar com eles, é preciso ter sempre à mão uma reserva em dinheiro. <br /><br />A reserva de emergência serve para cobrir gastos que têm um forte impacto no orçamento e não podem ser adiados, sob o risco de até complicar a situação financeira da pessoa. Por exemplo, um problema mecânico com o carro, uma doença, um falecimento na família, um acidente, a perda do emprego ou até mesmo a oportunidade de fazer uma viagem de estudo incrível. Só depois de formado esse “colchão” é que se deve pensar no investimento em longo prazo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Quanto poupar </span><br />Os analistas recomendam o equivalente às despesas correntes de três a seis meses. Mas depende. Caso a emergência venha pela perda de emprego, fatores como idade, cargo e área de atuação devem ser levados em conta para estimar o tempo necessário até a recolocação. Pequenos empresários e pessoas que normalmente têm fortes variações na renda devem prever uma reserva maior. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Onde aplicar </span><br />Um fundo de emergência não precisa render muito, mas tem que ter alta liquidez. Ou seja, você deve poder lançar mão do dinheiro com simplicidade e rapidez. Poupança, CDBs ou um fundo de renda fixa com um ou dois dias de carência para crédito após um resgate podem ser boas opções. <br /><br />Portanto, se você ainda não montou sua reserva de emergência, comece agora mesmo.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Qual é o seu perfil de investidor? </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:39:57 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1931</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Identificar seu perfil de investidor é fundamental na hora de fazer uma aplicação, seja em um fundo de investimento ou de previdência. Mas, para saber a que turma você pertence, o primeiro passo é determinar o risco a que está disposto a correr.<br /><br />• Se você é o tipo de pessoa que tem a segurança como fator primordial para traçar suas estratégias de investimento e vai precisar do seu dinheiro em curto prazo, é um conservador. <br />• Por outro lado, se aceita correr alguns riscos em busca de uma rentabilidade maior e vai precisar do dinheiro em médio prazo, você pode ser identificado como um investidor moderado. <br />• Já se aceita correr riscos extremos em busca da máxima remuneração e pode esperar um bom tempo para resgatar as aplicações, você integra o grupo dos investidores agressivos. <br /><br />Identificado o seu perfil, o segundo passo é escolher o investimento. Fundos de renda fixa, DI, CDB e títulos do Tesouro pré e pós-fixados costumam ter menos oscilações na rentabilidade e são ideais para o conservador. Já se você é um moderado, diversificar as aplicações entre fundos conservadores e agressivos (ações e multimercado) é o usual. Agora, se você é agressivo, certamente vai preferir aplicar a maior parte de sua reserva em ações ou fundos multimercado, que podem apresentar perdas repentinas, mas, a longo prazo, apresentam um histórico de rentabilidade maior que as outras aplicações. <br /><br />Seja como for, especialistas sugerem que a diversificação é sempre uma boa opção. A idéia é ter uma parcela em ativos conservadores, para emergências, e outra em moderados e agressivos. <br /><br /><br />(Fontes: Revista Você S/A e O Globo)<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Seguro de vida ou de acidentes? </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:37:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1930</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Planejar não significa apenas traçar metas, poupar dinheiro, investir na carreira ou economizar para a aposentadoria: é preciso também estar preparado para enfrentar os imprevistos. Por isso, conforme explicado nas edições anteriores, um planejamento financeiro só pode ser considerado completo quando inclui uma apólice de seguro de vida, especialmente para aqueles cuja renda influi na receita da família. Mas, antes de contratar, é preciso conhecer as características do produto e avaliar suas necessidades. <br /><br />Os dois tipos de seguro mais comuns no mercado são o de vida e o de acidentes pessoais. A diferença principal entre eles é a cobertura: o de acidentes não cobre morte natural. A indenização do produto é paga em caso de invalidez ou falecimento causados por acidente – um ato involuntário, externo e súbito. Já o seguro de vida possui uma cobertura mais ampla, cobrindo tanto a morte considerada natural como a acidental. Por isso, o custo do seguro de acidentes pessoais costuma ser menor que o de vida. <br /><br />Portanto, antes de tomar a decisão, pare e avalie: em que fase da vida você se encontra? Possui dívidas? Quantas pessoas precisam do seu dinheiro para viver? Qual o grau de dependência financeira dos seus filhos e cônjuge? Analisando essas questões, fica mais fácil descobrir o tipo de seguro ideal para você.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Quanto custa a felicidade</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:37:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1929</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Para o filósofo americano Jacob Needleman, professor da Universidade Estadual de San Francisco, na Califórnia, alguém só se conhece quando compreende o papel que o dinheiro tem na sua vida. Para ajudar nessa tarefa, alguns estudiosos criaram perfis baseados em estilos de se lidar com o dinheiro. Para a socióloga Glória Maria Garcia Pereira, autora de A Energia do Dinheiro, existem sete perfis principais, criados inconscientemente durante a nossa primeira infância. Entre esses grupos, destacam-se os equilibrados, que lidam bem com a grana. Para essas pessoas, o carro é um meio de transporte - que, sim, pode ser confortável, grande e seguro - , mas não é um símbolo de status. Mesmo com uma conta recheada, o equilibrado não usa sua riqueza para obter vantagens pessoais ou para se impor diante dos outros. O dinheiro não é uma fonte de poder. Ele pode ser usado para ajudar os outros, para fazer o bem à humanidade. <br /><br />Mas os equilibrados são minoria. Segundo Glória, não ultrapassam 20% da população. O resto de nós perdeu de vista o significado original do dinheiro: um pedaço de papel ou metal, criado no século 7 a.C. pelos gregos para facilitar as trocas de bens entre as pessoas. É verdade que o mundo mudou muito desde então, não dá nem para comparar. E acabou que, hoje, passamos a enxergar no dinheiro coisas que não cabem estampadas nem em uma nota de cem dólares. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Auto-estima </span><br />"Dinheiro é uma droga. Ele pode nos dar a sensação de que somos melhores e mais importantes do que realmente somos", diz Needleman, autor do best seller O Dinheiro e o Significado da Vida. Isso acontece porque entregamos ao dinheiro uma parte de nossa auto-estima. Com as coisas que podemos comprar com ele - o carrão, a roupa da moda, o último modelo de celular - nós nos sentimos melhores, mais ajustados socialmente e aceitos por nossos pares. Quem nunca viveu a situação de se sentir pior por comparecer a uma festa com uma roupa inapropriada, por exemplo? Ou teve vergonha do Fusquinha 74 quando todos os amigos tinham carros do ano? É como se fôssemos piores por não podermos ostentar o que os outros têm. E, pelo contrário, quando temos dinheiro e podemos comprar tudo o que queremos, nós nos sentimos mais poderosos, mais fortes. <br /><br />A riqueza virou uma medida do que somos. Já não somos mais avaliados por nossa sabedoria, nossa habilidade em criar bem os filhos ou pela capacidade de fazer o bem à humanidade. E isso importa tanto quanto o conforto que o dinheiro compra. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Segurança </span><br />Muita gente poupa compulsivamente, achando que sua segurança depende do número de dígitos da conta bancária. Até certo ponto, essa preocupação é natural. Afinal, temos os filhos para criar, a velhice por atravessar e as emergências para enfrentar. Mas pouca gente faz as contas para ter uma idéia de quanto vai precisar para isso tudo, e vai guardando, guardando, desesperadamente. "Algumas pessoas acumulam muito mais dinheiro do que seriam capazes de gastar numa encarnação inteira. Isso não faz sentido", afirma o mestre espiritual Sri Prem Baba, líder da irmandade Ordem da Luz, de São Paulo. <br /><br />Essa busca frenética por segurança, no fundo, esconde uma tremenda falta de autoconfiança. A coisa é simples: se temos confiança em nós mesmos, se acreditamos que somos capazes de desempenhar bem uma função qualquer que nos garanta o sustento pelo resto de nossas vidas, não precisamos ficar poupando alucinadamente. E, assim, no lugar de buscar segurança no dinheiro guardado no banco, nossa segurança vem de nós mesmos. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identidade </span><br />Antes de o mundo se tornar tão individualista, as pessoas se reconheciam pelo que eram, pelo que faziam ou sabiam. Mas, hoje, cada vez mais somos identificados pelo que temos. Assim, um empresário que se preze precisa ter um carro importado na garagem, andar com seguranças, ter uma casa no campo e outra na serra, viajar pelo menos uma vez por ano para a Europa e fazer festas inesquecíveis nas datas especiais. <br /><br />Essas coisas constroem sua identidade de homem-rico-bem-sucedido. E, no final, boa parte de sua vida acaba sendo gasta na manutenção da aura de sucesso. Estranho. <br /><br />Isso é tão importante que, segundo pesquisas em casas lotéricas, a maioria dos apostadores não almeja o prêmio máximo. Eles sonham em ganhar uma quantia suficiente para pagar dívidas e dar liberdade de escolha em relação ao trabalho. "Eles temem que o dinheiro mine sua identidade. Afinal, identidade é um conceito estabelecido a partir do lugar social das pessoas, por seus objetivos e lutas, e uma grande soma de dinheiro pode destruir tudo isso", diz o sociólogo escocês Nigel Dodd, da Universidade de Glasgow, autor de A Sociologia do Dinheiro. <br /><br />O administrador de empresa Luiz Roberto Aguiar, de São Paulo, percebeu a arapuca em que estava se me- tendo e tomou uma decisão radical: vender sua Mitsubishi Pajero depois de colocar no papel o quanto gastava por ano com o carrão. "Vi que se andasse de táxi para todo canto ainda gastaria bem menos", diz ele. Para muita gente, que relaciona o carro a um símbolo de status, não seria nada simples tomar uma decisão como essa. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Aceitação </span><br />Para muitos, o dinheiro também é o caminho mais fácil para obter a aceitação de seus pares. Somente com o dinheiro, imagina-se, é possível conquistar afeto e ser admirado. A origem dessa confusão começa na infância, quando os pais substituem amor pelos presentes. A criança fixa a idéia de que afeto e dinheiro são a mesma coisa. E a sociedade de consumo reforça essa tese. Os comerciais correlacionam o poder financeiro à realização afetiva: é o celular que só garotas magrinhas usam, o desodorante que garante sexo animal e até a margarina que vem com uma família perfeita junto. Isso leva muita gente a acreditar que para ser aceita - e amada - precisa da roupa, do carro e do perfume certos. A gente nem percebe, mas, a não ser pelos pais, "esses caretas que não entendem nada", não há mais ninguém mostrando às crianças as coisas valiosas que não aparecem nas propagandas, simplesmente porque nenhuma empresa pode embalar e vender. Coisas como espontaneidade, nobreza de atitude, valores, amizade. Coisas que não custam nada, mas valem muito. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dinheiro traz felicidade? </span><br />Parece piada, mas muitos economistas já se debruçaram sobre essa pergunta. E recentemente algumas pesquisas trouxeram respostas interessantes. O consenso entre os economistas até agora é de que, sim, o dinheiro traz felicidade. Os ricos, aparente- mente, são mais felizes que os mais pobres, mas... existem vários "mas", descobriram os economistas Richard Easterlin, da Universidade de Sou- thern California, nos Estados Unidos, e Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, Inglaterra, que pesquisam o assunto separadamente. <br /><br />Em primeiro lugar, essa relação tem limite. Depois de um nível básico em que as necessidades e alguns luxos estão atendidos, mais dinheiro não traz felicidade extra. "Uma vez que você já tenha dinheiro suficiente para assegurar seu bem-estar, qualquer centavo extra não traz uma gota a mais de felicidade, a não ser que ele seja usado para a satisfação dos outros", diz a psicóloga Denise Ramos, da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP). Além disso, o efeito de um aumento de renda ou do ganho de uma bolada tem duração limitada. "Paira sobre a humanidade a maldição de nunca estar satisfeita com aquilo que tem", diz Oswald. <br /><br />Então, de onde vem a felicidade? Há alguns anos, junto com o professor David Blanchflower, Oswald calculou quanto valem, em dólares, algumas conquistas corriqueiras da vida, com base em milhares de entrevistas feitas na Inglaterra. Os números, evidentemente, foram estimados para um país rico, e devem ser vistos como são: tentativas de mensurar o imensurável, comparações matemáticas. Mas, se a moeda corrente é a principal medida do valor das pessoas hoje em dia, é bom você saber valorar algumas conquistas que a gente não leva em conta, quando faz as contas. Por exemplo, segundo os dois economistas, a felicidade de estar casado equivale a um aumento de 24 mil reais na renda mensal. Por outro lado, uma viuvez representa uma perda de 50 mil reais no salário."A importância dos relacionamentos para o bem-estar aparece com destaque nos levantamentos", afirma Oswald. No final, dos números brotou algo tão óbvio quanto surpreendente de se ver em estudos econômicos: a constatação de que a felicidade, afinal, vem dos contatos pessoais, dos relacionamentos, das atividades que se faz, enfim, do fato de viver. Quando o dinheiro é usado para viabilizar isso tudo, ele também traz felicidade. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Qual é o seu perfil? </span><br /><br />Pão-duro - Ele tem medo de um dia ficar sem dinheiro e, por isso, guarda tudo o que ganha. Não vive o presente e deixa tudo para um futuro sem data. Essa atitude está ligada a alguma carência da infância, de afeto ou de alimento, por exemplo. No fundo, o sovina acredita que o dinheiro pode completá-lo, oferecendo o carinho ou o amor que não recebeu quando criança. <br /><br />Gastador - Consumista compulsivo, para ele o que importa é o prazer do momento. Em geral, são pessoas com baixa auto-estima, que usam o dinheiro para construir a própria identidade e serem aceitas. A raiz desse problema pode estar em uma infância sem limites, em que a criança teve o que quis. <br /><br />Escravo - Para ele, o dinheiro não é um meio, mas um fim. Ele só quer saber de acumular. A origem desse comportamento pode estar em uma educação severa, sem espaço para exprimir vontades e idéias pessoais. Quanto mais ganha, mais quer ganhar e, por isso, mas escravizado se sente. Pode estar relacionando o dinheiro à segurança e, ao mesmo tempo, ao poder.<br />&nbsp;<br />Desligado - Não sabe bem quanto recebe, nem o valor das coisas. Emocionalmente imaturo e dependente do outro, o desligado tem sempre alguém que organiza sua vida financeira. A origem disso pode ser uma infância protegida, em que a criança recebia o que precisava sem pedir. Para essas pessoas, o dinheiro é uma coisa impura e indigna. <br /><br />Confuso - Não sabe lidar com as próprias emoções nem com a dinâmica do dinheiro, baseada na troca. Costuma dar o que tem e o que não tem para entes queridos porque confunde afeto com dinheiro. É atormentado por carências afetivas e sentimentos de culpa. Para esse indivíduo, o dinheiro, além de um instrumento de troca, é o recurso principalpara ser aceito socialmente. <br /><br />Raivoso - Fica irritado só de ouvir falar no assunto. A maior parte não sabe ganhar dinheiro e geralmente ganha menos do que gostaria. Neste perfil também se enquadram filhos de famílias ricas que não podem decidir de que forma usar o dinheiro, já que o controle da grana pertence ao pai. São pessoas que enxergam no dinheiro uma fonte de poder e realização pessoal. Eles acham que, na hora em que colocarem a mão na grana, seus sonhos se realizarão e eles atingirão um estado de plena satisfação. <br /><br />Equilibrado - Gente que sabe o que quer e que trabalha para ganhar o necessário para fazer o que deseja. Os equilibrados são confiantes, conhecem os limites de seus desejos e de suas possibilidades e sabem lidar com a frustração. Mas não são passivos. Sabem dosar os gastos com a poupança para emergências. Como lidam bem com o dinheiro, sabem compartilhar com os outros e aproveitar a vida. <br /><br />Yuri Vasconcelos <br /><br /><br />Fonte: Site Revista Vida Simples<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Você exagera na hora das compras?</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:33:01 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1928</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você está na fila de uma loja de departamentos e, enquanto espera sua vez de pagar, é tentado por prateleiras repletas de biscoitos, chocolates, DVDs, revistas etc. Essa crescente oferta de produtos associada à publicidade em massa é capaz de transformar um cidadão comum em um comprador compulsivo. <br /><br />O ato de comprar indiscriminadamente pode se tornar uma doença, conhecida como oneomania. Esses compradores não são guiados pela necessidade, mas pelo simples prazer de adquirir alguma coisa, independentemente do seu significado. <br /><br />Apesar da oneomania atingir apenas uma pequena parcela da população, muitas pessoas agem como gastadores compulsivos, não resistindo a promoções, e comprando coisas que não vão usar. A conseqüência, muitas vezes, é um enorme remorso após a saída da loja. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Especialistas ensinam como se controlar </span><br />O melhor a fazer é contar até dez, vinte se for preciso, antes de adquirir um bem e se questionar: Isso é prioridade para mim? Estou comprando isso para satisfazer a minha vaidade ou porque preciso? <br /><br />Vale lembrar que gastos desnecessários ou fora de hora podem impedir você de ter uma poupança, investir no futuro ou realizar aquele sonho. Pense nisso!<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Se o amor acaba, a dívida fica</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:32:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1927</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Nos casamentos desfeitos, as mulheres são as que mais sofrem com as dívidas dos ex-companheiros. Seja por falta de planejamento, entrega do controle financeiro para o homem, falta de experiência para investir em um negócio conjugal, o fato é que, quando o amor acaba, elas acabam assumindo contas que não estavam no seu orçamento.<br /><br />Numa relação a dois, as mulheres, em geral, são pressionadas a serem fiadoras das aventuras e iniciativas masculinas. Seus nomes costumam ser usados na compra de apartamentos, na abertura de negócios ou para arcar com dívidas. E, muitas vezes, a mulher se compromete financeiramente sem ao menos ler o contrato. Com o fim do casamento, para não ficar com o nome sujo, elas acabam pagando a conta e tendo mais dificuldade para reestruturar a vida. <br /><br />Segundo Mara Luquet, especialista em educação financeira, em comentário na rádio CBN, não se deve misturar relações afetivas com questões de dinheiro. Advogados e especialistas recomendam até que casais assinem contratos na hora da mulher abrir mão do carro para financiar o MBA dele, por exemplo. Questões financeiras devem ser discutidas abertamente pelo casal, até como forma de preservar o casamento. Afinal, o dinheiro ou a falta dele é considerado a maior causa das separações. <br /><br />Fonte: CBN - talk show “Saúde financeira da família: da mesada à herança”. <br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como investir, dos 20 aos 50 anos</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:23:30 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1926</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;">Aos 20</span><br />Invista no mínimo 20% da renda mensal. Gaste menos do que ganha. No caso de aumento salarial, procure não mudar rapidamente o padrão de vida. Receba o salário, aplique o percentual escolhido e só depois gaste o dinheiro. Plano de previdência: faça investimentos arrojados. Que tal um fundo composto, com parte da reserva em ações? Nesse caso, eventuais perdas poderão ser recuperadas com o passar dos anos.&nbsp; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Com 30</span><br />Caso necessário, reduza o valor das aplicações mensais para investir em uma especialização. Se estiver casado e com filhos, faça um seguro de vida. Plano de previdência: que tal trocar o VGBL pelo PGBL quando tiver aumento de renda e começar a declarar Imposto de Renda pelo formulário completo? <br /><br /><span style="font-weight: bold;">40 anos</span><br />Diminua a parcela de seus investimentos em renda variável, para evitar perda do patrimônio. No máximo, 40% em papéis de menos risco. Poupe para quitar a casa. Plano de previdência: recebeu participação nos lucros ou bônus da empresa? Deposite no plano. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">50 e poucos</span><br />Aplicações em renda variável devem ser reduzidas para, no máximo, 25% dos investimentos. Defina os projetos para a aposentadoria – parar ou não de trabalhar, manter ou não outra fonte de renda? Plano de previdência: hora de calcular quanto conseguiu acumular até agora e de que forma pretende receber a renda de aposentadoria. <br /><br /><br />Fonte: revista Você S/A, edição extra.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Prepare o bolso para o final do ano </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:20:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1925</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Com o final do ano chegando, é muito fácil entrar no embalo das festas e perder o controle do orçamento. Mas, para começar – e terminar – 2008 em paz com o bolso, é preciso se planejar. <br /><br />Uma boa dica é fazer uma lista de prioridades para o seu décimo-terceiro salário. Aproveite também para verificar se você está aproveitando ao máximo os benefícios fiscais que alguns planos de previdência oferecem, como o PGBL. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fim das dívidas</span><br />Se você possui dívidas, reserve a grana extra do final de ano para exterminá-las. Comece pelas que cobram os maiores juros.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Freio no consumo</span><br />Economize para as despesas inevitáveis que virão pela frente. Restaurantes, viagens de final de semana, compras por impulso... Veja onde dá para cortar e mãos à obra.<br />&nbsp;<br /><span style="font-weight: bold;">Festas e presentes </span><br />Se o dólar mantiver a trajetória de alta, é provável que os importados aumentem de preço. Que tal repensar a compra daquele computador? O vinho francês pode ser substituído pelo vinho nacional. Deixe para presentear só os filhos, os outros podem entrar no amigo oculto.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Viagens de férias</span><br />Com a situação econômica mundial, a tendência é que os gastos com viagens fiquem mais caros. Para garantir preços, é bom fazer as reservas com antecedência. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Compras à vista</span><br />Sempre que possível, pague à vista e negocie descontos. Num momento em que especialistas aguardam um desaquecimento da demanda, é mais fácil garantir reduções de preço. Evite fazer dívidas, pois os juros estão em alta.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Benefícios fiscais</span><br />Faça as contas para saber quanto você investiu em previdência neste ano. Se o seu plano é o PGBL, você tem direito a deduzir até 12% da sua renda bruta anual. Assim você diminui o valor do imposto a pagar no ano que vem ou aumenta o valor da sua restituição. Em breve você receberá mais informações da Icatu Seguros sobre isso.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como aumentar a família sem estourar o orçamento</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:18:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1924</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Qualquer gravidez pode virar a vida dos futuros pais de ponta a cabeça, sobretudo os marinheiros de primeira viagem. Para perder noites de sono só com o choro do bebê, o melhor é começar a poupar 10% do orçamento antes de engravidar. Mas se a cegonha apareceu antes do esperado, o ideal é reorganizar o orçamento para juntar cerca de 15% da renda mensal até o sexto mês de gestação. Essa reserva vai ajudar a bancar os gastos com a saúde e o bem-estar do bebê.<br /><br />Segundo especialistas, uma família de classe média gasta cerca de 30% do orçamento doméstico com o bebê. Então, é fundamental fazer uma lista com todas as despesas previstas para a gravidez e os primeiros meses após o parto. Evite o deslumbramento diante das vitrines para não comprar em excesso, por isso, avalie bem o preço e a necessidade de cada item. Os gastos podem ser organizados em seis categorias: quarto do bebê; enxoval; saúde (vacinas, remédios e plano de saúde); higiene (fraldas descartáveis e produtos de limpeza); acessórios (carrinho, banheira, bebê-conforto) e babá ou creche. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Economia que vem do berço</span><br /><br />•Priorize gastos com saúde<br />O atendimento médico é prioridade para a gestante e custos com parto podem chegar a R$ 8 mil. É bom estar preparado se você não tem plano de saúde. Se você já tem cobertura, verifique se haverá mudança do valor com o nascimento do bebê, se o convênio aceita a inclusão de dependentes e os prazos de carência para exames e consultas do bebê; <br /><br />•Conte com o chá-de-bebê<br />Compre a maior parte do enxoval após o chá-de-bebê, que deve ocorrer no sexto mês de gravidez. Assim, você tira da lista de compras os itens que já ganhou de presente e se concentra no que está faltando; <br /><br />•Reavalie o enxoval<br />As listas de lojas podem ter itens desnecessários. Evite comprar várias peças e sapatinhos do mesmo tamanho, pois o desenvolvimento do recém-nascido é bem rápido (compre sempre itens um ou dois números maiores);<br /><br />•Recicle<br />Aproveitar as peças de enxoval ou móveis dos filhos de familiares ou amigos próximos pode gerar uma boa economia;<br /><br />•Calcule as despesas principais<br />Faça uma média do quanto você vai gastar com leite, medicamentos, fraldas descartáveis e lenços umedecidos; <br /><br />•Avalie a estação do nascimento<br />Se o bebê nascer no calor, as roupas de inverno para recém-nascidos (cobertores, macacões de plush) podem ser dispensadas. Limite-se a comprar poucas peças para o frio;<br /><br />•Faça um seguro de vida<br />O seguro é uma forma de garantir a manutenção do padrão de vida dos filhos na falta dos pais. <br /><br />Fonte: site Globo.com<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Projeto aposentadoria </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:15:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1923</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[De 1940 ao ano 2000, a expectativa de vida do brasileiro pulou de 45,5 anos para 70,4 (um expressivo aumento de 24,9 anos). Com os avanços da medicina e a melhoria nas condições gerais de vida da população, é quase certo que viveremos muito mais do que nossos avós e bisavós. E, como conseqüência, passaremos muito mais anos também na terceira idade. <br />No entanto, já foi tempo em que fazer 50, 60, 70 anos significava vestir o pijama, calçar o chinelo e ir para a poltrona ver TV. Os novos cinqüentões e sessentões têm encarado a aposentadoria como a oportunidade de colocar em prática antigos projetos, seja porque precisam complementar a renda, querem manter-se ocupados ou buscam a auto-realização.<br /><br />Planejar desde cedo um plano B para a terceira idade pode ser uma forma de garantir uma vida longa, feliz e financeiramente estável. O segundo projeto pode ir do voluntariado, do investimento numa outra carreira, à abertura do próprio negócio. Mas, de qualquer forma, garantir uma reserva em dinheiro para isso é indispensável.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dicas para formular o plano B:</span><br />•O ideal é que a aposentadoria seja planejada desde o início da carreira, para não haver uma descontinuidade das atividades. Aos que não pensaram no assunto antes, são necessários, pelo menos, dois anos para programar o que se vai fazer depois de se aposentar;<br />•Forme um fundo generoso de reserva. Tenha disciplina para investir e manter intocável a quantia relativa ao suporte à sua aposentadoria. Evite dívidas e tenha uma despesa fixa mensal baixa;<br />•Se a idéia é partir para uma segunda carreira ou dedicar-se a outra atividade, leve em conta suas habilidades pessoais. Invista no autoconhecimento e desenvolva desde cedo as competências necessárias para as novas funções;<br />•Cuidado para não confundir hobby com negócio. Mesmo que você adore cozinhar, não adianta querer abrir um restaurante se você desconhece completamente o segmento e as práticas da boa administração;<br />•As pessoas mais velhas têm muito a contribuir para a sociedade, para a família e também para a economia. Estudos mostram que a presença do idoso no ambiente profissional faz com que os conflitos entre chefes e empregados diminuam;<br />•Profissionais liberais, que prestam serviços sem vínculo empregatício, também precisam planejar-se. Mesmo que tenham maior facilidade em lidar com mudanças e novas formas de trabalho, eles não contam com os benefícios legais do trabalho fixo, como FGTS, férias e 13º salário;<br />•O dinheiro é importante, mas a saúde e o bem-estar estão em primeiro lugar. Cultive as boas relações com amigos, família e parceiros. Cuide da alimentação e pratique atividades físicas.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Inimigo íntimo do orçamento </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:13:32 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1922</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Propostas de negócios mirabolantes e pedidos recorrentes de empréstimo são sempre uma dor de cabeça, principalmente quando feitos por familiares ou amigos íntimos com total inabilidade financeira. Por mais que seja incômodo, o melhor é respeitar os limites do seu orçamento e não se tornar refém dessas situações. Agradar a todos é impossível e, nesses momentos, é preciso saber dizer não de forma firme, com argumentos consistentes. <br /><br />Há muitas formas de ajudar sem precisar dar dinheiro. Até porque as chances de recuperar o empréstimo são mínimas. É mais sensato e inteligente dedicar parte do seu tempo ao amigo ou parente para ter uma boa conversa sobre organização financeira. Sugerir formas de obter crédito, orientar sobre investimentos, indicar um novo trabalho, ensinar a manter as finanças sob controle ou estudar o orçamento para sugerir cortar gastos com supérfluos. <br /><br />Esse tipo de ajuda pode fazer com que a pessoa até mude de vida. Estando disponível, você consegue demonstrar cuidado, preocupação, carinho e ainda preservar a amizade e o bom relacionamento. Para isso, é fundamental lidar com a situação com firmeza e sinceridade, expondo claramente seus objetivos de vida e o quanto você trabalha para sua independência financeira. Ao cortar o mal pela raiz, você evita tornar-se uma fonte de empréstimos sem fim. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Pecados cruciais: </span><br />•Ter dificuldade em dizer não; <br />•Fazer crediário para os outros em seu nome;<br />•Deixar seus cheques com terceiros; <br />•Apostar em sociedades ou negócios da China; <br />•Envolver-se com chantagens sentimentais; <br />•Emprestar dinheiro (se o fizer, é bom pensar que ele pode não ser pago); <br />•Não assumir a liderança das finanças quando o descontrolado morar em sua casa.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A primeira lição financeira a gente nunca esquece </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:10:40 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1921</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Numa sociedade com tantos apelos de consumo, o número de jovens que iniciam a vida adulta com problemas financeiros vem aumentando. Segundo pesquisa do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o percentual de inadimplentes entre menores de 20 anos chegou a 7% em 2007. Em 2002, esse percentual era de 2%.<br /><br />Especialistas ensinam que as bases da relação do indivíduo com as finanças são construídas a partir dos cinco anos de idade. Por isso, aprender a lidar com o dinheiro desde criança pode facilitar o gerenciamento do orçamento no futuro. São quatro as principais noções a passar: o que fazer para ganhar, como poupar, como controlar os gastos e quanto doar.<br /><br />Mesadas ou semanadas a partir dos seis anos (quando as crianças já têm noção de números) são boas práticas. Os pequenos devem também ser convidados a participar do orçamento familiar. Mas o exemplo é fundamental. Qualquer lição vai por água abaixo se os pais saem por aí gastando tudo o que ganham, "comprando" o amor dos filhos com presentes fora de hora e desperdiçando em casa.<br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Por onde começar</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Visita ao trabalho</span>: é preciso que os filhos saibam de onde vem o dinheiro dos pais e o que eles fazem para ganhá-lo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Datas fixas para presentes:</span> estabelecer momentos de presentear (aniversário, Natal etc.) é fundamental para que as crianças dêem valor ao que foi recebido. Não premie os filhos pelo bom desempenho em tarefas domésticas ou escolares, que são obrigações.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Poupança:</span> incentivar o filho a ter um cofrinho é ótimo. Com isso, a criança aprende que, ao guardar dinheiro, pode atingir um objetivo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Passeios ao supermercado:</span> acompanhar as compras do mês é uma boa experiência se os pais conversam sobre os gastos da casa, mostram os itens da lista e ensinam a comparar preços.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mesada ou semanada:</span> antes dos 11 anos, o ideal é a semanada porque facilita o controle dos gastos. O valor e a data desse incentivo precisam ser definidos, sem antecipar ou atrasar o pagamento nem aumentar o valor.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Vigilantes do cofre</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:03:39 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1920</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[&nbsp;Veja algumas dicas para se organizar financeiramente:
<ul>
  <li>Um dos primeiros passos é se perguntar o quanto você pode poupar por mês. Analisar com cuidado o seu orçamento e estabelecer uma meta de poupança mensal em função de seus gastos é uma maneira de se planejar;</li>
  <li>Outra dica é anotar suas despesas por uma semana, assim é possível ver o que foi gasto desnecessariamente. Tentar economizar semanalmente essa quantia é um ótimo exercício de controle;</li>
  <li>Evitar ter mais que dois cartões de crédito. Dessa forma, pode-se controlar melhor as despesas;</li>
  <li>Manter as contas organizadas ajuda a visualizar as despesas. Guarde em envelopes separados extratos bancários, contas de luz, água, telefone, carnês e notas fiscais de suas compras;</li>
  <li>Usar os serviços on-line oferecidos pela maioria dos bancos é um excelente meio de organizar e controlar as finanças.</li>
</ul>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Salário alto não significa estabilidade financeira </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:01:40 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1919</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Ter um alto salário não é sinônimo de estabilidade financeira. O crescimento da renda mensal tende a aumentar também o padrão de consumo. Uma pesquisa da empresa Produtive (que atua na recolocação profissional), publicada pelo jornal Valor Econômico, aponta que 15% dos executivos brasileiros com salários entre R$ 12 e R$ 20 mil estão quebrados e gastam até 70% a mais que o seu orçamento mensal. Tudo porque perderam o controle de suas despesas.<br /><br />Quanto maior a renda, maior tem que ser também o cuidado com o orçamento. A lição fundamental é planejar os gastos de forma que não extrapolem o rendimento mensal. Um pecado capital que profissionais de alta renda costumam cometer é considerar como renda até os limites do cheque especial e do cartão de crédito. Assim, contraem dívidas que não são capazes de arcar todos os meses. Quem vive dessa forma está destinado ao colapso financeiro.<br /><br />Evitar consumir demais é a melhor maneira de prevenir o caos financeiro. Para aprender a lidar com o consumo, você pode aplicar dois conceitos de economia: custo de oportunidade e trade-off. O custo de oportunidade é relacionado à taxa de juro e consiste no cálculo do impacto que cada item consumido tem sobre sua renda. Ou seja, se a taxa de juro for alta, pode ser melhor deixar o dinheiro aplicado a gastá-lo com algo que não é fundamental. <br /><br />Já o trade-off indica uma situação em que há conflito de escolha, isto é, uma ação econômica que visa resolver um problema, mas acarreta outro, obrigando a uma escolha. O trade-off de consumir em excesso é comprometer o orçamento e desgastar o bem-estar pessoal e profissional. Então, comece a calcular os impactos de seus gastos.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Como organizar as finanças</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:59:57 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1918</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Luz, telefone, transporte, aluguel, supermercado, lazer com a família... São tantas as despesas mensais que no fim das contas, literalmente, sobra mês e falta dinheiro. A solução? Ainda é o velho e bom planejamento financeiro. Com um orçamento doméstico eficiente e organizado, é possível poupar e investir para o futuro. Para começar, faça um levantamento completo dos seus ganhos, despesas e necessidades. <br /><br />Primeiro, some a renda familiar prevista para o mês. Em seguida, liste todas as despesas fixas, como aluguel, condomínio, transporte, academia etc. e os gastos esporádicos. As tarifas cobradas pelos bancos também devem ser avaliadas. Despesas com presentes, passeios e investimento podem ser listadas em uma categoria separada.<br /><br />A seguir, vem a parte mais importante: cortar os excessos e negociar preços. Será que você precisa de uma conexão banda larga tão potente, por exemplo? Em vez de jantar fora, que tal colocar em prática seus dotes culinários? Pesquisar preços mais baixos de serviços semelhantes é outra dica. Com a economia obtida com pequenas mudanças você pode investir em grandes projetos para o futuro.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Baixa temporada: é hora de economizar</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:59:04 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1917</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Viajar em abril ou dezembro? São inúmeras as formas de economizar se beneficiando de baixas demandas e temporadas. Se você quer se divertir e ainda poupar um dinheirinho no final do mês, fique atento na hora de planejar a tão sonhada viagem de férias. Entre os meses de março a junho e de agosto a novembro, as viagens são normalmente mais econômicas. Nesse período, os descontos podem variar entre 30% e 40%. <br /><br />Mas não é só com férias que pode-se desfrutar desse tipo de economia. Sabendo organizar a agenda, é possível se beneficiar também nas academias e cinemas. Malhar na parte da tarde ou aproveitar as sessões em horários e dias promocionais, por exemplo, pode significar mensalidades e ingressos mais baratos. <br /><br />Outra forma de economizar é consumir frutas e legumes da estação, que são mais saborosos, baratos e ecologicamente corretos. Isso porque esse tipo de alimento cultivado fora da estação demanda grandes quantidades de agrotóxicos e, muitas vezes, longo transporte, o que acaba poluindo mais o ar. Aliás, os supermercados costumam ser mais baratos de terça a quinta-feira e domingo, para atrair a clientela, já que têm menos clientes. Vale aproveitar e evitar os dias mais concorridos.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Freie os instintos consumistas </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:54:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1916</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Aparelhos eletrônicos de última geração, carros zero-quilômetro e roupas de grife são exemplos de bens que, apesar de valorizados e caros enquanto estão nas vitrines, desvalorizam-se ao longo dos anos. Comprá-los em excesso pode impedir o acúmulo de patrimônio e o aumento de seus recursos. <br /><br />Não se iluda achando que a compra de blackberries potentes, home theaters modernos ou carros luxuosos é um grande investimento. Se você precisar vendê-los, certamente conseguirá muito menos do que gastou. Ou seja, são bens passivos, que não trazem ganhos de capital nem rendimento de juros.<br /><br />O ideal é separar sempre um percentual dos recursos para adquirir bens ativos, que se valorizam e podem gerar renda. Dê prioridade à aquisição de investimentos que sempre trazem retorno financeiro.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Antes de juntar as escovas de dente</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:53:20 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1915</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Combinar financeiramente pode ser crucial para a duração de um casamento. A afirmação pode soar materialista, mas planejar as finanças em conjunto e definir como os recursos financeiros serão aplicados é fundamental. O casamento é uma parceria de longo prazo, por isso, quanto mais você conhecer seu cônjuge, melhor. <br /><br />Lembre-se de que o relacionamento a dois vai muito além da compra do apartamento, do sofá e dos gastos com a decoração. Então, antes de juntar as escovas de dente, procure entender o perfil financeiro do seu par: econômico ou gastador. A opinião dos dois deve ser levada em consideração na hora de usar o dinheiro. Seguem algumas dicas.&nbsp; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">1. Conta-corrente conjunta ou individual?</span><br />O ideal é que cada um tenha uma conta para as despesas pessoais e outra para os gastos e patrimônio do casal. Mas respeite as despesas do parceiro.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">2. Casamento com ou sem divisão dos bens? </span><br />Chegar a um consenso sobre o tipo de união civil é a melhor forma de prevenir aborrecimentos e mágoas no futuro.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">3. Qual o momento de ter filhos?</span><br />Planejar a chegada do bebê vai evitar impactos financeiros e mudanças bruscas de vida. Os filhos vão gerar gastos “quase” que eternamente no orçamento. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">4. Onde investir?</span><br />Quando estiverem escolhendo as aplicações (renda fixa, variável etc.), o melhor é respeitar a tolerância ao risco de cada um. Investimentos mais arriscados, se uma das partes não quer, pode gerar desentendimentos e prejuízos desnecessários.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">5. O que fazer com a aposentadoria?</span><br />Poucos casais planejam essa etapa da vida, mas é o momento em que o dinheiro economizado será mais necessário. É importante se programar para não depender apenas dos recursos garantidos pelo INSS.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A porca e a poupança  </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:46:42 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1913</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[No século 17, na Europa, já era comum juntar as economias em vasos de barro. Mas eis que o engenheiro militar – e também criador de suínos – Sebastian la Pestre teve uma idéia que acabou ganhando o mundo. Pelas mãos do francês, conhecido pelos feitos militares durante o reinado de Luis XV, o cofre ganhou a forma de porquinho.<br /><br />Criador de porcas reprodutoras, Sebastian calculou que, em dez anos, cada animal poderia ter seis milhões de descendentes, aumentando seus lucros. Por isso, Pestre concluiu que associar o cofre à forma do porquinho seria uma boa forma de ensinar crianças a juntar dinheiro.<br /><br />Ele estava certo. Quatrocentos anos após a invenção, o cofre de porquinho ainda é a forma mais conhecida de juntar moedinhas e ensinar às crianças, desde cedo, o hábito de poupar. Mesmo que poucos sejam capazes de fazer a mesma associação.<br /><br /><br />Fonte: www.se.df.gov.br<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A boa idéia do cofre norte-americano </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:45:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1912</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Nos Estados Unidos, o tradicional chá de bebê, conhecido como “baby shower” – reunião onde os amigos presenteiam os pais com peças do enxoval da criança que vai nascer – pode se revelar uma verdadeira aula de educação financeira.<br /><br />O Valor Econômico do dia 10/10/2007 publicou um artigo, na seção Família S/A, com a idéia de um presente no mínimo inusitado para nós brasileiros. Segundo o texto, no site de uma loja especializada em bebês, entre as sugestões de presentes para o “baby shower” (mamadeiras, fraldas e chupetas), está um cofre em formato de porquinho. <br /><br />O fato de presentear um bebê com um cofre já causa estranheza no Brasil, mas o mais interessante é a forma do cofre oferecido na loja. O porquinho possui quatro aberturas independentes: “save”, “spend”, “donate” e “invest” (em português, poupar, gastar, doar e investir). As moedas são depositadas em partes separadas, de acordo com a decisão do usuário.<br /><br />A intenção do cofrinho, portanto, não é apenas guardar dinheiro, mas fundamentalmente fazer o poupador pensar no seu planejamento financeiro. Sem dúvida, o cofre norte-americano é um bom exemplo de como planejar o orçamento e equilibrar as finanças – uma lição que, no Brasil, muitos adultos ainda estão longe de colocar em prática.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A arte de driblar as dívidas</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:44:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1911</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Poupar é muito importante. Mas a tarefa parece cada dia mais difícil. Por mais que você planeje o orçamento, os gastos básicos acabam consumindo toda a renda mensal quando não a extrapolam. <br /><br />As despesas com itens “indispensáveis” aumentam a cada dia: celular, TV a cabo, academia, internet, cartão de crédito, planos de saúde, crediários, empregada doméstica etc. Além dessas, as dívidas acumuladas, mês após mês, acabam virando despesas fixas, o que eleva o padrão de vida.&nbsp; <br /><br />A melhor forma de equilibrar as despesas é evitar comprar sem avaliar sua capacidade financeira e real necessidade de consumo. Para a boa administração dos recursos é importante levar em conta seus objetivos de vida e o orçamento com receitas, despesas e poupança. <br /><br />Então, tenha consciência dos gastos essenciais e passe a ser mais disciplinado com as finanças. Uma dica é listar as despesas fixas por três meses consecutivos para avaliar o que realmente é indispensável e cortá-las aos poucos. Alguns gastos são inevitáveis, como água, luz, alimentação, planos de saúde e educação. Mas talvez seja possível reavaliar outros.<br /><br />Siga, no seu dia-a-dia, algumas regrinhas: adie compras por impulso, junte dinheiro, só compre à vista, invista no longo prazo e fuja da histeria do mercado no curto prazo.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O futuro sustentável nas nossas mãos </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:40:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1910</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Durante a Semana Mundial do Meio Ambiente, diversos dados que denunciam a degradação ambiental foram lembrados com o objetivo de sensibilizar as pessoas para a necessidade de preservação e da busca de um modelo de desenvolvimento mais sustentável. <br /><br />Mas, se a semana dedicada ao meio ambiente costuma ser mais de lamentos do que de comemorações, há pelo menos indícios de que é possível frear esse avanço devastador sobre os recursos naturais dos quais dependemos para viver. E o consumidor tem um papel fundamental nesse processo em que todos são importantes, desde os que praticam pequenas ações cotidianas até os que mobilizam a comunidade ou procuram influenciar políticas públicas. <br /><br />A pesquisa “Como e por que os brasileiros praticam o consumo consciente”, divulgada pelo Instituto Akatu em 2007, aponta que 33% dos brasileiros adotam atitudes mais conscientes em seus atos de consumo. Esses consumidores não se preocupam apenas com os impactos sobre si próprios ou com os benefícios imediatos, mas pensam nos impactos positivos que suas atitudes têm sobre os outros e sobre o futuro. São pessoas com histórias semelhantes à da consultora pedagógica Bianca Castilho, de 34 anos. <br /><br />Desde janeiro deste ano, quando leu um folheto com dicas de coleta seletiva e sua importância para preservação ambiental, Bianca começou a separar lixo para reciclagem dentro de casa, no bairro Água Fria, zona norte de São Paulo. O material era depositado no posto de coleta do supermercado Pão de Açúcar. Meses depois, Bianca fez uma pesquisa na internet e descobriu que um caminhão da prefeitura recolhe o material reciclável toda semana em uma rua próxima à sua casa. <br /><br />“É tão gostoso saber que você pode fazer alguma coisa pelo meio ambiente que vira um vício, e você quer saber sempre mais”, revela a consultora, que diz evitar os produtos com embalagens descartáveis durante as compras. Dentro de casa, Bianca pratica ações simples como buscar reduzir o tempo do banho tanto dela como do marido, apagar as luzes acesas desnecessariamente e reaproveitar os alimentos. “Só não reaproveito roupas porque não sei costurar. Mas, para cada peça nova, sempre repasso uma similar antiga para alguma pessoa próxima que precisa”, conta. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Do individual ao coletivo </span><br />As atitudes de Bianca são apenas o primeiro passo para uma ação conjunta dos consumidores em defesa do meio ambiente. “Em geral, os consumidores começam a praticar o consumo consciente evitando desperdício dentro de casa e separando resíduos para reciclagem. O passo seguinte tem sido a mobilização de mais pessoas”, explica Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu. <br /><br />Foi assim que aconteceu com a advogada Célia Marcondes. Como consumidora, procurou dar destinação correta ao óleo de cozinha — que jamais deve ser jogado na pia, e sim armazenado em um pote e encaminhado à reciclagem. Depois de trilhar o caminho das pedras, Marcondes descobriu uma cooperativa que recolhe o resíduo. Mas, ela não parou por aí e se aproveitou da sua posição como presidente da Associação dos Moradores do Bairro Cerqueira César, em São Paulo, para mobilizar mais pessoas a encontrar uma solução para o destino do óleo. <br /><br />A mobilização resultou na instalação de pontos de coleta nos condomínios residenciais e comerciais. O volume de trabalho para coordenar o processo aumentou tanto que, há dois meses, a advogada fundou a ONG Ecoleo, que já recolhe mais de 1 milhão de litros de óleo de cozinha usado por mês. <br /><br />“É a lógica da logística reversa, pois estamos devolvendo às indústrias o que compramos delas e garantimos a eliminação de resíduos sem danificar o meio ambiente. Ainda por cima, geramos renda”, comenta a advogada. Hoje, a Ecoleo trabalha com oito beneficiadores — entidades que recolhem e limpam o óleo antes de vender às indústrias. <br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Influenciando a legislação </span><br />Além da sensibilização, educação e mobilização dos consumidores para o consumo consciente, políticas públicas viabilizadas por meio de leis são ferramentas que podem garantir uma escala maior às ações em defesa do meio ambiente e da sustentabilidade da vida no planeta. <br /><br />Foi o que percebeu o arquiteto Sérgio Prado, que desde 2002 trabalha na criação de processos de construção de casas populares a partir do reaproveitamento de matérias-primas como resíduos plásticos, orgânicos e minerais pós-consumo. Sua própria casa, construída na Baixada Santista é, segundo ele, 100% sustentável e de baixo custo. Mais da metade do processo de construção do modelo dispensa o uso de eletricidade. Os tijolos e paredes estruturais são feitos de taipa de pilão (terra crua socada) e parte das paredes são de garrafas PET, o que garante iluminação natural. A cobertura usa estruturas de madeira e resíduos plásticos. O custo é de R$ 650 por m², uma economia de mais de 25% em relação ao custo das casas convencionais. <br /><br />“Se as novas metas traçadas recentemente pelo Governo Federal para construção de casas populares considerassem esses projetos alternativos, seria uma oportunidade para dar uma reposta positiva ao problema do aquecimento global, já que daria utilidade àquilo que chamamos de lixo” alerta o arquiteto, também presidente da ONG Verdever. <br /><br />Sua proposta, hoje devidamente patenteada, já foi aprovada em diversos órgãos municipais e estaduais como um “sistema de construção interessante a todas as cidades do país ao funcionar como modelo sócio e ambientalmente correto”, segundo certificado do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). <br /><br />Em conjunto com várias entidades, Sérgio Prado discutiu a proposta com Célia Leão, deputada da Assembléia Legislativa de São Paulo, que a transformou no Projeto de Lei 1269/07 “Lixo Zero, Arquitetura Sustentável, Energia Renovável”. A proposta prevê, entre outros itens, a obrigação de reaproveitamento do lixo urbano em projetos sob responsabilidade de órgãos públicos. Protocolada em outubro de 2007, a proposta está pronta para ser discutida e encaminhada à votação pela Assembléia. <br /><br />“Tenho certeza que a proposta será aprovada, visto que ela não tem caráter punitivo. A proposta tem como objetivo principal conscientizar as pessoas de que lixo não existe. Além disso, prevê a construção de moradias de baixo custo e gera empregos. Outro fator que considero determinante é que o projeto prevê incentivos e convênios especiais às prefeituras que adotarem à proposta”, explica a deputada Célia Leão. <br /><br />Você também pode ajudar a construir um mundo mais sustentável. Veja abaixo algumas ações simples e cotidianas que, quando são realizadas por todos, têm um grande impacto positivo no meio ambiente e na sociedade: <br /><br />- Planejar suas compras <br />- Fechar a torneira ao escovar os dentes <br />- Usar integralmente os alimentos, evitando o desperdício <br />- Apagar a luz ao sair de um ambiente <br />- Desligar um aparelho eletrônico quando não está sendo necessário <br />- Ler um rótulo atentamente antes da compra <br />- Usar os produtos até o final de sua vida útil, só comprando um novo quando for realmente necessário <br />- Dar preferência a produtos com selos de certificação, que indiquem uma qualidade diferenciada do produto seja ambiental, social ou de qualidade <br />- Compartilhar informações sobre empresas e produtos com amigos e familiares <br />- Não comprar produtos piratas ou contrabandeados <br />- Separar o lixo para reciclagem. <br /><br /><br />Fonte: Instituto Akatu<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A pegada ecológica do boi </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:38:20 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1909</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Coma menos carne. Essa é a recomendação de dez entre dez ativistas ambientais em todo o mundo. Segundo o site GoodGuide, que criou um método de avaliar o impacto ambiental dos produtos que consumimos, o bife tem uma pegada ecológica três a sete vezes maior que a galinha. Ou seja, comer carne de vaca tem um impacto bem mais negativo para o meio ambiente do que um galeto. <br /><br />De acordo com o GoodGuide, até chegar ao seu prato, um bife de aproximadamente 500g consumiu 29 vezes mais água que a mesma quantidade de galinha e 50 vezes mais água que a soja. Segundo o Instituto Ciência Hoje, organização sem fins lucrativos vinculada à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a opção pela carne é a que exerce a mais pressão sobre o ambiente. Isso porque demanda maior consumo de recursos como terra e água, entre outros. <br /><br />Além disso, estoques de animais vivos mantidos para alimentação são responsáveis por 18% da emissão de todos os gases causadores do aquecimento global, segundo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, em inglês), em 2006. O levantamento inclui as emissões de metano provocadas pelo sistema digestivo dos animais, as emissões de CO2 geradas pelas queimadas para a formação de pastos, a energia usada na fabricação de insumos agrícolas, a energia gasta na produção de ração e no bombeamento de água, a energia dos procedimentos de abate e processamento das carcaças, o combustível usado no transporte de animais vivos e de produtos processados de carne, entre outras questões relacionadas à pecuária. <br /><br />Já existe até uma dieta do clima, proposta pela Agência de Impacto Ambiental da Holanda. Segundo ela, o consumo semanal per capita de carne não deve ultrapassar 400g. Com isso, a intenção é que se reduza a emissão dos gases estufa em 10%. <br /><br /><br />Com informações dos sites Instituto Ciência Hoje, Instituto Akatu e Mercado Ético.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Teste de felicidade é comentado na CBN</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:37:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1908</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Durante o Programa CBN Total, apresentado por Carlos Sardenberg, Mara Luquet falou sobre o Projeto Felicidade Interna Bruta da Icatu Seguros. A comentarista, que fala sobre aposentadoria e educação financeira, explicou a estratégia da empresa e convidou os ouvintes a fazerem o teste de felicidade, disponibilizado no site do FIB. <br /><br />Escute abaixo a matéria que aconteceu no dia 18/05/2009 entitulada de "Você é feliz?" no site da Icatu Seguros pelo link:<br /><br /><a href="http://www.icatuseguros.com.br/portalih/main.asp?View={344D5446-D67B-4EDB-80EE-EA59E4BCE4CC}&Team=&params=itemID={5FE8CEDD-EDA2-46CB-9B1D-D1603555C37D};LumisAdmin=1;&UIPartUID={D90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898}">http://www.icatuseguros.com.br/portalih/main.asp?View={344D5446-D67B-4EDB-80EE-EA59E4BCE4CC}&Team=&params=itemID={5FE8CEDD-EDA2-46CB-9B1D-D1603555C37D};LumisAdmin=1;&UIPartUID={D90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898}</a><br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Icatu Seguros apoia Operação Sorriso </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:35:05 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1907</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A Icatu Seguros, em comemoração à Páscoa, apoiou a Operação Sorriso do Brasil, organização voltada para a reparação de deformidades faciais. A instituição, sem fins lucrativos, se dedica a transformar a vida de crianças e jovens portadores de fissura lábio-palatina (lábio leporino e fenda palatina). <br /><br />No primeiro momento, a Icatu Seguros fez uma doação em dinheiro, o que possibilitou a cirurgia de cerca de 20 crianças. Os funcionários da empresa também foram estimulados a fazer doações, assim como os 40 mil clientes de previdência complementar. Ao final da campanha, a Icatu Seguros fez outra doação com o dobro do valor contribuído por seus funcionários. Com isso, a expectativa é que até o final do ano aproximadamente 60 crianças sejam favorecidas. <br /><br />A Operation Smile – nome adotado mundialmente – é a maior Organização Não-Governamental (ONG) dedicada a oferecer tratamento direto a crianças com fissura labial (lábio-leporino) e fissura palatal, e a prover simultaneamente educação para a multidisciplinaridade no tratamento, prevenção, nutrição e pesquisa. Com vinte e sete anos de atuação, já atendeu a mais de 120 mil crianças, em 27 países, dentre eles o Brasil. <br /><br />Veja os resultados do Programa de Maceió no endereço abaixo: <br /><a href="http://hotsite.icatuseguros.com.br/fib/download/relatorio-final_maceio-2009.pdf">http://hotsite.icatuseguros.com.br/fib/download/relatorio-final_maceio-2009.pdf</a><br /><br /><br />Fonte: Site Icatu Seguros<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Guia de Consumo Responsável de Pescados </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:34:02 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1906</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Uma das maiores tradições da Páscoa é reunir a família em torno de uma boa peixada, de preferência de bacalhau. Mas, para que hábitos como esse possam se repetir pelas próximas gerações, é preciso escolher com consciência o que levamos para a mesa. Por exemplo, evitando o consumo das espécies marinhas em extinção. <br /><br />Já existe um catálogo brasileiro que enumera com nomes populares as espécies em categorias de alerta de extinção. A iniciativa, inédita no país, foi de pesquisadores e estudantes das Faculdades de Oceanografia, Ciências Biológicas e Biologia Marinha do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), em Santos. O Guia de Consumo Responsável de Pescados começou a ser distribuído em dezembro de 2008 para a comunidade pesqueira e donos de restaurante. <br /><br />No guia, os pescados estão divididos em quatro categorias: Bom Apetite (sinal verde), para espécies abundantes sem problemas de conservação ou cultivadas em cativeiro; Coma com Moderação (sinal amarelo), para espécies com abundância ameaçada devido à atividade pesqueira; Evite (sinal vermelho), para espécies próximas à extinção como resultado da pesca intensiva; e Não, Obrigado! (sinal preto), para espécies proibidas para consumo. <br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Veja a lista: </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Bom Apetite (Sinal Verde) </span><br />Abrótea (bacalhau brasileiro), agulha, atuns (bonito), betara (perna-de-moça), bijupirá, cabrinha, camarão rosa, camarão branco, caranguejo vermelho, cioba vermelho, carapau, carapeba, carapicu, caratinga, cavala, cavalinha, corcoroca, dourado, peixe-espada, espadarte (meca), garoupa, guaivira, lulas, manjuba, manjubão, maria-luiza, mexilhão, miragaia, olhete, olho-de-boi, olho-de-cão, olhudo, ostra-de-mangue, ostra-japonesa, oveva, palombeta, pampo, parati, pirajica, prejereba, robalo, salema, salmonete, sarrão, savelha, sororoca, trilha, vieira, xaréu, xixarro. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coma com Moderação (Sinal Amarelo) </span><br />Agulhão (vela), anchova (enchova), bagres, baiacu, batata, bicuda, barracuda bicuda, pescada-bicuda, camarão rosa e camarão branco (pesca extrativa), camarão sete-barbas, camarão carabineiro, caranguejo real, caranguejo vermelho, caranguejo de profundidade, castanha, congro, congrio, corvina, galo, garoupa (não de cativeiros), goete, guaiúba, lagosta, lagosta-sapateira, lagostim, pitu, linguados, mangangá, merluza, miracéu, mexilhão (coleta em ambientes naturais), namorado, pargo, paru, frade, peixe-rei, pescadas, polvo, porco, porquinho, peixe-porco, raias, emplastros, Arraias, sardinha, siri, tainha e vieira (coleta em ambientes naturais). <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Evite (Sinal Vermelho) </span><br />Atuns (albacora), albacorinha, badejo, abadejo, cações ou tubarões, caranguejo-uça, caranha, cioba (pesca extrativa), cherne, lagosta (durante o defeso), lagosta-sapateira (durante o defeso), lagostim e pitu (durante o defeso), ostra-de-mangue, peixe-lua, emplastro-borboleta e raia-emplastro. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Não, Obrigado! (Sinal Preto) </span><br />Badejo-tigre, cação-anjo, caranha-vermelha, cioba-vermelha, mero, peixe-serra e raia-viola. <br /><br /><br />Fonte: site Instituto Akatu.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Em linha com os maiores pensadores do mundo </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:30:49 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1905</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A crise econômica mundial colocou em xeque muitos conceitos. Um deles é a utilização do PIB (Produto Interno Bruto) como parâmetro de desenvolvimento. Uma comissão formada por 24 economistas de renome e liderada por Joseph Stiglitz e Amartya Sen, ambos vencedores do Prêmio Nobel, está dedicada a buscar novos meios para calcular a atividade econômica. <br /><br />Em junho de 2008, a Icatu Seguros lançou o Projeto Felicidade Interna Bruta (FIB), provando que está alinhada a esse pensamento. O FIB da Icatu Seguros está sustentado por quatro pilares: a promoção de desenvolvimento sócioeconômico sustentável e igualitário, a promoção de valores culturais, a conservação do meio ambiente natural e o estabelecimento de boa governança. <br /><br />No mês de abril, quando esses pensadores apresentarem a conclusão de seus estudos, naturalmente surgirão indicadores e critérios bem diferentes. Mas o importante é que o debate sobre as medidas da produção econômica e as percepções subjetivas do bem-estar está aberto. <br /><br />Veja o anúncio da Icatu Seguros.<br /><a href="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/e-news/2009/03/img/curtas/00.jpg">http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/e-news/2009/03/img/curtas/00.jpg</a><br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Ícones da natureza já sentem o aquecimento global </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:26:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1904</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Algumas das espécies mais queridas do mundo estão correndo o risco de desaparecer ou diminuir muito o número de populações devido ao aquecimento global. Essa é mais uma razão para os líderes mundiais chegarem a um acordo justo, eficaz e responsável para combater as mudanças climáticas. Este é o resultado do relatório Mudanças Climáticas e Espécies, lançado no dia 16 de março pela Rede WWF. <br /><br />Cerca de 80% das espécies de corais do mundo – inclusive do Brasil - podem desaparecer em décadas, enquanto o urso polar pode estar totalmente extinto em seu habitat natural em 75 anos. Outras espécies encontradas no Brasil como golfinhos e baleias, pinguins, tartaruga e albatrozes também estão ameaçadas pelo aquecimento global. <br /><br />O relatório foi lançado 14 dias antes da Hora do Planeta 2009, um ato simbólico promovido mundialmente pela Rede WWF com o objetivo de mobilizar pessoas, governos e empresas pela luta contra o aquecimento global. <br /><br />No dia 28 de março, cerca de mil cidades em todo o globo vão apagar as luzes de ícones como a Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o Teatro Amazonas, em Manaus, a Torre Eiffel, em Paris, a Torre CN, no Canadá, a Ópera de Sidney, em Sidney e o Coliseu, em Roma. A expectativa da Rede WWF é de que um bilhão de pessoas também desliguem suas luzes no mesmo momento: das 20h30 às 21h30, causando uma onda de apagão pelo planeta e mostrando que a sociedade é capaz de se mobilizar em torno de uma causa tão importante como o aquecimento global. <br /><br />“Pode-se dizer que já é um consenso entre a maioria dos cientistas do planeta que o aquecimento global é causado pelo homem e que irá impactar fortemente os suprimentos de água e comida de muitos habitats”, alerta Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. <br />“Além dos problemas de suprimento, o aquecimento global deve provocar eventos climáticos mais freqüentes como tempestades, furacões, secas e inundações e muitas espécies de plantas e animais simplesmente não vão conseguir se mover rápido o suficiente para sobreviver”, completa Hamú. <br /><br />No Brasil, as espécies ameaçadas apontadas pelo relatório são: recifes de corais, baleia jubarte, baleia minke, tartaruga de pente e albatrozes. Outras espécies ameaçadas ao redor do globo são tigre-de-bengala, rato-canguru musky, pinguins imperadores e pinguins adelie, orangotangos, elefantes africanos, ursos polares. <br /><br />O ano de 2009 é crucial para o planeta, pois em dezembro governos de todo o mundo precisarão se unir para assinar um acordo global de clima justo e eficiente. <br /><br />“Não há mais tempo a perder. Em dezembro deste ano os líderes mundiais que participam da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague devem assinar um acordo global de clima para substituir o Protocolo de Quioto”, esclarece Hamú. “E o que nos preocupa é que as negociações internacionais têm se mostrado mais lentas que deveriam. Esperamos que esses líderes se motivem com a demonstração feita pela Hora do Planeta 2009 e agilizem suas discussões e decisões”, afirma.<br /><br />&nbsp;<br />Fonte: Site WWF<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Experiência para toda a vida </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:24:44 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1903</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[“Muita gente imagina que turismo sustentável é coisa para mochileiros. Mas, descansar em uma boa rede, apreciando uma vista incrível depois de comer a comida mais gostosa da região, é um luxo que este estilo de turismo proporciona”, conta Maria Teresa Junqueira Meinberg sobre o novo jeito que os brasileiros estão descobrindo para aproveitar as férias. Ela é uma das fundadoras da operadora de viagens Turismo Consciente, especializada em destinos pouco conhecidos e explorados no Brasil, principalmente na Amazônia. <br /><br />Viver esse tipo de experiência é uma tendência do turismo mundial, de acordo com o World Travel Trends, um estudo realizado anualmente sobre o setor de viagens e turismo. O estudo de 2007 destacava o surgimento de um novo perfil de viajante: em vez de ficar deitado numa praia, esse turista prefere praticar atividades culturais ou esportivas. Em suas viagens, ele busca hospitalidade, autenticidade, tradição e quer ter contato com a natureza, sempre preocupado com a sustentabilidade. No estudo divulgado em 2008, a previsão é de que essa tendência continuará nos próximos anos, apesar da crise econômica. <br /><br />No Brasil, o turismo sustentável vem se desenvolvendo graças à procura cada vez maior de pessoas que querem visitar lugares bonitos com menor infra-estrutura, mas de grande valor sociocultural. A Amazônia é considerada uma região de destino privilegiada por oferecer ainda muitos lugares naturais desconhecidos, e onde as comunidades estão sensíveis à atividade turística solidária. Não por acaso, as primeiras ações do Proecotur (Programa de Apoio ao Ecoturismo e à Sustentabilidade Ambiental do Turismo), do Ministério do Meio Ambiente, foram nessa região. Com apoio do Ministério do Turismo, o Proecotur Amazônia estrutura o ecoturismo gerando oportunidades de negócio, conciliando o desenvolvimento econômico e social com o respeito ao meio ambiente. <br /><br />A preparação dos roteiros é um ponto fundamental neste tipo de turismo – que também é chamado de turismo de base comunitária, pois agrega comunidades inteiras nas diversas fases do negócio. Inclui a participação dos moradores das comunidades de destino, desde o plano de negócios até a prestação de contas. Na essência desta atividade está o respeito ao patrimônio artístico, arqueológico, ambiental e cultural. <br /><br />Segundo um princípio básico do turismo consciente, não apenas a população local é protagonista, mas também o turista é um ator fundamental. A atividade turística consciente proporciona ao viajante um aprendizado especial: ao ser recebido pelas comunidades especialmente preparadas, o visitante se beneficia da vivência, dos costumes e das tradições de seus moradores. <br /><br />Essa é a experiência de quem viaja à Vila do Pesqueiro, na Ilha de Marajó, no Pará, o primeiro roteiro construído pela Turismo Consciente. A rota confirmou que as atitudes do turista têm mesmo grandes impactos ambientais e culturais — e não apenas negativos. “Mostramos aos moradores do vilarejo de pescadores que o turismo poderia ser uma fonte de renda para eles e suas famílias. Assim, eles não precisariam mais tirar seus filhos da escola para que complementassem a renda da casa. Além disso, as crianças têm hoje uma perspectiva de trabalho, guiando turistas que querem viver experiências diferentes, imersos em diferentes costumes e tradições”, explica Maria Teresa Meinberg. <br /><br />O dinheiro que o turista gasta nas comunidades, entretanto, pode ter efeitos inesperados, levando, por exemplo, à desvalorização de hábitos tradicionais. Alguns costumes, como a troca de mercadorias para suprir as necessidades cotidianas dos moradores, acaba caindo em desuso pela existência de dinheiro circulando na comunidade. Alguns produtos podem ter seu valor inflacionado, ou produtos industrializados podem começar a cair no gosto das comunidades. O turismo consciente tenta limitar esse processo predatório, transformando o turista em um parceiro dos moradores locais. <br /><br />Realizar viagens que envolvam estes princípios e práticas é o trabalho da empresa Estação Gabiraba, uma operadora de turismo de Belém. Em conjunto com as comunidades locais, a Estação Gabiraba procura estabelecer um modelo alternativo de turismo que gere renda para as comunidades locais, mas sempre valorizando as suas tradições. <br /><br />Baseado nesse modelo, a criação do roteiro solidário “Trilha das Flores” por essa empresa ajudou a organizar o Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém – uma ação que fortaleceu as moradoras da região e trouxe o desenvolvimento social e econômico à Baía de Marajó, no município de Belém. Ali ficam 43 ilhas com 20 quilômetros de praias de água doce, hoje desfrutados de maneira consciente, ou seja, com respeito e apoio mútuo entre nativos e visitantes. <br /><br />Mas, não é só na região amazônica que este turismo se desenvolve. Um exemplo da aplicação dos princípios sociais, ambientais e econômicos de sustentabilidade no turismo acontece no município de São Lourenço da Serra, cidade que fica a menos de 50 quilômetros de São Paulo. Ali, o turismo de base comunitária concilia, desde 2007, a conservação ambiental, a geração de renda e o desenvolvimento local. A experiência é relevante, pois se beneficia de uma área natural estratégica: a região abriga quase 18% do remanescente nacional da Floresta Atlântica e é um ponto de encontro das águas das bacias do Vale do Ribeira e do Alto Tietê. <br /><br />Se você estiver planejando suas próximas férias, que tal pensar em viver as experiências proporcionadas pelo contato com a cultura e a hospitalidade das comunidades tradicionais por todo o país? E mais: você pode sempre reforçar os impactos positivos e minimizar os impactos negativos da sua viagem com atitudes simples como as que seguem abaixo: <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Viaje leve </span><br />Ao viajar com pouca bagagem, você poderá mais facilmente deslocar-se em veículos pequenos, utilizar ônibus e trens, andar de bicicleta ou a pé. Além da economia de combustível e do menor impacto ambiental, você poderá ter um convívio mais estreito com o povo e com os costumes locais. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Racionalize o consumo de água e energia </span><br />Nos hotéis, reutilize as toalhas e roupas de cama, dispensando a troca diária. Apague as luzes e desligue o ar condicionado e outros aparelhos elétricos antes de sair do quarto. Não use sabão ou detergente quando usar fontes naturais de água. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Siga as trilhas e cuidado com o lixo </span><br />Nos passeios, circule apenas em locais permitidos à visitação. Jogue o lixo exclusivamente em locais apropriados e pratique a coleta seletiva quando houver esta alternativa. Deixe os locais como você os encontrou: leve apenas fotos e boas recordações. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Prefira alimentos e artigos locais, chame guias nativos </span><br />Pratos típicos, artesanato local e todo tipo de artigos produzidos localmente resumem a cultura do destino visitado. Respeite-as e fortaleça a identidade de suas populações por meio de seu consumo desses bens. Aproveite melhor os passeios em companhia de guias nativos que conhecem melhor que ninguém os melhores pontos para pesca, natação etc. Eles se sentem reconhecidos, além de verem na atividade uma forma de geração de renda de maneira sustentável. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Planeje seus gastos </span><br />Faça um orçamento de viagem que seja compatível com suas possibilidades, incluindo os gastos com pequenas despesas e a eventual compra de lembranças e presentes. Não ultrapasse o planejado, tomando cuidado especial com o uso excessivo de cartões de crédito, evitando trazer dívidas de viagem ao voltar para casa. <br /><br /><br />Fonte: Akatu<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>1/3 do que você compra vai para o lixo </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:15:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1902</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O que seria da sua saúde financeira se cerca de 30% do seu salário fosse desperdiçado? Pois é isso que ocorre com o nosso consumo de alimentos. Segundo pesquisa do Instituto Akatu, um terço do que compramos vai para o lixo. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estima que, anualmente, desperdicemos 26 milhões de toneladas de alimentos no país, o que daria para saciar a fome de 25 milhões de brasileiros, 13% da nossa população. <br /><br />Segundo especialistas, a maioria das pessoas não se dá conta de que, ao descartar um alimento, está desperdiçando tudo o que está envolvido na cadeia de produção, como água, mão-de-obra e energia. A solução? Elaborar um cardápio, comprar menos e com mais frequência, dando preferência a produtos da estação. Confira mais algumas dicas para evitar o desperdício, economizar e, consequentemente, proteger o meio ambiente. <br /><br /> 
<ul> 
  <li>Faça a lista de compras a partir de um cardápio. Assim, você poderá comprar a quantidade exata de produtos; </li> 
  <li>Prefira legumes, hortaliças e frutas da época. Na hora de comprar, evite manuseá-los. Tocar os alimentos reduz a sua vida útil; </li> 
  <li>Evite comprar frutas e legumes muito limpos ou já cortados. Além da validade reduzida, esses alimentos sofrem maior risco de contaminação; </li> 
  <li>Evite fazer estoque de produtos perecíveis; </li> 
  <li>Use os alimentos integralmente. Reaproveite talos, cascas e folhas, que possuem alto valor nutritivo;<br /></li> 
  <li>Prepare apenas a quantidade necessária de alimentos para a refeição de sua família; </li> 
  <li>Armazene os produtos em locais limpos e em temperaturas adequadas a cada tipo de alimento. </li> 
</ul><br /><br />Fontes: O Globo, Akatu e Sesc.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Ecofolião</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:09:52 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1901</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O Carnaval é um período de muita alegria e diversão, mas também de consumo exagerado. O feriado, as viagens e as festas representam um gasto maior de combustível, de eletricidade, de bebida e tudo mais. Só na cidade de Salvador, por exemplo, são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos seis dias de festa. <br /><br />Mas é possível cair na farra sem perder a consciência ambiental e social. Produzir o menor volume de lixo possível e contribuir para deixar as ruas limpas é um bom começo. Veja outras dicas do site Akatu para curtir um Carnaval sustentável. <br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Reutilize as fantasias </span><br />As fantasias são usadas, em geral, apenas por um dia. Para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cuidado com os excessos </span><br />O consumo excessivo de bebida é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no Carnaval. Consuma bebidas e alimentos com moderação. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Seja um turista consciente </span><br />Se você viajar, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Tire os equipamentos da tomada </span><br />Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada. O modo stand-by é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Não desperdice água </span><br />No Carnaval, muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam problemas de abastecimento de água em razão do aumento do consumo. Evite as brincadeiras que implicam desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar. <br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Aproveite a cidade vazia </span><br />Se sua cidade não for destino de foliões, e se você não viajar, aproveite a tranquilidade e o tempo livre em programas que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: parque, praia, encontro com amigos, passeios a pé ou de bicicleta.<br /><br /><br />Fonte: Site Akatu<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Hora do Planeta 2009 </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:07:30 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1900</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Para conscientizar a população sobre a importância da adoção de novos hábitos e mobilizar a sociedade no combate ao aquecimento global, a Rede WWF lançou o movimento Hora do Planeta, conhecido internacionalmente como Earth Hour. Trata-se de um ato simbólico que envolve governos, empresas e a população em geral. <br /><br />A idéia é que durante uma hora, no próximo dia 28 de março, as pessoas apaguem as luzes entre 20h30 e 21h30. Depois incorporem os hábitos testados durante a Hora do Planeta no seu cotidiano, tendo como foco um futuro sustentável, com soluções simples de utilizar a energia elétrica de maneira mais eficiente em casa e no trabalho. <br /><br />Faça a sua parte. Apague as luzes por um futuro mais sustentável. <br /><br /><br />Fonte: Site WWF-Brasil<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>SimbioCity, uma cidade em simbiose com o planeta</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:05:26 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1899</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Os aviões pousam em ponto morto (a chamada posição idle) para diminuir a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. As sobras diárias de comida voltam para o solo como fertilizantes. O esgoto é tratado e se transforma em biogás, combustível limpo para encher os tanques dos carros. A população utiliza o transporte coletivo para ir e voltar do trabalho. <br /><br />Com o conceito de symbiocity, Estocolmo, propõe soluções para o desenvolvimento urbanístico e sustentável do mundo. Centenas de consultores, arquitetos, engenheiros e provedores de sistemas suecos estão organizados em diversas redes dedicadas a difundir a visão do urbanismo sustentável. A idéia é viver em uma cidade em simbiose com o planeta. <br /><br />Na cidade sueca, foi criado até um bairro inteiro sustentável, o Hammarby Sjöstad, cujas primeiras fases de construção foram finalizadas no ano 2000. Lá, tudo foi estrategicamente planejado para proteger o meio ambiente. Visitado anualmente por 10 mil estrangeiros, o bairro, conhecido como Cidade do Lago, estabeleceu um novo padrão para o futuro desenvolvimento de habitações. Com 11 mil unidades residenciais para 25 mil moradores, cada apartamento possui dois quartos e custa cerca de 400 mil euros. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Exemplos da simbiocity: </span><br />• Os restos de combustíveis são utilizados para produzir energia elétrica e aquecer as casas; <br />• A água quente e a eletricidade são geradas por energia solar, vento e por pequenas usinas hidrelétricas próprias; <br />• Todo o material usado na fachada e no interior dos edifícios é ambientalmente correto; <br />• Os telhados absorvem a água da chuva e a levam para coletores. A água é tratada e depois lançada em lagos e no mar. <br /><br /><br />Fontes: site Simbiocity e jornal O Estado de S.Paulo, 19/09/2008.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Felicidade: made in Butão</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:52:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1898</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Cada país tem alguns carros-chefe em sua pauta de exportações. Os Estados Unidos, por exemplo, são famosos por vender armamentos e filmes ao resto do mundo. Apesar dos avanços tecnológicos, o Brasil ainda é essencialmente um fornecedor de commodities. Já o Butão, pequeno país encravado entre China e Índia com pouco mais de 600 mil habitantes, vem se tornando conhecido por exportar um caminho para a felicidade. <br /><br />Em 1972, o rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck, criou o termo Felicidade Interna Bruta (FIB), para se contrapor ao Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, uma nova maneira de avaliar a riqueza de um país levando em conta não apenas os aspectos econômicos, mas também os ambientais, culturais, psicológicos e espirituais, entre outros. <br /><br />Ao passar a aferir os índices do FIB e criar políticas públicas para atacar os problemas encontrados, o país conseguiu dar um salto em seus indicadores sociais e chamar a atenção do mundo para essa experiência inovadora. O conceito do FIB foi, por exemplo, uma das inspirações para a Trip desenvolver os 12 temas que debate mensalmente em suas edições há quatro anos. <br /><br />Hoje, uma das principais autoridades do mundo em Felicidade Interna Bruta é Dasho Karma Ura, presidente do Centro para Estudos do Butão e membro da Comissão do FIB do Ministério do Planejamento de seu país. Ele está no Brasil para divulgar o mais disputado produto de exportação butanês e participar de uma série de eventos, como a 1ª Conferência Nacional do FIB, que foi realizada em São Paulo na última quarta-feira, em um Sesc Pinheiros lotado. <br /><br />À frente da iniciativa, está a antropóloga americana Susan Andrews, diretora do Instituto Visão Futuro. Ela tem planos concretos para que o Brasil se torne o segundo país ocidental a adotar o FIB, depois do Canadá. “Como disse o (escritor francês) Victor Hugo, não exista nada mais poderoso do que uma idéia cujo tempo chegou”. A idéia, claro, é a Felicidade Interna Bruta. O tempo é o da crise dos tradicionais valores econômicos que se abateu sobre o mundo. Para falar sobre eles, conversamos com Karma Ura. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Com a crise econômica global, a idéia do FIB ganha mais força em relação ao PIB? </span><br />Acredito que haverá algum grau de ceticismo em relação à idéia de que o mercado sozinho pode equilibrar o mundo. A crise mostrou quão irreal era a riqueza de alguns países, baseada na posse de ações, não de bens. Creio também que novos pensamentos surgirão, que novas lições serão aprendidas. Temos que ver que a crise pode trazer infelicidade em um primeiro momento, por causa do aumento do desemprego, mas também pode mostrar que não se deve basear a felicidade em coisas frágeis e imprevisíveis, que é preciso encontrar fontes mais estáveis de satisfação. Sei que não é politicamente popular falar isso neste momento, mas a queda do crescimento e do consumo – de carvão, de gás, de petróleo – não é necessariamente ruim. Ela pode ser muito positiva para o meio ambiente, por exemplo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Depois de séculos quase fechado a influências externas, o Butão vem se abrindo para o mundo nos últimos anos. O que mudou no país, e no seu conceito de felicidade, com a chegada da televisão e da internet, por exemplo? </span><br />A mudança mais evidente foi na moda. As pessoas estão se vestindo de forma mais ocidentalizada. A longo prazo, essas novidades podem criar uma vulnerabilidade do país em relação ao modo de vida estrangeiro. As prioridades mudam. Se as pessoas gastam seu tempo na frente da TV, não o usam para outras atividades, nem para socializar. Elas sabem mais sobre o conteúdo dos programas e menos sobre eles mesmos e sobre seus vizinhos. Nos últimos anos, houve um pequeno aumento de problemas juvenis, como o uso de drogas, especialmente cola. Mas ainda temos menos de 100 casos. E não há dados que comprovem que existe uma relação entre esse problema e a chegada da TV e da internet. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Outra mudança recente fundamental no Butão foi a implantação da democracia. Eu li que a maioria da população reagiu de forma negativa. Por quê? </span><br />As pessoas comuns não gostaram da mudança, porque adoram o rei. Elas sabem que suas decisões foram muito positivas para o Butão. Ele melhorou as relações com a China e a Índia, há menos pobreza, mais tempo de vida, mais educação, menos burocracia. Mas o rei, que decidiu fazer a mudança, acredita que o país terá mais estabilidade com a democracia. Neste ano nós tivemos nossa primeira eleição direta para o Congresso. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">E como os partidos se posicionaram em relação ao FIB? </span><br />O FIB foi a plataforma central dos dois partidos que disputaram as eleições. As diferenças entre os dois são pequenas. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Como o mundo reagiu à idéia do FIB? </span><br />Em geral, houve dois tipos de reação. A primeira, dos governos, foi de simples curiosidade: o que esse pequeno país está inventando? A segunda, dos indivíduos, foi identificar no FIB uma maneira alternativa, mais holística, de ver o mundo. “Ah, isso funciona melhor que o PIB”, eles pensaram. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Para que outros países importem o FIB, é mais importante ter a aprovação dos governos ou dos indivíduos? </span><br />As duas coisas devem acontecer. É preciso haver políticas públicas para aferir e implementar o FIB. E também são necessárias atitudes individuais de mudança. O fundamental é que as duas coisas sigam o mesmo caminho. No Butão é assim. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">O senhor diria que o conceito do FIB é atualmente o principal produto de exportação do Butão? </span><br />Eu diria que nós somos bons advogados da causa da felicidade. O senhor se tornou uma espécie de especialista em felicidade. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isso significa que o senhor seja feliz? </span><br />Eu tenho sentimentos ambíguos a respeito. Porque enfrento grandes batalhas, principalmente de saúde (aos 57 anos, Karma Ura recupera-se de um ataque cardíaco). Eu tento ter expectativas realistas. Acho que esse é um dos segredos para a felicidade.<br /><br /><br />por Ricardo Calil (www.trip.com.br)<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Qual o tamanho da sua pegada ecológica? </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:39:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1897</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você já parou para pensar que o seu estilo de vida deixa rastros, pegadas no meio ambiente? Esse impacto vai aumentando quando há um consumo excessivo, que contribui para esgotar as reservas naturais e elevar os resíduos deixados pela humanidade no planeta. Isto quer dizer que quanto mais se acelera a exploração do meio ambiente, maior se torna a “pegada ecológica” que a humanidade deixa na Terra. Segundo estudo do WWF Brasil, caso o padrão de vida de 55% dos brasileiros fosse seguido por toda a população mundial, seriam necessários dois planetas Terra para suprir essa demanda. <br /><br />Outra pesquisa do Instituto Akatu mostra que 41% dos entrevistados declaram já ter usado o impacto ambiental como critério para escolher produtos ou serviços. Ou seja, a intenção ainda não virou prática, mas pelos menos o consumidor começou a refletir sobre seus hábitos. Então, comece já a adotar um consumo mais sustentável e consciente para controlar sua “pegada ecológica”, que revela até que ponto a sua forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dicas para hábitos sustentáveis </span><br />• Antes comprar, avalie o preço e a qualidade dos produtos. Escolha aqueles com embalagens recicláveis e que respeitam o meio ambiente. <br />• Consuma menos alimentos pré-preparados, embalados e importados. <br />• Separe o lixo produzido em casa, deixando o seco para reciclagem e o orgânico para ser enviado para a compostagem (transformação em adubo). <br />• Leve em conta a eficiência energética dos eletrodomésticos. Opte pelos que consomem menos energia e pelas lâmpadas frias. <br />• O aquecimento global é causado, sobretudo, pelos gases da combustão dos motores dos automóveis. Então, evite andar de carro sozinho e amplie suas formas de locomoção, utilizando bicicletas, percorrendo pequenos trechos a pé, privilegiando o uso de transporte coletivo ou organizando caronas solidárias com colegas de trabalho ou da escola. <br /><br /><a href="http://www.pegadaecologica.org.br/">Faça o teste para saber qual é sua “pegada ecológica”. </a><br /><br /><br />Fonte: jornal O Globo, 02/07/2008 e site do WWF Brasil.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Suando a camisa </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:34:09 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1896</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Imagine se, em vez de terno e gravata, os executivos pudessem ir para o trabalho com uma roupa leve e casual, como camisa de mangas. O sonho de muitos homens – principalmente no verão – virou realidade no Japão. <br /><br />A mudança nos formais padrões japoneses começou há três anos e recebeu o nome de Cool Biz, um programa lançado pelo governo que tem como objetivo economizar energia e evitar a emissão de mais algumas toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. A idéia é simples: entre os meses de maio e setembro, o ar condicionado dos prédios públicos só é ligado se a temperatura bater nos 28°C. Em troca, os funcionários são dispensados do uso de roupas formais, como gravata e paletó. <br /><br />A medida, é claro, tem efeitos colaterais: o calor insuportável dentro dos prédios que muitas vezes se assemelha a uma sauna. O Cool Biz foi lançado em 2005 e contou com um desfile de moda em que a gravata ficava de fora do guarda-roupa. Os modelos da nova coleção foram nada menos que os membros do governo japonês. A princípio, o programa era restrito apenas a edifícios públicos, depois foi adotado por ONGs e, mais recentemente, pelas grandes corporações. <br /><br />Apesar do suor derramado, a campanha é um sucesso. De acordo com dados do governo, o Japão, graças ao programa, deixou de lançar 1,4 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera em 2007 – o equivalente a um mês de emissão de CO2 de 2,5 milhões de residências. De acordo com o estabelecido durante o Protocolo de Kyoto, o Japão tem que reduzir em 6% a emissão de gases para a atmosfera até o ano de 2012. <br /><br /><br />Fontes: O Estado de S. Paulo, 06/07/2008 e site Brasil Escola.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Idosos, mas com tudo em cima </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:30:24 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1895</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Por muito tempo conhecido como o país do futuro, o Brasil está envelhecendo. Em 2050, a expectativa de vida ao nascer será de 81,3 anos, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em todo o mundo, os idosos vêm mudando conceitos e fazendo repensar o sentido da palavra aposentadoria. <br /><br />Nos Estados Unidos, por exemplo, 77% da riqueza está nas mãos das pessoas com mais de 65 anos. No Brasil, 62,4% delas são responsáveis pelos domicílios. Ou seja, quase nove milhões de idosos sustentam os lares, de acordo com o Censo 2000. E a maior parte da renda deles vem da aposentadoria. <br /><br />O aumento da expectativa de vida pressupõe também o aumento do número de anos na fase da aposentadoria. E para manter o padrão de vida durante esse período é preciso preparar-se. Planejar uma forma de se manter profissionalmente ativo e cuidar da saúde do corpo, da mente e do bolso são providências importantes. <br /><br /><br />(31/07/2008)<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Alimentação sustentável</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:28:25 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1894</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Quando falamos em sustentabilidade, pensamos em ações como não poluir, preservar áreas naturais, reciclar lixo, economizar água etc. Mas raramente nos lembramos de relacionar uma de nossas atividades mais básicas com impactos negativos no meio ambiente: o ato de se alimentar. <br /><br />Em seu livro Dilema do Onívoro, o jornalista norte-americano Michael Pollan mostra os resultados do período em que investigou os bastidores da cadeia industrial alimentícia nos Estados Unidos. Segundo ele, é importante o indivíduo saber a origem dos alimentos que consome e as técnicas empregadas na sua produção. Questões como o uso de insumos químicos ou esterco, por exemplo, deveriam ser analisadas antes do consumo. <br /><br />O uso de agroquímicos (agrotóxicos e fertilizantes) é visto pelos empresários como uma forma mais rentável de obter lucro e viabilizar o cultivo intensivo de uma única cultura em uma área (as monoculturas, principais vilãs da qualidade do solo). Entretanto, seus componentes são altamente prejudiciais ao meio ambiente e podem causar, entre outros danos, a contaminação dos lençóis subterrâneos de água. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">O que o consumidor pode fazer: </span><br />1. Demandar que os vendedores de alimentos estimulem a produção ecológica, até mesmo solicitando a certificação dos produtores por um organismo independente; <br />2. Exigir a rotulagem dos alimentos para saber a procedência deles e poder avaliar o grau de sustentabilidade das empresas envolvidas no processo de produção; <br />3. Dar preferência às comidas típicas e aos ingredientes de sua região, evitando o transporte e os danos com a manipulação dos alimentos; <br />4. Consumir verduras, legumes e frutas da estação, que, além de mais saborosos, têm preços mais baixos; <br />5. Evitar a compra de produtos “superembalados” e, sempre que possível, preferir os bens não-embalados (por exemplo: alimentos frescos). <br /><br /><br />(31/07/2008, fonte: site Akatu) <br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>PIB ou FIB? </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:23:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1893</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A economia do Butão é uma das menores do mundo, ficando em 162º lugar dentre 195. Contudo, o povo do Butão não parece se importar com isso: ao invés de usar o Produto Interno Bruto (PIB) para medir seu valor, o Rei do Butão declarou que a Felicidade Interna Bruta é uma medida mais importante a se considerar. Em uma pesquisa em 2005, 97% da população diz estar entre 'Feliz' e 'Muito Feliz'. Isso coloca o Butão como a 13ª nação mais feliz do mundo.<br />&nbsp;<br />Os Estados Unidos - a maior economia do mundo - fica num fraco 150º lugar na escala da felicidade. Ou veja a segunda mais forte economia do mundo como exemplo: o Japão, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, tem o 8º mais alto índice de suicídio do mundo.<br />Parece que, ao contrário do Sonho Americano, felicidade e dinheiro não são diretamente ligados. <br /><br /><br />Citação de Fórum de Ottawa, Canadá, Junho de 2008<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Por que reduzir, reutilizar e reciclar? (3Rs)</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:20:22 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1892</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A quantidade de lixo domiciliar produzida no Brasil atualmente é de 115 mil toneladas por dia. Se esse lixo fosse colocado de uma só vez em caminhões, haveria uma fila de 16.400 deles ocupando 150 quilômetros de estrada. Em apenas três dias, essa fila ultrapassaria a distância entre São Paulo e Rio de Janeiro. <br /><br />Cerca de 30% de todo o lixo é composto de materiais recicláveis como papel, vidro, plástico e latas. Tirar esses materiais do lixo traz uma série de vantagens. Uma delas é a economia de recursos naturais e de energia que se faz com a reciclagem. Cada lata de alumínio reciclada, por exemplo, economiza energia elétrica suficiente para manter uma lâmpada de 60 watts acesa por quatro horas. E a reciclagem de 100 toneladas de plástico evita o uso de 1 tonelada de petróleo. <br /><br />A coleta seletiva também diminui o volume de lixo que vai para os aterros sanitários, aumentando sua vida útil e evitando que as prefeituras tenham de gastar dinheiro com a construção de novos aterros. Outro ganho para a sociedade acontece quando os materiais recicláveis são encaminhados para centrais de triagem mantidas por cooperativas de catadores, que têm ali um trabalho mais digno do que vasculhar recicláveis pelas ruas ou em lixões. <br /><br /><br />Fonte: Instituto Akatu<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>População cresce menos no Brasil </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:18:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1891</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Em todas as regiões brasileiras, o crescimento demográfico evoluiu menos que o esperado para as últimas décadas. A estimativa era que o Brasil tivesse hoje 260 milhões de habitantes, mas a contagem censitária mostrou que a população atual é de quase 187 milhões de pessoas. Em sete anos, o país ganhou 17 milhões de novos brasileiros. <br /><br />A tendência é que a população brasileira só seja estabilizada em 2060, quando o país deve alcançar 250 milhões de habitantes. A participação dos idosos no total da população brasileira também está maior. Segundo o IBGE, existem mais de 10 mil pessoas com mais de cem anos no país. Dados do INSS mostram que o Brasil tem cerca de 500 mil aposentados e pensionistas com idade a partir de 90 anos. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nações mais populosas do mundo </span><br /><br />País / População <br />1º - China: 1,3 bilhão <br />2º - Índia: 1,1 bilhão <br />3º - Estados Unidos: 301 milhões <br />4º - Indonésia:&nbsp; 235 milhões <br />5º - Brasil: 187 milhões <br /><br /><br />(16/11/2007 - fonte: IBGE)<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que reciclar? </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:15:52 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1890</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[<span style="text-decoration: underline;">Papel</span> <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Separe para reciclagem: </span><br />• papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa-vida, livros.<br />&nbsp;<br /><span style="font-weight: bold;">Jogue no lixo, pois não é reciclável: </span><br />• papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesiva.<br />&nbsp;<br /><span style="text-decoration: underline;">Plástico </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Separe para reciclagem, retirando antes o excesso de sujeira: </span><br />• sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jogue no lixo, pois não é reciclável: </span><br />• plásticos termofixos (usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos), isopor.<br />&nbsp;<br /><span style="text-decoration: underline;">Vidros </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Separe para reciclagem, retirando antes o excesso de sujeira: </span><br />• garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos.<br />&nbsp;<br /><span style="font-weight: bold;">Jogue no lixo, pois não é reciclável: </span><br />• espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores.<br />&nbsp;<br /><span style="text-decoration: underline;">Metais </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Separe para reciclagem, retirando antes o excesso de sujeira: </span><br />• latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folha-de-flandres.<br />&nbsp;<br /><span style="font-weight: bold;">Jogue no lixo, pois não é reciclável: </span><br />• clips, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos.<br />&nbsp;<br /><br />Fonte: Instituto Akatu<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Lâmpadas fluorescentes compactas </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:10:28 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1889</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O fim das lâmpadas incandescentes, que gastam 80% mais energia do que as eletrônicas, chamadas LFC (lâmpadas fluorescentes compactas), se aproxima. Na Europa, a previsão é de que elas desapareçam das prateleiras em 10 anos. Na Austrália, a expectativa é até 2010 e, nos Estados Unidos, o tema começa a ser discutido. Já no Brasil, a política energética não contempla essa questão tão importante para o bolso e para o meio ambiente. <br /><br />Além do consumo desnecessário de energia, o aproveitamento em iluminação com lâmpadas incandescentes é de apenas 5%, enquanto 95% se dissipam na forma de calor. O gasto energético maior contribui significativamente para o aumento do aquecimento global. Só na Europa, onde existem 3,6 bilhões dessas lâmpadas ineficientes, a substituição por eletrônicas poderia deixar de emitir 23 megatons de CO2 na atmosfera, o que equivale à produção de 27 usinas termoelétricas. <br /><br />O relatório do terceiro grupo de trabalho (IPCC) – o órgão científico das Nações Unidas – divulgado em maio, recomenda o esforço mundial em maior eficiência energética para enfrentar o problema do aumento da temperatura da Terra. Mas, até agora, nenhuma fábrica instalada no Brasil produz as LFC. <br /><br />Embora o custo inicial de uma LFC seja mais elevado que o de uma lâmpada incandescente, o seu custo global é inferior. Uma fluorescente pode custar até 10 vezes mais que a comum, porém a lâmpada eletrônica dura cerca de 20 vezes mais do que uma normal que tem vida útil de, em média, apenas um ano ou 750 horas. A LFC é uma das formas mais baratas de se economizar energia. <br /><br /><br />Fonte: Valor Econômico, 02/07/2007<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Evite mercadorias com muitas embalagens de plásticos</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:08:55 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1888</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Evite comprar produtos superembalados e, sempre que possível, prefira os bens não-embalados (como, por exemplo, alimentos frescos). Embalagens do tipo caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão geram uma quantidade enorme de lixo. Procure comprar produtos em embalagens que tragam quantidades adequadas para sua família. <br /><br />Por exemplo: se a sua família é grande, compre as bebidas nas embalagens maiores; se for pequena, evite as embalagens grandes e, conseqüentemente, o desperdício. Não compre embalagens descartáveis de refrigerantes ou bebidas quando houver a possibilidade de comprá-las em embalagens retornáveis. <br /><br />Fonte: site Instituto Akatu<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O melhor investimento para a aposentadoria</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:05:01 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1887</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Acumular um milhão de reais pode não ser tão importante quanto ter um milhão de amigos quando a aposentadoria bater à porta. E a amizade é até mais necessária para a saúde que o casamento e a família. É o que afirmam estudos divulgados recentemente por uma reportagem do jornal The New York Times. <br /><br />Pesquisadores estão dedicando atenção à importância das amizades e da rede social na saúde em geral. Estudo australiano acompanhou um grupo de idosos por dez anos e revelou que aqueles com muitos amigos tinham chance 22% menor de morrer durante o período da pesquisa, em relação aos que tinham menos amigos. Pesquisadores de Harvard afirmaram que laços sociais fortes seriam importantes para manter a saúde cerebral conforme envelhecemos. <br />Mesmo um casamento bem-sucedido não teria o mesmo efeito benéfico que os amigos para a saúde. Durante o período de seis anos, 736 homens suecos de meia idade foram acompanhados. A forte ligação com uma única pessoa não parecia afetar o risco de ataques cardíacos e doenças coronárias. Mas ter amigos faria essa probabilidade diminuir. O estudo apontou que apenas o cigarro seria um fator de risco tão importante quanto a falta de amizades. <br /><br />Ainda não se sabe por que a amizade é tão importante para a saúde física e mental. Mas o fato é que amigos são um importante ativo para quem deseja viver bem e com saúde durante a aposentadoria. Então, na próxima vez que você for à academia em busca de saúde, que tal estender a mão ao vizinho de esteira e perguntar: podemos ser amigos?<br /><br /><br />Fonte: jornal The New York Times, 22/04/2009.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Emprego, o ativo mais valioso</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:00:54 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1886</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você já se perguntou qual é o seu bem de mais valor? Há alguns anos você poderia responder casa, investimentos, imóveis, mas hoje a resposta adequada certamente é: o seu emprego. Isso mesmo. Cada dia mais, as pessoas constatam que a sua principal fonte de riqueza está na atividade profissional exercida, pois sem ela não há recursos suficientes para gerir a vida. <br /><br />O capital humano é, portanto, a grande riqueza da sociedade. Quanto mais conhecimentos e experiências você tiver, maiores são as suas chances de se manter ativo com uma fonte de rendimento. Segundo dados publicados pela revista Time este ano, de 75% a 80% da produtividade numa economia industrializada moderna é originado do capital humano e não de maquinários ou propriedades. <br /><br />Portanto, manter a sua empregabilidade é um dos melhores investimentos que se podem fazer para o futuro. Atividades que possam desenvolver o seu potencial e levá-lo a descobrir novas habilidades e talentos devem ser priorizadas. Sem dúvida, pós-graduação, mestrado, doutorado ou cursos que aprimorem ainda mais a sua capacidade profissional certamente serão um bom investimento no seu capital humano. <br /><br /><br />Fontes: revista Time e jornal DCI (02/04/2009).<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Longevidade e casamento</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:59:01 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1885</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O casamento parece fazer tão bem à saúde dos homens que os comprometidos têm um risco menor de morte do que os solteiros durante um dado período, segundo pesquisadores britânicos. <br /><br />O professor Andrew Oswald e Jonathan Gardner, do Departamento de Economia da Universidade Warwick, analisaram dados de mais de 12 mil adultos da Pesquisa Britânica de Família e da Pesquisa Britânica de Aposentadoria. <br /><br />Eliminando influências como o cigarro e o álcool, os casados estavam 6,1 por cento menos propensos a morrer durante um período de sete anos do que os solteiros, verificou a equipe. As mulheres se beneficiaram menos do casamento, com o risco de morte caindo apenas 2,9 por cento. <br /><br />Normalmente, pesquisadores verificaram que os homens e mulheres casados são mais saudáveis do que os solteiros. Oswald e Gardner acreditam que uma esposa pode reduzir o estresse do homem e incentivar um estilo de vida saudável. <br /><br />Mas esse não parece ser o único fator, disseram os autores do estudo, publicado no endereço online http://www.warwick.ac.uk/fac/soc/Economics/oswald/. <br /><br />"Exatamente como funciona a mágica do casamento ainda é um mistério", disseram eles. <br />"Talvez um relacionamento pessoal intenso melhore a saúde mental e ajude a pessoa a evitar doenças físicas. Mais pesquisas são necessárias." <br /><br />Oswald disse que as descobertas refutam a idéia de que pessoas mais ricas vivem mais. "Esqueça o dinheiro. A partir desses dados, é tão claro quanto o dia que o casamento, em vez do dinheiro, é o que mantém as pessoas vivas", disse ele em um comunicado. <br /><br /><br />Fonte: Terra Saúde.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A construção da felicidade</title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:53:34 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1884</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Às vezes, pequenos detalhes têm conseqüências de grande extensão. Por exemplo, eu devo à ausência de um coelho de chocolate o fato de não dirigir mais um Alfa Romeo. Explico: eu sempre fiquei satisfeita com o trabalho de um mecânico que trabalhava na oficina da Alfa Romeo. Um dia, soube que ele pedira demissão. “Por quê?”, perguntei, curiosa. “Mudou o proprietário da empresa e o clima não é mais o mesmo. As pessoas já não se sentem bem.”<br />&nbsp;<br />&nbsp;“Mas o que está diferente agora?”, eu quis saber. “Difícil dizer. Na verdade, apenas detalhes, coisas que podem até parecer bobagem, mas fazem diferença. Antes, por exemplo, a mulher do dono da oficina sempre colocava um coelho de chocolate na caixa de ferramentas de cada um dos funcionários na época da Páscoa. Pode ser só um gesto de delicadeza, mas nessas horas percebemos que alguém ainda pensa na gente.” Eu podia jurar que a voz daquele homem com quase 50 anos estava trêmula naquele momento. Seja como for, o coelhinho da Páscoa não veio mais, o valioso mecânico foi embora e eu, diante da dificuldade de encontrar uma oficina confiável, próxima à minha casa, terminei comprando um carro novo. <br /><br />Por trás dessa pequena história, há um importante objeto de pesquisa de psicólogos: a questão sobre como surgem a satisfação e a felicidade. A esperança de inúmeros estudiosos é que, se compreendermos melhor os mecanismos que possibilitam essas sensações, seremos capazes de produzir esse estado de forma objetiva em nós mesmos.<br /><br />Essa felicidade “artesanal” – que optamos por construir – compreende duas possibilidades que se complementam: o bem-estar atual, imediato, ligado ao momento presente; e o habitual, de longo prazo, que permeia várias instâncias da vida. A primeira forma pode ser descrita como uma experiência intensa de grande alegria. Ela inclui o desejo sexual, assim como todos os outros tipos de prazeres sensuais e vivências flow – ou seja, o mergulho intenso e entrega a uma atividade prazerosa. A sensação de relaxamento quando nos sentamos na varanda, na hora do pôr-do-sol, após um dia duro e produtivo de trabalho, ao lado da pessoa que amamos, colocamos as pernas para cima, ou o frescor estimulante que experimentamos durante um banho em uma cachoeira, também são exemplos de felicidade atual. Em todos esses casos, surge uma sensação agradável que alguns psicólogos chamam de “afeto positivo”. Muitas pessoas já descobriram que conseguem se motivar para realizar tarefas desagradáveis ao antecipar em sua mente a sensação boa que as preencherá após o término bem-sucedido da atividade. <br /><br />Embora muita gente subestime sistematicamente os detalhes e as pequenas gentilezas, tanto na vida privada quanto na profissional, um meio bastante eficiente para a criação de afetos positivos é a atenção social: um sorriso, um elogio sincero, palavras gentis – ou mesmo um coelhinho de chocolate na Páscoa. O problema é que muitos aprenderam a se relacionar segundo um princípio que lhes parece lógico: “Se eu gosto de você, não preciso lhe dizer. Quando não gostar mais, então eu lhe digo”. Ou segundo um provérbio alemão da Suábia, que corresponderia a afirmar: “Não reclamar é o mesmo que elogiar”. Será mesmo? Essa parece ser a linha, avessa ao reconhecimento do empenho e dos bons resultados, adotada também em inúmeras empresas. No entanto, um bom ambiente de trabalho não surge, por exemplo, só porque se organiza, uma vez por ano, um encontro entre os funcionários, mas é construído muito mais com base em vários pequenos momentos que oferecem vivências de felicidade atual. <br /><br />O caso do meu mecânico e seu coelho da Páscoa mostra o quão decisivos podem ser esses detalhes que fazem com que a pessoa se sinta vista e valorizada – o que nos faz pensar que poderia ser bastante produtivo que as empresas se preocupassem em manter uma cota de dedicação social. Com um gasto financeiro mínimo já seria possível elevar sensivelmente a satisfação dos trabalhadores e, com isso, o rendimento no trabalho. O mesmo vale para a convivência na família e com o parceiro. Gestos como enfeitar a casa com flores, se permitir uma tarde inteira de pura preguiça ou dividir o planejamento de passeios podem despertar a cumplicidade entre entes queridos – e afetos positivos.<br /><br />Uma tática bem diferente também pode gerar felicidade atual – e a redução dos afetos negativos: evitar ao máximo tudo o que não faz a pessoa feliz. Pode parecer óbvio, mas nem sempre é fácil e muitos se surpreendem ao perceber que quase sempre é possível fazer mais por si mesmo do que se imagina num primeiro momento. <br /><br />Nesse sentido, desenvolvemos na Universidade de Zurique um modelo de mini brainstorming, uma pequena “chuva de idéias”. A técnica sempre é utilizada quando uma pessoa não tem nenhuma idéia para solucionar um problema, ou quando já testou todas as suas idéias sem nenhum sucesso. A sugestão é que se aproveite o potencial de outras cabeças. Para isso, propomos que se imagine um cesto, enchendo-o com as sugestões de colegas, amigos e conhecidos. Entre elas, é preciso escolher as idéias mais interessantes. <br /><br />Para aplicar a “chuva no cesto” a um problema concreto, escreva primeiro detalhadamente que situação, circunstâncias e desencadeador do passado levaram a qual afeto negativo. Por exemplo, no caso de obstáculos criados por colegas de trabalho, contado por um voluntário: “Na reunião de terça-feira, X estragou minha argumentação com uma informação que apresentou na última hora, sem me avisar, em uma atitude que parece ter sido de má-fé. Como ele não entregou seus dados antes da reunião, junto com os outros papéis, não pude preparar nenhuma resposta. Todos ficaram impressionados com o diagrama – mas eu tenho certeza de que ninguém entendeu direito a proposta. Quando vi o seu sorrisinho satisfeito, fiquei com muita raiva. E o que é pior: fiquei totalmente bloqueado. Fora um número impressionante de palavrões, não consegui pensar em mais nada”. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">CUECA DE BOLINHAS </span><br />Sugerimos ao voluntário que anotasse, para seu controle, a intensidade de seus afetos negativos, por exemplo, em uma escala de 0 a 100. Em nosso exemplo, a raiva receberia 70 pontos, e o bloqueio, 95. Em seguida, imaginou o seu cesto de idéias e pediu ao maior número possível de pessoas confiáveis e discretas à sua volta que pensassem em reações adequadas aos truques de X e as anotassem.<br /><br />A proposta é juntar no cesto as “idéias auxiliares” – quanto mais, melhor. Além disso, é interessante buscar apoio com o maior número possível de grupos sociais diferentes. A pessoa pode pedir opinião não apenas aos colegas mais queridos, mas também a pessoas que exercem atividades bem diversas, como, por exemplo, a professora de seu filho, o pedreiro da casa vizinha – ou até à sua filha de 14 anos. Se não quiser expor detalhes da própria vida, é possível apresentar o caso como uma situação hipotética. Esses cérebros acostumados a lidar com outras áreas de conhecimento, que memorizaram experiências vividas em contextos muito diferentes, produzem freqüentemente soluções mais surpreendentes e prestativas do que as de nossos pares que, em geral, tendem a pensar de forma muito parecida conosco. Alguns se surpreendem com o número (e principalmente com a diversidade) de sugestões que surgem. O próximo passo é escolher entre as opções as ações que mais eficientemente possam reduzir o afeto negativo. Então a pessoa terá opções suficientes para o próximo golpe surpresa de X. <br /><br />Uma possibilidade de lidar com a situação é propor que as novas informações sejam incluídas apenas na próxima reunião e sugerir que, em vez delas, se discuta qual o prazo máximo para que os dados da reunião sejam informados antecipadamente. Outro caminho é preparar os próprios dados e, se necessário, sacá-los rapidamente do bolso. É admissível também enviar um e-mail para X (com cópia para todos os outros participantes) dois dias antes da reunião, solicitando que apresente todos os seus documentos antecipadamente. Cabe, ainda, ter em mente que às vezes simplesmente não vale a pena irritar-se. E, para evitar isso, o melhor é se distanciar internamente e relaxar – seja respirando fundo ou imaginando X de cueca de bolinhas cor-de-rosa, com um focinho de porco, uma pequena molecagem que pode ajudar a pessoa a se preservar e evitar atitudes das quais pode se arrepender depois. Apesar de, sabidamente, ser muito difícil transformar um afeto extremamente negativo em positivo, reduzir o bloqueio mental de 95 para 50 no próximo ataque de X, ou mesmo conseguir olhar para o odiado diagrama de forma relativamente tranqüila, já representa uma boa melhora. <br /><br /><br />Deseja ler o resto da matéria? Entre no link: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/a_construcao_da_felicidade.html<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Bem-estar embrulhado com papel e fita </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:51:02 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1883</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Fala direto ao coração e... traz prazer. Pesquisadores da Universidade do Sul da Dinamarca comprovaram algo que o filósofo Sêneca, contemporâneo de Jesus Cristo, já dizia há mais de 2 mil anos: “Muitas vezes, uma pequena oferta produz grandes efeitos”. Por meio de ressonância magnética, eles descobriram que a mera imagem de um embrulho bonito já desencadeia um turbilhão de reações cerebrais. O estudo, publicado na conceituada revista inglesa New Scientist, revela que a visão do pacote aciona áreas de comunicação verbal, como o giro fusiforme esquerdo, usado na leitura, e o córtex frontal inferior, responsável por dar significado às coisas. <br /><br />Para psiquiatras e psicólogos, esse é o retrato do afeto na massa cinzenta. “Presentear faz parte da natureza humana e é um gesto que dá tanto sensação de bem-estar a quem dá como a quem recebe”, diz a psicóloga Maria Cristina Dotto, da Universidade de São Paulo. O curioso: as respostas cerebrais são mais intensas quanto maior for a proximidade do objeto ofertado com símbolos de carinho. “Dessa maneira, uma rosa pode fazer muito mais efeito no cérebro do que um carro último tipo”, explica a psicóloga. <br /><br />Para o neurocientista Jorge Moll, coordenador do Centro de Neurociências da Rede Labs-D’Or, no Rio de Janeiro, os presentes fazem parte da história da evolução humana. “Nós desenvolvemos comportamentos pró-sociais, isto é, que demonstram características de cooperação social e reciprocidade, para aumentar as chances de sobrevivência da espécie.” Para muitos especialistas, isso justificaria as reações de prazer observadas no cérebro. <br /><br />Não é pelo fato de o hábito de presentear estar relacionado a sensações positivas que se deve cair na tentação de banalizá-lo. O psiquiatra Geraldo Possendoro, professor de medicina comportamental na Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, opina: “A recompensa material permanente, como a daqueles brinquedos mais baratos comprados por qualquer motivo, estimulam o prazer imediato e o materialismo, o que nunca é bom”. Segundo ele, no mundo moderno, o pacote bonito bem que poderia ser substituído por tempo. “É preciso arranjar alguns momentos para estar ao lado de quem a gente ama. Abraçar e beijar os filhos, dizer quanto eles são importantes não deixa de ser uma maneira de presentear e ser presenteado — com pacotes de carinho.” Fique claro: o que os cientistas dinamarqueses enxergaram como reação a embrulhos coloridos na verdade também aparece em outras manifestações que têm como pano de fundo a generosidade — o saber dar e o saber receber. "Há experiências mostrando respostas cerebrais muito parecidas em quem realiza trabalhos voluntários”, lembra Jorge Moll. “O engajamento em causas sociais, quando o indivíduo consegue doar um pouco de si mesmo, está relacionado não apenas ao bem-estar psicológico como ao próprio aumento da longevidade.” Em grande parte, isso acontece porque há uma redução do estresse quando o cérebro vivencia essas reações de recompensa. E, afinal, quem vive mais estressado tende a apresentar uma série de problemas de saúde. <br /><br />Jorge Moll está entre os pesquisadores que já mapearam os efeitos da generosidade no cérebro. “Em nosso estudo, trabalhamos apenas com doações anônimas, ou seja, com gente que não pretendia impressionar a pessoa presenteada para ganhar em troca qualquer coisa, como reputação ou prestígio.” Junto com uma equipe de cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde, em Bethesda, nos Estados Unidos, ele demonstrou que as doações fizeram o córtex subgenual, muito ligado a sentimentos tão prazerosos quanto o da mãe que olha amorosamente para o seu bebê, funcionar intensamente. Então, ciente disso tudo, aproveite esta época do ano: conecte-se com as sensações de alegria e realização embutidos no presente escolhido com carinho. Ele é a sua forma particular de dizer o que sente pelos outros. <br /><br /><br />Fonte: Revista Saúde - Editora Abril - por Fabiana Parajara<br />]]></description>
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      <item>
      <title>Libere o estresse na hora do rush </title>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:47:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1882</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[18h. Hora do rush. Você está louco para chegar em casa e não consegue porque o trânsito não deixa. O nível do estresse está nas alturas. O que fazer para relaxar? <br /><br />O professor Jefferson Duarte, da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan, acredita que a filosofia desta arte oriental pode ajudar muito nessas horas de estresse. <br /><br />"O Tai Chi defende uma postura mais defensiva, onde a pessoa tem que ceder, baixar a guarda. Em situações do trânsito, onde as pessoas costumam se agredir verbalmente, esta é uma postura bem adequada", acredita. <br /><br />Duarte afirma ser muito importante que a pessoa foque suas atenções nos ombros e nos cotovelos, pois são partes do corpo que acumulam muita energia. "O ombro alto acumula energia e acarreta dor. Por isso, é importante que a pessoa consiga manter o cotovelo apontado para baixo para distribuir a energia para o corpo todo". <br /><br />O professor de Tai Chi orienta que a pessoa que estiver no trânsito deve tentar fazer todos os movimentos de forma mais lenta, com o intuito de relaxar mais. "É importante você também se voltar para o seu corpo nestas horas. Música lenta ajuda bastante", afirma. <br /><br />Confira dicas de exercícios do professor Jefferson Duarte e da fisioterapeuta Sandra Mieko para poder encarar o trânsito de uma forma mais saudável. <br /><br />1 - Mantenha a coluna sempre reta. <br />2 - Relaxe os ombros com os cotovelos para baixo na hora de segurar o volante. <br />3 - Concentre-se na respiração, tentando mexer o baixo ventre (região do umbigo). <br />4 - Rotacione os ombros, tanto para frente quanto para trás. De preferência, tente desenhar um círculo com os movimentos. <br />5 - Se o trânsito estiver parado, rotacione o pé também. <br />6 - Flexione os punhos, alternando a palma da mão para dentro e para fora (20 segundos para cada movimento). <br />7 - Faça massagem de movimentos circulares com o dedo polegar na palma da mão. <br />8 - Faça automassagem nos ombros. <br />9 - Flexione lateralmente a cabeça para os dois lados. <br /><br /><br />Fonte: Redação Terra – Saúde<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Mapa do Alzheimer</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:56:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1881</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Em 2008, 56.827 pessoas foram atendidas nos serviços conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado de São Paulo para evitar ou retardar os sintomas causados pelo mal de Alzheimer. <br /><br />Desse total, de acordo com levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde, 64% eram mulheres. A idade média das pacientes em busca de atendimento foi de 76 anos, sendo que 24% delas são das classes A e B, ou seja, com renda acima de 20 salários mínimos. <br /><br />Já entre os homens que procuram atendimento contra a doença, a idade média foi de 75 anos: são 20.403 pacientes predominantemente das classes C e D, sendo que os mais ricos, inseridos nas classes A e B, já representam 22% do total de atendimentos nos hospitais e clínicas do Estado. <br /><br />O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa caracterizada pela diminuição da memória e por dificuldades no raciocínio. Com base nesses e outros dados sobre a doença, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo possui serviços de orientação junto a cuidadores de pessoas com a doença. <br /><br />O objetivo dessas iniciativas, que funcionam por meio de encontros periódicos no Complexo Hospitalar Padre Bento, em Guarulhos, e no Centro de Referência do Idoso da Zona Norte, na capital paulista, é dar suporte àqueles que cuidam dos portadores da doença em casa. <br /><br />O trabalho ocorre em parceria com profissionais da Associação Brasileira de Alzheimer. Mais informações no serviço social do Complexo Hospitalar Padre Bento pelo telefone (11) 6468-0966, ramal 244, ou no Centro de Referência do Idoso da Zona Norte pelo telefone (11) 2972-9200. <br /><br />As informações são da Agência Fapesp <br /><br /><br />Fonte: Jornal do Brasil<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Conheça o segredo da juventude na terceira idade (Mantenha-se jovem)</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:54:06 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1880</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Há pessoas que envelhecem mais rapidamente. Por outro lado, há aqueles para quem o tempo parece não pesar. Mas qual será a fonte da juventude? Estudo realizado por especialistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, encontrou uma das respostas: o modo como o idoso se vê é fundamental para o rejuvenescimento. A pesquisa, feita com 516 homens e mulheres americanos, com mais de 70 anos de idade, durante seis anos, indicou que eles tendem a se sentir, em média, 13 anos mais novos do que realmente são. <br /><br />De acordo com os pesquisadores, "manter-se positivo quanto ao fato de envelhecer pode muito bem ser associado ao fato de que continuar ativo preserva a saúde quando estamos velhos". Para o geriatra do Hospital Badim e professor da pós-graduação em geriatria e gerontologia da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Luiz Eduardo Sampaio, apesar de a realidade sócio-econômica americana ser diferente da brasileira, a pesquisa é um importante indicador sobre a influência da idade psicológica na qualidade do envelhecimento. "A idade cronológica ainda é imutável, mas se trabalharmos melhor nossa idade psicológica, ou a nossa auto-percepção do tempo de vida, poderemos rejuvenescer mais", afirma. <br /><br />A psicóloga Márcia Fraga Sampaio, que desenvolve um projeto para terceira idade no Hospital Memorial, acredita que se sentir mais jovem do que se é tem o seu lado positivo. Mas defende que o primeiro passo para uma velhice mais saudável é a aceitação da idade cronológica. "Essa é uma atitude positiva diante do envelhecer: manter a auto-estima aceitando a idade real. Sentir-se jovem é ter jovialidade e alegria de viver", enfatiza. <br /><br />Esse é o caso de Iraci Casaes que, aos 77 anos, cursa a Universidade Aberta da Terceira Idade, na UERJ, e está sempre aberta a novos projetos, em especial os ligados ao teatro. "Não escondo minha idade, tenho orgulho de estar atuando nesta fase. Sou vaidosa e procuro me arrumar sempre", destaca. Para ela, essa é a fórmula da juventude. <br /><br />Já os parceiros de dança de salão Claudionor Sanchas, 63 anos, e Rosita Naidim, 75, garantem sentir-se 15 anos mais jovens com a dança. "Minha mente é jovem e meu corpo acompanha. Ajudo na cozinha, nado e ainda arrumo tempo para os bailes. Você ainda duvida que eu tenho só 48?", brinca. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Otimismo e exercícios leves </span><br />A expectativa de vida no País, que era de 67 anos em 1991, aumentou para 72,5 anos em 2007, segundo o IBGE - uma diferença de 5 anos e meio. O médico Luiz Eduardo Sampaio acredita que os indicadores sociais estejam relacionados à evolução da medicina e à conquista do saneamento básico em algumas regiões do País. <br /><br />Mas, além disso, destaca o especialista, para muitos idosos a capacidade da mente de encarar melhor a velhice também ajuda a curar doenças e promover a longevidades. "Está comprovado que o aspecto psicológico pode ser decisivo para impedir evolução de doenças." <br /><br />No livro A Fonte da Juventude o autor mineiro João de Freitas Pereira destaca que o modo saudável de vida não significa fazer esforço excessivo nem se submeter a uma rotina cheia de sofrimento, mas sim se conhecer melhor, respeitar seu próprio corpo e seus limites. E, sobretudo, deixar o pessimismo de lado.<br /><br />Especialistas afirmam que não há apenas um segredo para se sentir mais jovem, mas num aspecto concordam: atividade física moderada, que inclua exercícios como alongamento ou hidroginástica, são fundamentais para melhorar a saúde nesta etapa da vida. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sinta-se mais jovem </span><br />- Aceite os limites do seu corpo <br />- Coma frutas e legumes <br />- Descubra alguma habilidade e a pratique <br />- Informe-se sobre novos tratamentos <br />- Faça exercícios físicos moderados <br />- Faça sexo <br />- Procure se socializar em grupos de atividades para a terceira idade <br />- Seja um pouco vaidoso <br />- Use protetor solar <br /><br /><br />Fonte: Agência O Dia<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Aprenda a controlar o estresse</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:44:05 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1879</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) admitem que 19% da população do mundo vive com nível elevado de estresse. Nos grandes centros, como na cidade de São Paulo, por exemplo, os números podem ser ainda maiores: pesquisa realizada com 1.800 paulistanos pelo Centro Psicológico de Controle do Stress, de Campinas, revela que destes, 32% mostraram viver sob considerável nível de tensão. <br /><br />Para a psicóloga norte-americana, Susan Andrews, escritora do livro “Estresse a seu favor”, lançado pela Editora Ágora, é impossível viver sem nenhum stress. “O estresse é uma reação biológica existente em qualquer animal. Em situações de ‘perigo’ nosso cérebro ativa as glândulas supra-renais e joga adrenalina e o hormônio cortisol no sangue, o que nos deixa mais espertos e preparados para enfrentar estes momentos. Um ser sem stress é o mesmo que morto”. <br /><br />Para Susan, o problema é ficar em alerta por muito tempo. “O cortisol quando jogado em grandes proporções no organismo tem o efeito inverso, e se transforma em um veneno para nosso corpo”. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cortisol, o verdadeiro inimigo </span><br />Pesquisa publicada pela revista americana “Nature Neuroscience” descobriu que em 5 anos, pacientes com alto nível de cortisol no sangue sofrem redução de até 14% do volume do hipocampo do cérebro, o que pode causar perda de memória e em longo prazo à evolução de doenças mentais. Existem outros estudos recentes que relacionam o cortisol a alguns tipos de câncer, como o de mama. <br /><br />Segundo Susan, pesquisas sérias também relacionam o cortisol à depressão. “Ao olharmos uma pessoa deprimida pensamos que ela está sem energia, mas na verdade é o contrário, pois o organismo está o tempo todo liberando grandes doses deste hormônio que nos deixa em alerta. Isto porque nosso corpo considera que estamos em batalha, e a depressão é uma batalha, só que na nossa cabeça”, diz Susan. <br /><br />A psicóloga alerta que para não sucumbir aos malefícios deste hormônio é necessário ter uma dieta balanceada e fazer diariamente exercícios de relaxamento. “Controlar o cortisol deve ser tarefa obrigatória e constante no nosso dia-a-dia. E a receita para se conseguir isso é fazer o que eu chamo de “spa em casa”: 15 minutos de exercícios de relaxamento por dia, controlar os excessos de gordura na nossa alimentação e, o mais importante, aprender a respirar corretamente, utilizando o diafragma”. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Receitas práticas para controlar seu nível de tensão:</span><br />- Respire corretamente usando o diafragma <br />- Faça breves pausas de 10 minutos no trabalho. Quando se sentir tenso, pare por alguns minutos e faça uma massagem relaxante em si mesmo <br />-Faça 15 minutos por dia de exercícios de relaxamento, como meditação, por exemplo. <br />-Preocupe-se com sua alimentação. Evite ingerir alimentos ricos em gordura e também aqueles que excitam o sistema nervoso (como café, chá preto e refrigerantes à base de cola). <br />-Não dependa de sua memória. Escreva tudo que você tem a fazer, o dia em que suas contas vencem e todos os compromissos numa agenda. <br />-Organize-se! Deixe seu quarto ou local de trabalho em ordem de modo que você saiba exatamente onde as coisas estão. <br />- Prepare-se para o dia seguinte na noite anterior. Faça uma lista das coisas que precisa fazer, separe a roupa que vai usar, tire do freezer o que vai precisar, coloque em ordem os pagamentos que vencem naquela data. <br />-Deixe 15 minutos de tempo extra para chegar aos seus compromissos. <br />- Exercite-se ou caminhe pelo menos 30 minutos por dia. <br />- Aprenda a dizer não e recuse projetos e convites sociais para os quais você não tem energia. <br />- Faça amizades com pessoas despreocupadas e pacientes. O stress é contagioso! <br />-Todos os dias faça algo que realmente ama fazer. <br />-Tenha uma atitude misericordiosa com as pessoas e pense positivamente. <br /><br />Susan Andrews é doutora em Psicologia Transpessoal pela Universidade de Greenwich (EUA), escritora do livro ‘Stress a seu favor’, da Editora Ágora, e fundadora do Parque Ecológico Visão Futuro <br /><br /><br />Fonte: IG - Delas<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Você é uma pessoa feliz?</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:42:47 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1878</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, constataram que a felicidade de uma pessoa pode influenciar o estado de espírito daqueles com quem ela convive. <br /><br />Segundo o estudo, pessoas cercadas de pessoas felizes têm mais tendência a serem felizes. Isso porque o grau de felicidade individual se propaga em ondas pela rede social, gerando grupos de pessoas mais ou menos felizes. <br /><br />Mas o melhor é que não apenas as pessoas próximas são influenciadas pela sensação de felicidade individual. O sentimento consegue atingir até três graus de separação. Ou seja, amigos de amigos de amigos. <br /><br />Como anda a sua felicidade? Será que você vem influenciando positivamente os seus amigos e familiares? Clique na "bolinha smile" do site e descubra. <br /><br /><br />Fonte: Abril.com<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Cumpra suas metas do ano novo </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:41:50 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1877</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Emagrecer, trocar de casa, ter um filho, mudar de emprego... O começo do ano é um bom momento de planejar mudanças para nossa vida. Algumas pessoas têm o hábito de colocar um papelzinho na carteira com a relação dos objetivos almejados. Isso ajuda, mas não garante a realização do sonho. O melhor é, junto com as metas, definir um plano de ação. <br /><br />Para começar, anote o que você deseja para 2009. Seja específico. Por exemplo, se você quer emagrecer, pense em quantos quilos deseja perder e em quanto tempo – estabeleça um prazo realista, que é para manter a motivação em alta ao longo do tempo. <br /><br />Em seguida, trace o plano de ação. Defina todas as atitudes que você precisa tomar para chegar lá (ir a um nutricionista, entrar para a academia, mudar seus hábitos alimentares...). Esmiúce, até chegar nas ações diárias e poder anotá-las na sua agenda. Se você não usa agendas, mantenha o plano de ação sempre à vista. Acompanhe. Caso algum imprevisto aconteça, não desanime. Faça um ajuste de rota e siga em frente. Com planejamento e força de vontade, você certamente conseguirá o que deseja.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que você faria pelo bem do planeta?</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:09:39 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1871</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Apagar as luzes, andar menos de carro ou plantar uma árvore são algumas atitudes que quatro em cada cinco pessoas no mundo estão dispostas a fazer para salvar o planeta. Esse foi o resultado de uma pesquisa encomendada pela BBC, que entrevistou 22 mil pessoas em 21 países, inclusive no Brasil.<br /><br />O estudo revelou que as pessoas estão mais conscientes sobre as causas e conseqüências das mudanças climáticas. Segundo a enquete, oito em cada dez pessoas ao redor do mundo acreditam que a atividade humana está provocando mudanças climáticas, 73% dos entrevistados manifestaram apoio a um acordo global em que cada país limite suas emissões de gases que causam o efeito estufa. Entre os brasileiros, 76% querem ações urgentes contra esse fenômeno e 63% declararam ser a favor de limitar a emissão de gás carbônico nos países em desenvolvimento.<br /><br />O relatório final da pesquisa foi apresentado num encontro de líderes na ONU, que reuniu representantes de 150 países. Um outro importante passo no combate ao aquecimento global será o Tratado do Clima, que acontecerá na ilha de Bali, Indonésia, em dezembro. <br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O lixo bom e o lixo ruim</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:05:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1870</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[ 
<p>O Brasil é hoje um dos países do mundo que mais reciclam material. Na transformação de latas de alumínio, o país é recordista. A notícia é boa, mas, se todos contribuíssem para a coleta seletiva, seria muito melhor. <br /><br />Um bom começo é a correta separação do lixo doméstico. A forma mais simples de fazer isso é isolar os detritos secos dos molhados. O lixo seco consiste, sobretudo, em embalagens, papéis, revistas e jornais. O lixo úmido ou orgânico é basicamente composto pelos restos de alimentos e folhas.<br /><br />Mas atenção: evite a contaminação. Se uma embalagem plástica, por exemplo, entrar em contato com óleos, graxas, colantes, solventes etc., deixa de ser reciclável. A correta separação do material é muito importante. </p>
<p>Para saber mais sobre isso, veja o guia que preparamos sobre os 3rs (Reduza, Reaproveite e Recicle) no endereço <a href="http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/fib/meioambiente/2009/3Rs.pdf">http://hotsite.icatuseguros.com.br/graficos/email/fib/meioambiente/2009/3Rs.pdf</a>.<br /><br />FONTE: Site Instituto Akatu<br /></p>]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O consumo de carne e o aquecimento global</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 18:01:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1869</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O aumento da ingestão de carne no planeta preocupa ambientalistas em todo o mundo. A produção global pulou de 71 milhões de toneladas em 1961 para alarmantes 284 milhões em 2007. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra? <br /><br />Com o aumento da demanda de carne, os criadores têm queimado cada vez mais a vegetação nativa de regiões como a Amazônia para a abertura de pasto e plantação de soja, principal componente da ração bovina.<br /><br />&nbsp;Outro fato curioso é que, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os bovinos produzem ainda mais gases causadores do efeito estufa que os carros. Os gases expelidos pelos animais e seus dejetos, metano e protóxido de nitrogênio, são mais nocivos ao meio ambiente que o gás carbônico, CO2.<br /><br />Os especialistas recomendam uma redução do consumo de carne para 50 gramas por dia. Atualmente, o consumo médio mundial gira em torno de 100 gramas por pessoa. Mudar hábitos alimentares é uma atitude responsável de quem se preocupa com o futuro do planeta.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O custo alto da sacola de compras </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:59:19 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1868</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Independentemente do tamanho do produto, o uso de sacos plásticos para carregar compras é um costume nacional. A dependência é tanta que quando não está disponível costuma causar indignação entre muitos consumidores.<br /><br />A invenção do plástico é recente, ocorreu por volta de 1909, mas os danos causados no meio ambiente podem comprometer o presente e o futuro do planeta. Por ser feito de resinas sintéticas originadas do petróleo, o plástico não é biodegradável e pode levar de cem a 200 anos para se decompor.<br /><br />No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais do material. Abandonados em vazadouros, os sacos plásticos impedem a passagem da água, atrapalham a decomposição dos materiais biodegradáveis e dificultam a compactação dos detritos.<br /><br />O governo do Rio de Janeiro estuda um projeto de lei que proíbe a distribuição gratuita de sacolas plásticas e torna obrigatória a substituição gradual do produto por plástico fabricado a partir de material biodegradável. O objetivo é incentivar o uso de bolsas ou mochilas próprias na hora de carregar as compras. <br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Consumo consciente </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:57:48 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1867</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você certamente já ouviu falar que se o atual ritmo de exploração do planeta continuar, em um século não haverá fontes de água e energia, reservas de ar puro, nem terras para agricultura em quantidade suficiente para a preservação da vida. Por isso, não há tempo para lamentações. Está na hora de agir! E é aí que entra em pauta o consumo consciente.<br /><br />Mas afinal, o que é isso? Em larga escala, significa que os países devem procurar fontes de energia menos poluidoras, diminuir a produção de lixo e reciclar o máximo possível. Devem também repensar o consumo e buscar alternativas para gerar riquezas sem destruir florestas ou contaminar fontes de água. Mas, em pequena escala, como isso afeta a vida do consumidor? É simples. Basta adotar novos hábitos.<br /><br />Por exemplo: sabia que se você recusar todas as embalagens supérfluas que lhe forem oferecidas ao longo de um mês vai evitar o gasto de 0,5 kg de petróleo? Isso simplesmente pode mover um automóvel por quase dez quilômetros. É por isso que você deve fazer sua parte desde já, reduzindo a produção de lixo; fazendo sua coleta seletiva; economizando água, papel e energia; dando preferência a produtos com embalagens recicláveis...<br /><br />Dê o primeiro passo agora. O meio ambiente agradece. <br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Estresse</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:06:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1861</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Não é preciso ser especialista para afirmar que, ao lado da depressão, o estresse crônico é a "doença" do século XXI. Por causa do estilo de vida atual, da constante falta de tempo e dos problemas que nos atropelam, este transtorno psicológico é cada vez mais comum. <br /><br />O estresse nocivo à saúde se caracteriza por uma sensação contínua de "não se ter tempo". E está demonstrado que, quando o estresse é crônico, o sistema imunológico se torna mais vulnerável, a qualidade do sono é prejudicada e ocorre queda de concentração. <br /><br />No livro Vivir bajo presión. El Estrés, ainda sem tradução para o português, o autor Miguel Casas Hilari reuniu conselhos eficazes para recuperar o controle das emoções e baixar as tensões diárias. Uma das táticas de Hilari é tentar enxergar os problemas sob outro ponto de vista, dando menos importância do que merecem. Veja outros conselhos abaixo e tente driblar o estresse. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Desconecte-se do problema </span><br />É preciso aprender a se desconectar do problema. A saída é mudar a inércia habitual e ter consciência de que é possível sim controlar as dificuldades que surgem na vida. A idéia é que você não se sinta agoniado por completo, pois caso isso aconteça dificilmente poderá assumir as rédeas dos acontecimentos. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Aprenda a relaxar </span><br />O relaxamento contribui muito para o bem-estar. Pratique alguma terapia alternativa, como a yoga, ou, se você puder incluir um pequeno luxo na rotina, faça uma sessão de massagem semanalmente. Ter o corpo e mente relaxados farão com que as situações de estresse sejam menos freqüentes. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Controle seus pensamentos </span><br />O estresse é um processo que depende em grande parte da interpretação que fazemos da realidade. Portanto, aprender a controlar e mudar a "tradução" que fazemos dos acontecimentos são boas estratégias de combate. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Reestruture suas prioridades </span><br />Se sua grande fonte de preocupação é o seu trabalho e não há possibilidades de você mudar de emprego, pelo menos por enquanto, considere todas as alternativas prazerosas que sejam possíveis. A mais simples é dedicar o seu tempo livre a atividades agradáveis. Já se a sua perturbação começa quando você chega em casa, procure distrair-se com programas longe desse ambiente, nem que seja por curtos períodos de tempo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Adquira hábitos saudáveis </span><br />Infelizmente, os estressados recorrem com certa facilidade ao consumo de álcool, tabaco, fast foods e atividades passivas, como ficar no sofá, assistindo aos programas e filmes na televisão. Os danos que esses hábitos podem causar se multiplicam com a presença do próprio estresse. Tente fugir disso. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Pratique exercícios </span><br />O exercício físico está no topo da lista de quem busca saúde, inclusive mental. Somente trinta minutos por dia ajudam a relaxar a mente e eliminar o estresse, enquanto você aproveita para entrar em forma. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Experimente a meditação </span><br />A técnica ajuda a varrer da mente os pensamentos estressantes, além de, segundo o autor do livro, melhorar a circulação sangüínea. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Pense positivo </span><br />Reverter as idéias negativas e aprender a focar no lado positivo ajuda a reduzir as tensões e a alcançar suas metas. Por exemplo, se está ansiosa porque tem um compromisso em que falará em público, pense nas piores coisas que poderiam acontecer e, em seguida, nas possibilidades para que elas ocorram. Formule um resultado favorável e desenvolva um plano para alcançá-lo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Use o humor </span><br />Manter o senso de humor nas situações difíceis é uma recomendação dos experts. O sorriso alivia as tensões e contribui para manter a perspectiva da situação. Segundo Hilar, já está mais do que comprovado que o bom humor é um mecanismo eficaz para suportar o estresse agudo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Estabeleça uma rede de apoio </span><br />A maioria das pessoas que se saem bem em situações de estresse elevado possui uma boa relação social, com amigos, colegas de trabalho...O apoio em momentos de tensão é sempre muito útil. No livro, são relatados, inclusive, os benefícios promovidos pela presença de um mascote em casa. <br /><br /><br />Fonte: www.terra.com.br - Terra Colômbia<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Exercícios mentais ajudam a potencializar a memória </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:03:16 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1860</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[À medida que envelhecemos, as nossas capacidades mentais se deterioram. Mas, apesar da nossa capacidade de processar e armazenar informações diminuírem, pesquisas mostram que isso pode ser revertido. Segundo cientistas americanos, há algumas áreas do cérebro que as pessoas mais idosas não conseguem usar, mas alguns exercícios mentais simples poderiam reverter essa situação. <br /><br />A perda da habilidade mental é causada pela redução do funcionamento do córtex frontal, que é a região do cérebro responsável pelas capacidades intelectuais mais complicadas. Segundo o cientista Randy Bunker, em entrevista à revista Neutron, as pessoas idosas apresentam um grau menor de dificuldades vividas por pessoas que sofreram danos nessa região cerebral. <br /><br />O pesquisador desenvolveu um teste em que pessoas de 20 a 80 anos deveriam decorar uma série de palavras. Durante o teste, os cérebros dessas pessoas foi mapeado por ressonância magnética e foi demonstrado que os idosos não utilizam as áreas críticas frontais tanto quanto jovens adultos. <br /><br />Para reverter essa situação, os cientistas pediram aos idosos que associassem as palavras e as classificassem em concretas ou abstratas. Ao fazer isso, os mais velhos apresentaram uma crescente atividade nas regiões frontais, alem de uma melhora na capacidade de memorizar coisas. Isso foi muito promissor, pois, segundo Bunker, essa parte do cérebro podia se atrofiar ou sofrer deterioração celular, tornando-se inacessível para esses indivíduos, o que não acontece de fato. <br /><br />Agora, os pesquisadores procuram desenvolver qual o tipo de treinamento seria mais efetivo. O objetivo é elaborar simples métodos para evitar a perda de memória e de outras habilidades cognitivas. <br /><br /><br />Fonte: Site Terra - Vida e Saúde<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Muitas felicidades, muitos anos de vida </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:00:15 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1859</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você sabia que a felicidade pode proteger contra doenças? Essa é a conclusão de um estudo realizado por cientistas holandeses a partir de 30 relatórios de diferentes países. De acordo com o professor Ruut Veenhoven, da Universidade Erasmo de Rotterdã, ser feliz pode ser tão eficaz quanto para de fumar, uma vez que estar de bem com o mundo pode aumentar de 7,5 a 10 anos o tempo de vida de uma pessoa. <br /><br />Segundo a pesquisa, a felicidade não retarda o momento da morte, mas protege a pessoa saudável de doenças. Isso porque quem é feliz costumar ser mais dinâmico, ativo, aberto ao mundo e, com isso, tende a estar mais atento à sua saúde e hábitos alimentares. Por outro lado, a pessoa triste costuma se esconder ou fugir dos problemas, o que pode levar a um aumento da pressão arterial e baixar o sistema imunológico. <br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Como aumentar seu nível de felicidade </span><br />• Abra o seu coração: sentimentos reprimidos podem acabar em gastrite, úlcera e dor muscular. Uma saída é confidenciar e desabafar os problemas. Mantenha o diálogo sempre aberto com as pessoas com quem você se relaciona; <br />• Tome decisões. Ser indeciso gera ansiedade e angústia. Lembre-se de que para decidir é preciso renunciar, saber perder e ganhar; <br />• Não se lamente: fazer-se de vítima dos próprios problemas pode desencadear um quadro depressivo; <br />• Seja bem-humorado: já foi comprovado que rir fortalece a imunidade. Que tal aliviar as tensões do dia-a-dia com um bom filme de comédia? <br /><br /><br />Fontes: Gazeta Mercantil, 18/11/2008, e Folha Online, 14/08/2008.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Viver mais feliz com menos </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:59:26 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1858</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você já deve ter cansado de ouvir que tempo é dinheiro, mas a filosofia chamada de simplicidade voluntária está subvertendo valores como esse para tornar a vida mais simples e com foco na sustentabilidade ecológica. Criado no fim da década de 70 nos EUA, o movimento, que tem como princípio viver com o essencial, sem supérfluos, ganhou seguidores no Canadá, na França e está chegando ao Brasil. Estudos mostram que 10% da população norte-americana já adotam uma vida mais comedida com base na convivência comunitária e no respeito à natureza. <br /><br />Ter uma vida mais simples é ter consciência do que se quer, sabendo selecionar o que é dispensável no cotidiano para poder consumir menos. Entre os adeptos, viver com menos é ter mais tempo livre para o que realmente importa: a saúde, o bem-estar, a família e os relacionamentos. Nessa lógica, o dinheiro passa a ser tempo, pois, ao gastá-lo, você está gastando as horas investidas em trabalho. Nessa forma de viver, o dinheiro deve ser usado com coisas que tenham muito valor. <br /><br />Os engajados nessa idéia priorizam as necessidades básicas para viver com dignidade e certo conforto e o essencial para a felicidade. Segundo eles, devemos nos questionar: o que eu tenho ou compro gera a autoconfiança, o envolvimento ou só a dependência? Que oportunidades de conviver com as pessoas, de me espiritualizar e de ter senso de comunidade eu estou perdendo? Mas a regra de ouro dessa filosofia é não sofrer, pois adotá-la é uma escolha. Não adianta se desfazer de tudo de uma hora para outra. Mas, aos poucos, é possível ter menos sapatos, roupas, carros, casas, TVs, computadores, eletroeletrônicos e até menos dinheiro.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Sedativo para o corpo e a mente </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:56:34 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1857</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Ficar em silêncio e com a mente vazia por alguns minutos diariamente pode fazer mil e uma maravilhas, afirmam neurocientistas de todo o mundo. Meditar acalma, controla a ansiedade, os medos e as fobias. E, mais recentemente, descobriu-se que auxilia no tratamento de disfunções cardíacas, doenças psicossomáticas, hipertensão arterial e na melhoria do sistema imunológico. Com tantos benefícios, especialistas já prescrevem a meditação para seus pacientes e não param de investigar os efeitos de sua prática. <br /><br />Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA) afirmam que meditar altera principalmente a atividade da região frontal do cérebro, que controla funções cognitivas, como atenção, aprendizado e concentração. Quimicamente, a prática melhora a comunicação entre os hemisférios direito (senso de direção e raciocínio) e esquerdo (fala e emoções) do cérebro, além de incentivar a maior produção de certos neurotransmissores, como a dopamina (responsável pelo sentimento de prazer e bem-estar) e a serotonina (ligada à sensação de felicidade). <br /><br />Em resumo, a meditação afeta diretamente a função e a estrutura do cérebro, refletindo no funcionamento de todo o organismo. Quando a mente se aquieta, a produção de adrenalina e cortisol (hormônios liberados em situações de estresse) é inibida, por isso, meditar é tão bom para combater o estresse, grande mal da atualidade. Qualquer um pode meditar, basta ter orientação profissional no início para aprender técnicas de respiração e escolher uma linha a seguir. <br /><br /><br />(27/08/2008 - fontes: Veja on-line e revista Saúde é Vital)<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Não privilegie a vaidade em detrimento da auto-estima</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:55:38 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1856</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O sucesso vicia tanto quanto as drogas, e não são raras as histórias de artistas e esportistas que, ao encerrar suas carreiras, se voltam para elas. Estão apenas mudando de droga! O sucesso, sonho de tantos jovens de hoje, deve ser motivo de grande reflexão e não continuar a ser tratado só como fonte de alegria e realização. É errado privilegiar a vaidade em detrimento da auto-estima. <br /><br />Privilegiar o bem-estar íntimo e os progressos que podem ser compartilhados por todos – sucesso sentimental, emocional, moral – é o caminho que um dia levará a uma sociedade verdadeiramente democrática. "Num contexto assim menos competitivo haverá muito mais espaço para o fortalecimento das boas relações humanas, e, aí sim, teremos uma qualidade de vida mais prazerosa." <br /><br /><br />Do livro Superdicas para viver bem e ser mais feliz, Flávio Gikovate, Editora Saraiva.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O que não traz felicidade: os excessos </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:53:59 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1855</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Ao longo dos tempos, muitos dos principais pensadores se preocuparam com a questão da temperança – ou da moderação. Achavam que o comportamento humano tem de ser razoável e que os desequilíbrios em qualquer direção são sempre indevidos e frustrantes. Devemos nos alimentar de forma comedida, consumir com moderação, beber pouco, trabalhar, mas não com excesso. Precisamos ser altruístas e dedicados às causas sociais sem perder de vista nós mesmos. <br /><br />Não são exageros também as renúncias, de modo que o despojamento é uma outra forma de vaidade (a pessoa chama atenção tanto por estar vestida com roupas muito caras e extravagantes quanto pelo excesso de simplicidade). Saber renunciar é legal, mas transformar a renúncia em outro prazer – o prazer de renúncia – é perigoso e pode desequilibrar a balança. <br /><br />Os excessos não devem acontecer na direção nem dos prazeres nem dos sacrifícios. A vida tem mais graça quando existe alternância: a noite só é valiosa porque existe o dia e vice-versa. <br /><br /><br />Do livro Superdicas para viver bem e ser mais feliz, Flávio Gikovate, Editora Saraiva.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Afinal de contas, o que é ser feliz? </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:53:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1854</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Uma pessoa pode se considerar feliz quando reúne três condições em sua forma de viver. Primeiro, que seja capaz de “digerir” e elaborar o mais rapidamente possível as inevitáveis dores e frustrações que são próprias de nossa vida aqui na Terra. Segundo, que disponha das condições psicológicas e materiais para se manter o mais longe que conseguir dos desconfortos físicos e emocionais, aprendendo a viver na paz que tanto queremos, mas que muitos de nós sentem como um tédio insuportável – e, por isso, tratam de destruí-la, criando tumultos desnecessários. <br /><br />Terceiro, cuidar de encaminhar sua vida para que os momentos felizes sejam em maior número possível, tanto os de natureza erótica como aqueles, mais freqüentes, vinculados às nossas capacidades intelectuais de usufruir as delícias das artes, do conhecimento, do aprendizado e das trocas íntimas entre amigos confiáveis. <br /><br />É muito importante ficarmos atentos a algumas das promessas que o meio social têm nos feito e que nos levam a desvios de rota na direção de prazeres ligados ao consumo e a um modo de viver tipo como prazeroso, mas que talvez não corresponda aos nossos verdadeiros anseios. <br /><br /><br />Do livro Superdicas para viver bem e ser mais feliz, Flávio Gikovate, Editora Saraiva<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Trabalhe com prazer </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:49:45 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1853</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Pesquisas têm mostrado que a forma como o indivíduo chega ao trabalho tem impacto relevante sobre todo o seu dia. Se ele chegar de mau humor, provavelmente seu desempenho vai ser ruim. O bom humor, dizem os estudiosos, é fundamental para a produtividade de qualquer trabalhador. Esses estudos vêm sendo feitos em diversos países e todos convergem para o bom humor como catalisador de bons negócios. <br /><br />Trabalhar com prazer faz um bem danado para o corpo e a mente, segundo especialistas, mas para que isso ocorra você precisa fazer o que gosta. Outro ponto ao qual você deve fica atento é que produtividade não é sinônimo de trabalhar à exaustão. Além de não contribuir para seu bem-estar físico e mental, o estresse reduz a produtividade, o que não é nada bom para o futuro da empresa. <br /><br /><br />Do livro Aposentada ficava a sua avó – um guia de independência financeira da Meninas Iradas!, Mara Luquet e Andrea Assef, Ed. Letras & Lucros, Saraiva.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Envelhecimento precoce no Brasil </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:48:56 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1852</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O Brasil, que já foi considerado um país de jovens, está envelhecendo a passos largos. Até 2050, os idosos representarão 25% da população total, o que representa um crescimento de 3,7% ao ano. Atualmente, a proporção está em 11%. O acontecimento não é exclusividade do país, já que em toda a América Latina o número de pessoas com mais de 60 anos também quadruplicará. Os dados são do Centro Latino-Americano e Caribenho de Demografia (Celade). <br /><br />Segundo especialistas, o acelerado ritmo de envelhecimento fará com que os países latino-americanos tenham menos tempo para se adaptar às novas mudanças que ocorrerão em sua estrutura populacional. O grande desafio será construir uma rede de proteção social para a população idosa tendo como foco uma previdência social eficaz. Porém, especialistas afirmam que uma reforma a curto prazo não está nos planos do Governo brasileiro. <br /><br />Para se resguardar e garantir a manutenção do padrão de vida na aposentadoria, muitos jovens economicamente ativos, na faixa dos 25 aos 35 anos, já contratam planos de previdência complementar. Muitas empresas também estão incrementando seu pacote de benefícios com a adoção de planos de previdência corporativos para assegurar o futuro de seus funcionários e familiares. Essa tendência mostra a importância de começar o mais cedo possível a planejar o padrão de vida para a aposentadoria.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Mente sã </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:48:03 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1851</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Uma mente sã na velhice depende de hábitos saudáveis desde a juventude. Isso porque o processo de envelhecimento começa por volta dos 30 anos, quando o órgão já atingiu sua maturidade e começa a perder até 100 mil células por dia.<br /><br />Para manter a mente em forma, é fundamental a prática de atividades que demandem esforços do cérebro. Quanto mais você exerce atividades intelectuais, como estudar, ler ou aprender novas línguas, menor a chance do desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer. <br /><br />Ler é um ótimo exercício, mas dormir bem também é uma forma de preservar uma mente saudável. Quanto maior a qualidade do sono, melhor a capacidade da memória. Um sono ruim atrapalha o processo de retenção. Além disso, a melatonina, hormônio que auxilia a reduzir os efeitos dos radicais livres no organismo, também é produzida durante o descanso noturno.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Meditação garante saúde </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:47:23 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1850</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Além de tranqüilizar a mente, a prática de meditação combate e previne estresse, insônia, TPM e até hipertensão. Em agosto, estudos da Universidade da China com a de Oregon, nos EUA, revelaram que os níveis de ansiedade, depressão, raiva e fadiga são bem menores nas pessoas que meditam. Os benefícios foram comprovados pelos exames de sangue dos participantes.<br /><br />No Instituto Mente/Corpo da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, o médico Herbert Benson já receita 20 minutos de meditação, duas vezes ao dia, aos seus pacientes. Há trinta anos, o médico realiza pesquisas sobre os efeitos da técnica. Meditar alivia também os efeitos de doenças crônicas e tratamentos químicos fortes, como os de câncer. Para Benson, entre 60% e 90% das doenças podem ser curadas pela mente. <br /><br />Os componentes básicos capazes de causar tantos benefícios são a repetição de palavras e a capacidade de deixar os pensamentos de lado. As alterações fisiológicas causadas pela meditação duram 24 horas e fazem com que o praticante se torne mais resistente ao estresse.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Existe receita para o sucesso? </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:46:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1849</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O segredo para uma vida bem-sucedida é singular. Cada pessoa tem a sua própria receita para alcançar a felicidade. Não adianta se comparar com os outros e copiar padrões de sucesso. A dobradinha dinheiro e reconhecimento público não serve para todos.<br /><br />Embarcar na busca de falso padrão de felicidade muitas vezes é a causa da competição desmedida e do consumo exagerado. Afinal, o sucesso “socialmente valorizado” – como ter o carro importado mais cobiçado do planeta ou ser o executivo mais bem pago do país – pode não coincidir com as suas reais necessidades. Quando se consegue perceber o que se tem de melhor, não há derrotados. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Atitudes que ajudam a obter realização pessoal. </span><br />- O autoconhecimento favorece a compreensão dos limites e a definição de metas realistas. <br />- Rever as crenças herdadas ou aprendidas é fundamental para que elas não limitem suas capacidades. <br />- Aceitar os erros é o passo para se aprender com a experiência. Ao identificar as falhas, os acertos ficam mais próximos. <br />- Investir na qualidade de vida é primordial. Passe a cuidar mais da saúde e do bem-estar. <br />- A consciência de sua interferência no mundo desperta a responsabilidade que é importante ter com você mesmo, os outros e o ambiente.<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Diversão em família </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:42:51 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1848</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Em um mundo cada vez mais consumista e individualista, especialistas apontam que experiências simples, econômicas e prazerosas podem ser o caminho para se viver bem em família.<br /><br />Segundo Betsy Taylor, fundadora e presidente do Centro para um Novo Sonho Americano, organização não-governamental, e autora do livro “O que as crianças realmente querem que o dinheiro não compra”, a presença dos pais é fundamental na vida dos filhos. <br /><br />De acordo com a autora, é importante dedicar um tempo exclusivo para a família, estreitando, assim, os laços de carinho e amizade. O abraço do tio, o apoio da avó ou a amizade do primo fazem muito mais pela auto-estima da criança do que a compra do brinquedo mais moderno. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dicas da autora: </span><br />- Diminuir o número de compromissos; <br />- Aumentar o contato com a natureza; <br />- Dedicar uma parte do dia para os filhos; <br />- Estimular brincadeiras à moda antiga.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Homens também cuidam dos pés </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:39:54 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1847</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Por preocupação com a saúde, por algum tipo de necessidade ou por pura vaidade, é cada vez maior o número de homens que cuidam da aparência e incluem em sua rotina atividades que há pouco tempo eram consideradas femininas.<br />&nbsp;<br />A preocupação com os pés e a procura por um profissional especializado em podologia é uma dessas atividades. Segundo o podólogo Marcelo Chaves Figueiredo, cerca de 60% dos seus pacientes são do sexo masculino. “Atualmente atendo mais homens do que mulheres”, afirma Marcelo, que revela: “Eles procuram muito mais por necessidade do que por vaidade”. <br /><br /><br />Fonte: Site Terra<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Exercícios para a terceira idade </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:38:10 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1846</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Não é porque a velhice chegou que a falta de atividades físicas tem de vir à reboque. A prática de exercícios como hidroginástica, caminhadas, alongamento e musculação mantêm a qualidade dos músculos e nervos e, em conseqüência, preserva as demais funções do cotidiano. <br /><br />"Alguns estudos recentes sobre terceira idade revelam que os exercícios com carga (musculação, por exemplo), têm efeitos benéficos na prevenção da osteoporose e da saúde óssea em geral", diz a a fisioterapeuta Kênia Guerra Baumann, da academia Triathon, em São Paulo. Quem optar por musculação deve atentar para cuidados com o peso e ritmo para que os exercícios não causaem problemas musculares, nas articulações ou cardiovasculares. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Riscos </span><br />Idosos que praticam atividade sem orientações especializadas estão sujeitos a problemas como lesões dos músculos, distensões e problemas articulares, principalmente de coluna e dos meniscos. Postura incorreta ou peso excessivo podem prejudicar as estruturas da coluna e, como se tratam de idosos, a recuperação é mais complicada porque as células do corpo estão em ritmo mais lento. Nos casos em que a pessoa tem osteoporose, o problema é ainda mais grave uma vez que as fraturas têm uma recuperação mais lenta. <br /><br /><br />Fonte: Redação Terra - Sua Saúde]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A química do beijo </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:22:00 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1845</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Durante um bom beijo de um minuto, você pode queimar até 26 calorias e liberar os mesmos neurotransmissores de quando pratica exercícios físicos intensos, como uma corrida. Se for apaixonado então, 34 músculos da face são ativados e os vasos sanguíneos dilatados, o que favorece a absorção de oxigênio pelo corpo. Mas uma das principais conclusões a que a ciência do beijo, chamada de filematologia, está chegando é que o ato influencia, sim, um relacionamento já que produz uma série de reações químicas complexas no cérebro. <br /><br />Segundo a neurocientista americana Wendy Hill, que fez uma palestra sobre o assunto na conferência anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, em inglês), em Chigaco, as substâncias liberadas no ato de beijar são capazes de incentivar novos relacionamentos ou fortalecer antigos. Isso porque diferentes regiões cerebrais – principalmente as áreas ligadas ao sexo, romance e afeto – são ativadas. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Pesquisa atesta que o nível de estresse reduz </span><br />Estudando o comportamento de 18 casais de estudantes, que mantinham relacionamento entre um mês e três anos, Wendy analisou os níveis de cortisol e oxitocina – hormônios ligados ao estresse e ao prazer, respectivamente. Os voluntários foram divididos em dois grupos: o primeiro foi colocado num quarto com luz baixa e música suave, com os pares se beijando por 15 minutos, enquanto o outro apenas conversava. Depois, amostras de sangue e saliva foram reitradas de todos os participantes. <br /><br />No primeiro grupo, a taxa de cortisol caiu entre homens e mulheres, indicando que os níveis de estresse despencaram; já a oxitoxina aumentou entre homens e manteve-se estável ou menor entre as mulheres. Mas aquelas que tomavam anticoncepcionais tiveram mudanças semelhantes às dos homens. <br /><br />A conexão do beijo com o lado sentimental pode ajudar um casal a sustentar um relacionamento. É claro que há outros fatores importantes, mas começar beijando a pessoa certa já é um bom caminho. <br /><br /><br />(fonte: jornal O Globo, 22/02/2009)<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Dieta da boa saúde </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:19:37 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1844</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Brócolis, espinafre, castanhas, peixe, azeite de oliva extravirgem, frutas, tomate, inhame, feijões, ervas... Eles estão no topo da lista dos alimentos com superpoderes, que previnem contra diferentes tipos de câncer, impedem a inflamação das artérias, reduzem o colesterol e o teor de açúcar no sangue. Mas nenhum alimento faz milagres sozinho, o ideal é manter o equilíbrio e consumir verduras, legumes, frutas e grãos todos os dias para viver melhor. <br /><br />Segundo especialistas do departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da USP (Universidade de São Paulo), um terço dos cânceres, por exemplo, está relacionado a uma alimentação pobre em fibras e com altos teores de gorduras. Tanto que mudanças no estilo de vida e na dieta previnem 80% dos tumores. Mas é importante tomar cuidado com o preparo dos alimentos, evitando o excesso de sal, açúcar e gordura. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">O que incluir na alimentação </span><br />• Nozes – ricas em antioxidantes como vitamina E e selênio, que protegem contra doenças cardíacas conforme estudos americanos. Consumi-las cinco vezes por semana pode reduzir o risco de infarto. <br />• Feijões – são aliados contra o colesterol e os altos níveis de açúcar no sangue, além de terem ação anticancerígena. A mistura brasileira de feijão com arroz é uma fórmula para prevenir o câncer de boca. <br />• Tomate – é rico em licopeno, assim como a melancia, que inibe cânceres de próstata e pâncreas. A absorção da substância é maior em tomates cozidos. <br />• Alho e cebola – possuem mais de 30 substâncias anticancerígenas e previnem contra tumores no estômago, pulmão e fígado. <br />• Cenoura e mamão – ricos em betacaroteno (presente na beterraba, na abóbora e na manga), eles evitam principalmente tumores de pele, pulmão, boca, garganta, estômago, cólon, colo uterino e útero. <br />• Uva – a fruta, o suco ou o vinho (com moderação) têm um composto na casca (resveratrol), que afina o sangue e dificulta a formação de coágulos nas artérias. <br />• Aveia – suas fibras desaceleram a absorção de gordura e inibem a síntese do colesterol. <br />• Linhaça – rica em ômega 3, o que ajuda a reduzir os níveis de triglicerídeos e colesterol. Mas para preservar o ômega 3 é preciso guardar a linhaça na geladeira. <br />• Brócolis – combate a oxidação e desintoxica o fígado, eliminando metais pesados. <br />• Espinafre – possui vitaminas A e C, folato, potássio e suas folhas têm alto teor de antioxidantes e bioflavanóides. A verdura ajuda na proteção contra tumores mais agressivos. <br /><br /><br />(21/05/2009 – fonte: jornal O Globo)<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Saúde x Cigarro </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:17:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1843</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Um acompanhamento de 30 anos a 54 mil homens e mulheres na Noruega confirma que o tabagismo tem um grande impacto na mortalidade e na saúde cardiovascular. <br /><br />Realizado pela Universidade de Oslo e pelo Instituto Norueguês de Saúde Pública, o estudo avaliou pessoas que tinham entre 35 e 49 anos no início do estudo, em 1974. E registrou, em 30 anos, a morte de 45% dos homens fumantes, contra apenas 18% daqueles que nunca fumaram. Entre as mulheres, 33% daquelas que fumavam demais morreram durante o estudo, contra apenas 13% das não-fumantes. <br /><br />Em relação à saúde cardiovascular, a incidência de infarto também é consideravelmente maior entre os fumantes – nos homens, 21% dos fumantes, contra 10% dos não-fumantes; nas mulheres, 11% das fumantes, contra 4% das não-fumantes. <br /><br /><br />Fonte: Uol - Ciência e Saúde<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>As sete dores que não devem ser menosprezadas </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:14:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1842</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. “Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem”, conta. <br /><br />Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, “a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo”. A origem do mal-estar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. “Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual”, aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor de cabeça </span><br />Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. “Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária”, avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor de garganta </span><br />Costuma ser causada pela amigdalite de origem bacteriana ou viral. “Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia”, alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor no peito </span><br />“Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços”, descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um entupimento das artérias. “A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico”, explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor nas pernas </span><br />Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. “A causa pode ser outra”, avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. “Em outros indivíduos a dor vem das pisadas”, explica Lin. “É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados.” Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. “Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos”, diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor abdominal </span><br />Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. “Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado”, diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. “Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença”, calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor nas costas </span><br />A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. “É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo”, diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. “No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva”, ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dor no corpo </span><br />Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. “O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica”, diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, em São Paulo. “Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional”, opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio. <br /><br /><br />Fonte: Revista Saúde - Editora Abril - por Débora Didonê<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Obesidade crescente </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:11:21 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1841</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Os brasileiros estão praticando mais exercícios, comendo mais hortaliças e fumando menos segundo a pesquisa encomendada ano passado a pedido do Ministério da Saúde com 54 mil pessoas em todas as capitais e no Distrito Federal. Embora a pesquisa revele que a população está mais atenta à saúde, foi constatado que 13% da população é considerada obesa. <br /><br />O excesso de peso se manteve estável entre a população adulta nos últimos anos, mas o índice de obesidade aumentou, principalmente entre as mulheres. Em 2006, quando foi apresentada a primeira edição do sistema Vigitel, 11,4% dos brasileiros eram obesos. No ano passado, esse número subiu para 12,9%. Porto Alegre é a capital brasileira com mais pessoas nessa situação. <br /><br />A alta da obesidade é creditada a uma mudança nos hábitos alimentares dos brasileiros residentes nas capitais, que cada vez mais comem fora de casa. Nos EUA, onde também é feita uma pesquisa por telefone, foi constatado praticamente o dobro do índice de obesos. <br /><br /><br />Fonte: Jornal Folha de S. Paulo (07/04/2009).<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Profissão e bem-estar </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:10:18 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1840</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Basta amanhecer para que o movimento na cidade comece a acelerar. Trânsito, trabalho, alimentação rápida. Em meio aos vários compromissos, muito do que deveria ser feito é adiado e, em muitos casos, são os cuidados com a saúde que ficam em segundo plano. Idas ao médico, exames e exercícios são deixados para depois, arriscando cada vez mais a saúde do profissional. <br /><br />De acordo com uma pesquisa realizada por economistas e psicólogos da Universidade de Warwick, no Reino Unido, os descuidos com a saúde e o estresse em função do excesso de trabalho ou aumento de responsabilidades atingem ainda mais aqueles que são promovidos no trabalho. <br /><br />O estudo, que partiu da hipótese que, ao ocupar cargos mais importantes, os funcionários se sentiriam mais valorizados e confiantes, o que refletiria positivamente em sua saúde, constatou o contrário: pessoas que foram promovidas sofreram, em média, aumento de 10% no nível de estresse mental e reduziram suas consultas ao médico em cerca de 20%. <br /><br />Durante a pesquisa, cerca de mil pessoas, que passaram por uma promoção no cargo, foram avaliadas entre o período de 1991 e 2005, no Reino Unido. Para os cientistas, a saúde mental dos administradores se deteriorou depois de serem promovidos por um aumento nas responsabilidades e pelo menor tempo para cuidar da saúde. <br /><br />A psicóloga Márcia Fraga Sampaio, do Hospital Memorial, explica que a pressão que o mercado faz sobre os profissionais, na ameaça da perda do emprego, leva funcionários a aceitar um acúmulo de responsabilidades, o que resulta em menor tempo para a vida pessoal. <br /><br />O médico Eduardo Duarte, responsável pelos check-ups do Centro de Medicina Nuclear da Guanabara, diz que ao atender funcionários de empresas é comum ouvir reclamações por falta de tempo para adotar hábitos de uma vida saudável, como uma dieta equilibrada, a prática de exercícios, horas extras para lazer e um sono tranquilo, com a quantidade de horas necessárias para o descanso. <br /><br />De acordo com um levantamento feito de 2008 pelo International Stress Management Association (ISMA Brasil), em um grupo de mil profissionais ativos no mercado brasileiro, cerca de 30% sofrem níveis excessivos e prolongados de estresse no trabalho, resultando em estafa profissional. <br /><br />– Embora haja um discurso nas empresas de que o profissional precisa ter equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, o funcionário acaba excedendo seu limite, tendo sequelas, como ansiedade, problemas no sono e agressividade. É preciso conscientização de que o tempo para o descanso, lazer e saúde é fundamental, tanto para a empresa quando para o bom rendimento do funcionário – conclui Ana Maria Rossi, presidente do ISMABrasil. <br /><br /><br />Fonte: Jornal do Brasil On Line - 13/04/2009<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Confira os benefícios das frutas de outono</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:07:44 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1839</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[O outono chegou e trouxe a safra de muitas frutas. Abacate, banana, caqui, coco, goiaba entre outras iguarias naturais são encontradas mais frescas e, normalmente, com preços menores.<br />&nbsp;<br />A abundância da estação é um incentivo a mais para o consumo desses alimentos, que colaboram, e muito, com a saúde. "De modo geral, as frutas são ricas em vitaminas e sais minerais, essenciais para o organismo. Também fornecem fibras, importantes para regular o intestino", afirma a nutricionista Sonia Trecco, chefe do Serviço de Atendimento Ambulatorial do Hospital das Clínicas de São Paulo. <br /><br />Por dia, um adulto sem problemas de saúde deve ingerir de três a cinco frutas. A nutricionista ressalta que as cascas são importantes fontes de vitaminas e, por isso, não devem ser descartadas. As duras e com gosto não muito agradável podem entrar no preparo de sucos e doces, como as de abacaxi e banana. "Lave bem a casca em água corrente, passando a mão ou uma esponja, para tirar o excesso de agrotóxico", recomenda Sonia. <br /><br />Vale mesclar as frutas in natura com sucos. "Não é recomendável que todas as porções de frutas sejam utilizadas em forma de suco, pois perdem propriedades importantes", explica a nutricionista Alessandra Paula Nunes, professora do curso de nutrição de Centro Universitário São Camilo. O costume de coar o suco desperdiça as fibras do produto. <br /><br />Substituir as sobremesas por frutas é uma excelente estratégia para diminuir o consumo de doces. "O sabor doce de algumas frutas, conferido pela presença do açúcar natural (frutose), pode ser uma alternativa para pessoas que têm necessidade de ingerir substâncias adocicadas após as refeições ou até mesmo durante o dia. Além disso, pode-se criar várias alternativas de doces à base de frutas, como salada de frutas, gelatinas, frutas com calda de chocolate ou assadas com canela", diz a nutricionista Alessandra. <br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Dieta </span><br />Há quem diga que fruta não engorda e, por isso, abusa na quantidade do alimento. A atitude não colabora com uma dieta equilibrada e, muito menos, com o intuito de manter o corpo em forma.<br />&nbsp;<br />É que todos os alimentos têm calorias. "O que faz engordar é consumir mais calorias do que se gasta. Consumir duas mil calorias em abacate, por exemplo, e não gastá-las, pode engordar", explica a nutricionista Sonia Trecco. Portanto, bom senso é a palavra-chave. <br />Outro erro comum acontece na hora de substituir uma fruta in natura por um suco. "Em vez de comer uma laranja, se toma um suco com quatro laranjas, que é a quantidade indicada para um dia todo. Ou se mistura várias frutas com leite, que também tem calorias e gorduras", diz Sonia. <br /><br />Uma boa saída é o suco de limão, porque a mistura de metade da fruta com água já resulta em um copo. Um pouco da poupa de maracujá também é o bastante para fazer um refresco. <br /><br style="text-decoration: underline;" /><span style="text-decoration: underline;">Benefícios </span><br />Quando as delícias naturais fazem parte do cardápio, garantem o bom funcionamento do organismo. Confira abaixo os nutrientes e benefícios que cada fruta dessa estação oferece: <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Abacate</span>: rico em gorduras monoinsaturadas e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. Contém ácido fólico, que auxilia na prevenção de efeitos congênitos (que nascem com a pessoa), e potássio, indicado para fadiga, depressão, problemas cardíacos e derrames. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Banana</span>: repleta de potássio, é importante para a contração dos músculos. A fruta protege contra doenças cardíacas, já que mantém o equilíbrio de líquidos e evita o acúmulo de placas nas artérias. É rica em fibras e, por isso, benéfica para a digestão, aliviando e restaurando o intestino após a prisão de ventre ou a diarreia. Age como antiácido, sendo indicada em casos de azia e úlcera. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Caqui</span>: é rico em fibras e vitaminas A, C, B1 e B2. Possui cálcio e ferro. A fruta é considerada um antioxidante por combater os radicais livres (relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres entre outras doenças). <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coco</span>: O valor nutritivo da fruta varia de acordo com seu estado de maturação (amadurecimento). De maneira geral, apresenta bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Goiaba</span>: rica em vitamina A, B1, C, cálcio, fósforo, ferro e fibras insolúveis. Não contém muito açúcar, gordura e calorias. Auxilia no combate a infecções e hemorragias; fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco; melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento; regula o aparelho digestivo e o sistema nervoso; e dá maior resistência física. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Laranja</span>: rica em vitamina C, cálcio fósforo e ferro. Melhora a imunidade e apresenta vários antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol, as inflamações e a bloquear as células cancerosas. Contém fibras, que auxiliam na diminuição dos problemas intestinais, além de dar energia. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Limão</span>: rico em flavonóides cítricos, como a vitamina C, tem importante função antioxidante (combate os radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres entre outras doenças). Apresenta alto teor de sais minerais. Fortalece a imunidade, ajuda na cicatrização de feridas e fortifica as paredes dos capilares sanguíneos. Por ser antisséptico, o limão é usado para tratar infecções respiratórias. A capacidade de extrair e dissolver ajuda no tratamento de furúnculos e abscessos. Estimula o fígado e pode ser usado como desintoxicante quando ingerido com água. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Maçã</span>: contém vitaminas B1, B2 e niacina, e minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina, que se liga a toxinas e ao colesterol, expelindo-os do organismo; e em ácido málico, que ajuda o corpo a gastar energia de forma eficiente. A fruta contém quercetina, anti-inflamatório que diminui o risco de problemas cardiovasculares. Estimula o fígado e os rins. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Maracujá</span>: fruta de alto valor nutritivo. Rica em vitamina C e vitaminas do complexo B (B2 e B5), contém também quantidades razoáveis de sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. Funciona como um calmante suave. As suas sementes são poderosos vermífugos. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos. As vitaminas do complexo B têm como função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso, além de serem essenciais ao crescimento e evitarem a queda dos cabelos. Cálcio e fósforo são os minerais que participam da formação de ossos e dentes, da constituição muscular e da transmissão normal dos impulsos nervosos. Já o ferro contribui para a boa formação do sangue. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Melancia</span>: contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mexerica/Tangerina</span>: fonte de vitaminas A, B e C, e em menor grau de sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. A vitamina C, junto com o cálcio e o fósforo, são essenciais para o desenvolvimento de dentes e ossos, e para a vitalidade dos vasos sanguíneos. A vitamina C também ajuda a combater infecções, a aumentar a resistência do organismo e a absorver o ferro de outros alimentos. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Pêra</span>: rica em vitaminas vitamina A, B1, B2 e C, sódio, potássio, cálcio, fósforo, enxofre, magnésio, silício e ferro, niacina, sódio e fibras. Pode ser utilizada para prisão de ventre, inflamação intestinal e na bexiga, além de auxiliar o sistema nervoso e na formação dos ossos e dentes. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Pinha</span>: também conhecida como fruta-do-conde, é fonte de vitaminas C e do complexo B, importantes no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras. <br /><br /><br />Fonte: Terra Vida e Saúde - Patricia Zwipp<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A necessidade de uma boa alimentação </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:48:12 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1837</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, concluiu que o alto índice de massa corporal (IMC) leva a um aumento nas taxas de mortalidade, segundo informações da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A pesquisa analisou 57 trabalhos realizados na Europa e Estados Unidos, com quase 900 mil pessoas, e concluiu que as taxas de mortalidade foram menores no IMC considerado ideal (entre 22,5 e 25 kg/m²).<br /><br />A obesidade moderada, ou sobrepeso (IMC entre 30 e 35 kg/m²), reduziu a expectativa de vida entre dois e quatro anos. Já a obesidade mórbida (IMC de 40 a 50 kg/m²) diminuiu de oito a dez anos a expectativa de vida do paciente. Ainda segundo a pesquisa, acima do valor máximo ideal de IMC, cada 5 kg/m² extra aumenta em 40% o risco de morte por doenças do coração, derrame e outros problemas vasculares; 60% a 120% para diabetes e doenças no fígado e rins; 10% em relação ao câncer; e 20% de aumento para indivíduos com doenças pulmonares. O coeficiente de IMC é calculado ao se dividir o peso (em quilos) pela altura ao quadrado (em metro). As conclusões do estudo foram publicadas hoje no site da The Lancet. <br /><br />Fonte: Abril - Ciência e Saúde <br /><br />&nbsp;<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Hidratação é muito importante no verão  </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:41:39 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1836</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Todos perdem maior quantidade de água no verão. Por isso, é importante ingerir muito líquido durante esta época do ano. Cansaço, fraqueza, mal-estar, boca seca e olhos opacos são alguns dos sintomas mais comuns quando uma pessoa não ingere a quantidade de líquido adequada, o que causa a famosa desidratação. <br /><br />"Em um dia muito quente, em que a pessoa corre no sol ou em situações em que passa muito calor, ela chega a suar de um a dois litros. Então, precisa ingerir cerca de três litros de água por dia. Em São Paulo, temos um verão para valer, e a necessidade de ingestão de água aumenta muito", afirma Jacob Fantuch, professor e médico da clínica-geral do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo). <br /><br />E convém ficar atento. Segundo ele, em casos extremos, a desidratação pode levar a danos irreversíveis e até mesmo à morte. "Nem todo mundo armazena água da mesma maneira. Há quem consiga ficar bem dois ou três dias sem beber água. Mas há pessoas que, se ficarem 24 horas sem beber algum líquido, sofrem perda de pressão, entram em choque circulatório e podem ter um AVC (acidente vascular cerebral), um infarto e morrer", explica Fantuch. "Se não tiver água suficiente, não vai haver sangue circulando de forma eficiente pelo cérebro e pelo restante do corpo", completa o médico. <br /><br />De acordo com Anita Sachs, nutricionista e professora do departamento de medicina preventiva da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), é importante que, além de muita água, sejam ingeridos chás e sucos de frutas e hortaliças, como chuchu e berinjela, que possuem grande quantidade de água. "Se a pessoa quer emagrecer, os sucos mais indicados são os de limão ou maracujá e os chás sem adição de açúcar ou com adoçante", destaca Anita. <br /><br />Apesar de todos terem de ficar atentos ao risco da desidratação, para Gabriel Ribeiro Nogueira, coordenador do pronto-socorro adulto do Hospital Santa Catarina, crianças e idosos merecem atenção especial, pois os primeiros sintomas podem passar despercebidos. "Nesses casos, a melhor maneira é repor água, tendo ou não necessidade", afirma Nogueira. <br /><br />Mas os adultos que gostam de tomar sol e bater papo com uma cervejinha na mão também devem ter cuidado redobrado. "A cerveja hidrata apenas nos primeiros momentos", lembra Fantuch. Por isso, a água ainda é a maior aliada para diminuir o risco de desidratação. <br /><br />Fonte: Folha on line<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Felicidade e saúde </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:40:11 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1835</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Uma pesquisa britânica sugere que crianças que são infelizes têm mais chances de se transformar em adultos permanentemente doentes ou incapacitados. <br />A pesquisa liderada pelos cientistas do King's College de Londres analisou 7,1 mil pessoas nascidas entre 1950 e 1955. <br /><br />Os pesquisadores observaram que as crianças descritas por seus professores como "infelizes" ou "angustiadas" tinham chances cinco vezes maiores de não poder trabalhar devido a problemas de saúde quando chegassem à meia-idade. <br />Segundo os cientistas, essas crianças também demonstraram uma tendência maior a sofrer de depressão. <br /><br />"Não podemos dizer que essas tendências causam problemas de saúde em idade mais avançada, mas certamente parecem ser um fator que contribui", diz Max Henderson, pesquisador que liderou o estudo. <br /><br />"Baseados em pesquisas anteriores, suspeitamos que esses grupos são mais suscetíveis à depressão e à ansiedade, o que, é claro, é uma grande causa do abandono de trabalho", acrescenta. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Década de 50 </span><br />O estudo foi publicado na revista especializada "British Journal of Psychiatry" e envolveu milhares de crianças que cresceram na cidade de Aberdeen, na Escócia, na década de 50. <br />Os cientistas fizeram perguntas aos professores das crianças pesquisadas sobre o temperamento e o comparecimento delas na escola. <br />Mais de 40 anos depois, os pesquisadores conseguiram encontrar muitos dos participantes da pesquisa da década de 50, que agora estão na meia-idade, para perguntar se eles estão empregados ou não. <br /><br />Entre os pesquisados, 392 informaram que não conseguiam trabalhar devido a uma incapacidade permanente ou a problemas de saúde (5,5% do total de entrevistados). <br />Um quarto daqueles que foram descritos pelos professores durante a infância como "frequentemente parecendo deprimidos, infelizes, chorosos ou aflitos" estavam permanentemente doentes ou incapacitados. <br /><br />Um quarto daqueles que reclamavam de dores também estavam sem trabalhar devido a problemas de saúde. <br /><br />"Acredito que existe um padrão social comum aparecendo aqui", disse Alan Maryon Davis, presidente da Faculdade de Saúde Pública da Grã-Bretanha. <br /><br />"Crianças que são infelizes e desinteressadas na escola geralmente vêm de residências onde os pais são desinteressados e onde há muita privação", acrescentou Davis. "Isso leva estas crianças a não ir bem na escola, não ir bem na vida profissional e cair neste ciclo." <br /><br />Fonte: Uol - Ciência e Saúde / BBC<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Veja sete passos essenciais para começar a correr </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:21:08 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1833</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Vestir um par de tênis e sair correndo pelo mundo. Este é o ideal de muita gente que deseja um pouco de liberdade, qualidade de vida e, é claro, um corpinho em boa forma. Antes de sair por aí livre, leve e solto, porém, alguns cuidados básicos são essenciais. Caso contrário, no caminho para o bem-estar, a beleza e a saúde, você pode enfrentar "obstáculos" como dores e lesões. <br /><br />O primeiro passo para quem decide correr é buscar ajuda especializada. Hoje, há grupos de corrida espalhados pelo país que recebem a orientação e o incentivo de um treinador, geralmente um professor de educação física. "Por meio de planilhas, o profissional programa o treino e a evolução do desempenho, de acordo com o objetivo de cada aluno", explica Lucas Tessutti, professor e coordenador da equipe de atletismo do Labex-Unicamp (Laboratório de Bioquímica do Exercício da Universidade de Campinas). <br /><br />Infelizmente, por outro lado, há muita gente que desiste de praticar corrida, porque não pode pagar por esse tipo de assessoria. Na capital paulista, esse serviço sai em torno de R$ 250 por mês. Mas ninguém deveria desistir apenas por essa razão. "Desde que se esteja em dia com o exame médico, principalmente cardiológico, não é necessário ter uma condução", garante Cris Carvalho, educadora física e atleta de endurance de alta performance. <br /><br />De qualquer forma, com ou sem um treinador acompanhando seus passos, a sua respiração e os batimentos cardíacos, vale a pena anotar as dicas a seguir, antes de colocar - literalmente - os pés na estrada: <br /><br />1. Crie novos desafios a cada treino <br />Para melhorar marcas e o condicionamento físico, você deve estimular sempre o organismo com novos desafios. "Não adianta repetir todo dia o mesmo treino. A cada semana, algo deve ser alterado: pode ser uma progressão na distância do percurso ou intensidade da corrida ou, ainda, um "jogo de velocidade", intercalando num mesmo treino o ritmo leve, moderado e forte", aconselha Lucas Tessuti, do Labex. <br /><br />2. Prefira correr ao ar livre <br />"Nada como quebrar a barreira das quatro paredes", garante Cris Carvalho. Segundo a treinadora, ao ar livre, o corredor tem mais motivação. Mas a treinadora não descarta o uso de esteiras. "O aparelho pode ser um complemento para ocasiões como os dias chuvosos", orienta. <br />Nesse caso, o professor da Unicamp dá um conselho: "A esteira já faz pelo atleta um pouco da força, devido ao movimento de rolagem. Por isso, para que o treino seja equivalente em gasto calórico à corrida na pista, o ideal é programar uma inclinação de 1% no aparelho." Para Lucas Tessuti, o piso ideal da corrida é a terra batida ou grama, já que essas superfícies absorvem parte do impacto. O asfalto, segundo ele, deve ser evitado. E quanto a correr na areia da praia? "Se for uma areia compactada será igual a superfície de terra. Mas a fofa exige mais da musculatura e não deve ser indicada para quem está começando ou já tem alguma lesão no joelho e em outras articulações", explica a atleta Cris Carvalho. Outro terreno perigoso é a praia com inclinação, porque, nesse caso, podem ser provocados desgastes desproporcionais, como a concentração do esforço e do impacto em apenas uma das pernas. <br /><br />3. Observe sempre o clima e a temperatura <br />A atenção deve ser redobrada nos dias frios, pois a musculatura tende a ficar mais contraída, e, conseqüentemente, são maiores as chances de lesões. Nas baixas temperaturas, a dica do ortopedista Ricardo Cury é caprichar no alongamento e aquecimento - antes e depois da corrida. Se o frio é perigoso, o alto verão também é. Prefira o início da manhã ou o final da tarde para praticar os exercícios ao ar livre. Essa cautela deve ser tomada para diminuir o desgaste. <br /><br />4. Prepare seu corpo <br />Cuidado: se a sua musculatura estiver fraca, como resultado de anos de sedentarismo, é importante fortalecê-la, paralelamente aos treinos de corrida, com exercícios localizados ou musculação. "Ao correr, o impacto de cada passo é absorvido pelo corpo. Se a pessoa não tiver uma massa muscular fortalecida, todo esse desgaste irá para os ossos e articulações", alerta a treinadora Cris Carvalho. <br />Para potencializar ainda mais o desempenho, além da musculação, o médico Ricardo Cury aconselha o investimento na propriocepção - ou seja, um conjunto de exercícios capazes de melhorar a capacidade de reconhecimento espacial e para ser feito com acompanhamento profissional, de um fisioterapeuta, por exemplo. <br />E, para quem não está em sintonia com a balança - e, portanto, causam maior impacto na corrida por conta do sobrepeso -, o ortopedista recomenda atividades aeróbicas de baixo impacto, como a hidroginástica, para perder alguns quilinhos antes de começar a correr. <br /><br />5. Na dúvida quanto às dores, procure um médico <br />A corrida é uma atividade de impacto que pode inflamar as articulações. Portanto, na dúvida quanto às dores e incômodos, o corredor deve procurar um médico. "Vale lembrar, porém, que na fase inicial são comuns dores musculares até 48 horas após o esforço físico", ressalta o ortopedista Cury. O especialista também defende a corrida e até o esforço que ela exige do corpo. "Pouco se fala que é justamente o impacto provocado por esse exercício que estimula a formação e o fortalecimento ósseo, diminuindo os riscos de doenças como a osteosporose", conta. <br /><br />6. Alimente-se melhor e descanse <br />Para que todo o esforço na corrida não seja em vão, a dieta precisa acompanhar seu novo ritmo. Caso contrário, junto com as calorias, serão gastos nutrientes importantes para o organismo. "O cansaço constante pode ser um alerta de deficiência nutricional", afirma a atleta Cris Carvalho. Para combater o problema, uma visita ao nutricionista pode ser necessária. <br />Além de comer bem, outra questão a ser considerada está relacionada à qualidade do sono. "Todo exercício promove pequenas lesões nos músculos, o que vale para surtir efeitos é o que vem com a recuperação. Por isso, alimentação e sono são tão importantes. Caso contrário, no lugar de ganhar, o atleta pode perder", explica Lucas Tessuti. <br />A hidratação também deve ser adequada. Segundo o ortopedista Ricardo Cury, é preciso beber água antes do exercício. Levar a garrafinha à tira-colo pode ser uma boa idéia, mas nada de ingerir líquidos exageradamente durante o treino: correr com a barriga estufada não é indicado. <br /><br />7. Escolha o tênis certo <br />A corrida é um esporte que requer pouco investimento: não é preciso montar equipes, nem procurar um local especializado para praticar. Bastam roupas confortáveis e um bom tênis. Portanto, atenção na escolha do calçado. Para o professor Lucas Tessuti, o solado deve ser o mais reto possível. "Tênis com o amortecedor em formato de bolhas, por exemplo, dificultam as passadas em terrenos irregulares, o que deixa o corredor mais propenso a lesões." <br /><br />Se você sentir dor a cada corrida, mesmo usando um tênis com amortecedor de boa qualidade, é o momento de recorrer a recursos normalmente buscados por atletas profissionais. Por meio de uma avaliação biomecânica em laboratório e até em algumas lojas especializadas em tênis para corrida, é diagnosticado precisamente o seu tipo de pisada: normal, pronada (para dentro) ou supinada (para fora). Existem tênis específicos indicados para cada situação. <br /><br />O ortopedista Ricardo Cury destaca mais um ponto essencial: o prazo de validade do calçado. "Para quem corre, por exemplo, três vezes na semana com uma intensidade moderada, o tênis dura de seis a, no máximo, nove meses", avisa. <br /><br />Fonte: www.terra.com.br - Redação Terra<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Dormir pouco torna o organismo presa fácil da gripe, diz estudo</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:10:29 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1832</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Dormir menos de oito horas por dia torna o organismo vítima fácil do vírus da gripe. Essa foi a conclusão de pesquisadores da Universidade Carnegie Melon, em trabalho publicado na revista "Archives of Internal Medicine" de 12 de janeiro. A quantidade e a qualidade do sono podem afetar o funcionamento do sistema imunológico, baixando as defesas do corpo. <br /><br />Um grupo de 150 voluntários saudáveis teve sua quantidade e qualidade de sono registrados durante 14 dias. Os especialistas consideraram o limite de 8 horas de sono como ideal. A qualidade do sono foi avaliada pelo tempo em que os participantes realmente estavam dormindo quando estavam repousando. <br /><br />Após os 14 dias os voluntários foram inoculados com o vírus da gripe através de gotas nasais contendo rinovírus. O mecanismo foi escolhido por replicar o que acontece no mundo real. Os sintomas de um quadro gripal típico apareceram em alguns dos participantes, como esperado. <br /><br />O cruzamento dos dados mostrou que existe uma relação direta entre o sono e a instalação dos quadros virais. Dormir sete horas ou menos por dia aumentou em quase três vezes a possibilidade da gripe se manifestar. Outro achado importante foi o de que a qualidade do sono também afeta a defesa orgânica. Perder 10% do tempo de qualidade do sono pode aumentar em mais de 5 vezes a chance de ficar gripado quando infectado. Segundo os pesquisadores, a produção de substâncias que regulam a resposta imunológica, chamadas de citocinas, fica comprometida pela falta de sono. <br /><br />Fonte: Matéria escrita por Luis Fernando Correia, médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN. Publicado no site Globo.com.<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Quem malha o corpo exercita o cérebro </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:08:17 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1831</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Antigamente acreditava-se que as pessoas nasciam com um número específico de neurônios, que morriam com o passar dos anos. Hoje a ciência revela que musculação aliada a atividades aeróbicas (caminhada, corrida, natação) é capaz de estimular a formação de novos neurônios, retardando o envelhecimento cerebral. <br /><br />Conforme pesquisadores do American College of Sports Medicine e da British Society for Nutricional Medicine, a atividade física estimula genes que regulam o cérebro. Além do aumento da oxigenação no órgão, o esforço induz a produção de novas mitocôndrias (célula responsável pela geração de energia), processo que incentiva a formação de neurônios. <br /><br />Em outras palavras, isso significa que, enquanto você está malhando o corpo, está exercitando também o cérebro. Quer um motivo melhor para se inscrever hoje mesmo naquela academia perto da sua casa? <br /><br />Fonte: Jornal O Globo, 14/09/2008.<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Frequência da atividade física </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:07:20 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1830</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A freqüência da atividade física diz respeito ao número de dias por semana que a pessoa se exercita. No caso específico de indivíduos com diabetes, recomenda-se o mínimo de três dias intercalados por semana, sendo o ideal todos os dias e, de preferência, no mesmo horário. As justificativas são: <br /><br />• Exercício aumenta a sensibilidade celular à insulina por dois ou três dias, especialmente útil nos diabéticos tipo 2. Após este período este fenômeno retorna aos índices anteriores;Nas pessoas com diabetes tipo 1 esta regularidade permite maior controle glicêmico, nos dias de atividade física ou não. Tanto para diminuição da massa gorda quanto para o aumento da massa muscular, o organismo necessita deste tempo mínimo de atividade. Menor freqüência por semana não possibilita resultados eficientes; <br />• Atividades realizadas esporadicamente favorecem descompensações glicêmicas, particularmente nos diabéticos tipo 1 e, conseqüentemente, dificuldade no manejo do medicamente, aumentando o risco de hipoglicemias e hiperglicemia; <br />• Os benefícios tardios, isto é, diminuição dos riscos de doenças coronarianas, diminuição da gordura corporal, melhora do sistema cardiovascular, entre outros, só começam a aparecer após três ou quatro semanas de atividade física ininterruptas com a freqüência prescrita. <br /><br />A palavra-chave é consistência. Exercícios físicos devem fazer parte do dia-a-dia da pessoa com diabetes, como alimentar-se adequadamente, respeitando horário e consumo calórico. <br /><br />Com relação ao horário para a prática da atividade física, alguns pontos devem ser considerados: <br /><br />Exercitar-se no horário de pico da insulina e/ou do hipoglicemiante oral aumenta a probabilidade de hipoglicemias durante o exercício. A variedade de terapias medicamentosas expõe o sujeito a diferentes horários de maior ação do medicamento, o que contribui a horários de maior ou menor possibilidade de ocorrência destas hipoglicemias durante ou após a atividade. Conversar com o médico responsável é a atitude coerente e mais adequada de estabelecer o melhor horário para exercitar-se; <br />Atividade física no final da tarde predispõe a pessoa com diabetes tipo 1 ou em uso de hipoglicemiantes orais à hipoglicemias durante a noite. <br /><br />Fonte: Site da Sociedade Brasileira de Diabetes<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Corrida contra o envelhecimento </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:59:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1829</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Estudo da Universidade de Stanford, na Califórnia, Estados Unidos, sugere que correr ou caminhar com regularidade retarda os efeitos do envelhecimento. Pesquisadores acompanharam durante 20 anos um grupo de 500 homens com idade mínima de 50 anos, que mantinham essa prática. A saúde deles foi comparada com a de outro grupo de não-corredores. <br /><br />O resultado é revelador: 34% dos participantes que não corriam morreram durante o estudo contra 15% dos que se exercitaram com freqüência. Embora os dois grupos tenham apresentado deficiências físicas ao longo do tempo, os que se exercitavam sofreram esses efeitos 16 anos mais tarde. O hábito da corrida foi associado à diminuição do batimento cardíaco e às mortes relacionadas com problemas arteriais, reduzindo, ainda, o número de mortes causadas por doenças neurológicas, câncer e infecções. <br /><br />A pesquisa, publicada na revista Archives of Internal Medicine, avaliou também os possíveis danos que o hábito de correr com freqüência poderia causar nos ossos, articulações etc. No entanto, não foram encontradas evidências de que os idosos corredores tinham mais chances de sofres com osteoporose ou problemas no joelho do que os não corredores. Segundo os cientistas, os benefícios da atividade física foram ainda maiores do que os esperados. <br /><br />Fonte: O Globo, 13/08/2008.<br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Você, o melhor investimento </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:57:28 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1828</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Chega de procurar pela melhor oportunidade no mercado financeiro. O ativo mais rentável pode estar bem mais próximo do que a maioria das pessoas imagina. Qual percentual da sua renda é investido em saúde e educação, ou seja, em você? <br /><br />A maioria das pessoas não sabe responder a essa pergunta, porque acredita que um plano de saúde ou mesmo o curso de pós-graduação é custo, e não investimento. No entanto, todos sabemos que os anos de escolaridade estão associados a maiores rendimentos e que o descuido com a saúde pode trazer danos à capacidade de gerar renda hoje ou amanhã. <br /><br />Se até mesmo os governos cumprem metas de investimento em educação, reservando um percentual do PIB para formar alunos, por que não podemos fazer o mesmo? Logo, o primeiro passo é consultar o orçamento e fazer os cálculos para saber o percentual aplicado em você ou na sua família. Se a soma dos gastos com telefonia ou automóvel, por exemplo, forem maiores que o percentual reservado para o capital humano, é hora de equilibrar a balança.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Coisas da pele</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:56:26 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1827</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Os especialistas da The Skin Cancer Foundation, organização mundial voltada para prevenção, detecção e tratamento do câncer de pele, recomendam que as pessoas parem de tomar sol de vez. O argumento não é novo, mas está cada vez mais ancorado em números e pesquisas: os raios ultravioleta causam câncer de pele, envelhecimento precoce e reproduzem a imunidade do organismo. “Deixar de se bronzear é tão importante quanto comer alimentos saudáveis, fazer exercícios, parar de fumar”, diz Perry Robins, presidente do The Skin Cancer Foundation. <br /><br />O que a Skin Cancer Foundation recomenda: <br />• Fique na sombra, especialmente entre as 10 da manhã e às 16 horas. <br />• Não se queime. <br />• Evite óleos e cremes para bronzear. <br />• Use protetor solar FPS 15 ou mais todos os dias. <br />• Aplique o protetor meia hora antes de sair de casa e o reaplique a cada duas horas. <br />• Ao se expor ao sol, use chapéu e óculos com bloqueador UV. <br />• Mantenha recém-nascidos longe do sol. Protetor solar deve ser usado em bebês a partir dos 6 meses. <br />• Faça um auto-exame de pele (dos pés à cabeça) todo mês. <br />• Vá ao dermatologista todo o ano fazer um exame completo de pele. <br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>A cor do cabelo quem escolhe é você </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:54:14 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1826</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[A cor do cabelo quem escolhe é você. Assim como também está em suas mãos a decisão de ter ou não filhos. Antigamente era importante casar e ter filhos para cumprir um papel previamente estabelecido por alguém que não pediu a sua opinião. Hoje as coisas estão bem diferentes. Cada vez mais o que vale é o que queremos para viver bem, nós é que criamos nossos próprios padrões. <br /><br />Flávia Marques Rosário, autora da pesquisa “Comportamento desviante e padrões estéticos: um estudo exploratório com mulheres que não pintam o cabelo”, diz que, para algumas mulheres no grupo das que não pintam os cabelos brancos, o uso da tintura é respeitado quando o que se busca é “brincar” com o visual, o “lúdico”. Diz Flávia que elas não são simplesmente contra o produto tintura, mas a maneira como ele é utilizado, o contexto social no qual se insere. <br /><br />Se assim é, nada de errado. Tudo o que é uma opção nos faz bem, o que não nos serve é o que é imposto como modelo a ser seguido. Definitivamente o que queremos é fazer nosso próprio modelo. <br /><br />Do livro Aposentada ficava a sua avó – um guia de independência financeira da Meninas Iradas!, Mara Luquet e Andrea Assef, Ed. Letras & Lucros, Saraiva.<br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Cuidar bem das finanças faz bem à saúde </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:49:43 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1824</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Correria, stress, má alimentação e vida sedentária. Muitos executivos levam a vida num ritmo acelerado e altamente perigoso para a saúde. Em geral, esses mesmos executivos não prestam atenção em suas finanças. <br /><br />O que muitos não sabem é que um planejamento financeiro bem feito pode garantir muito mais do que uma conta corrente no azul ou uma boa poupança para o futuro. Estar com a vida financeira em dia pode fazer toda a diferença na hora de atravessar problemas de saúde ou outros imprevistos. Isso porque, dependendo da situação, a família precisará se reestruturar, mudar seus padrões de vida ou se ajustar a uma nova realidade. É nessa hora que a organização financeira diminui os impactos e minimiza os danos sofridos. <br /><br />Além disso, manter as finanças em ordem contribui para que o profissional tenha mais tempo para se cuidar, estar com a família e praticar atividades físicas. É certo que o planejamento financeiro não protege contra acidentes e imprevistos, mas ajuda a transpô-los com mais serenidade. <br /><br />Fonte: Valor, Família S/A, <br /><br /><br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Vamos discutir a relação?</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:45:07 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1823</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Você é do tipo que odeia quando seu parceiro cisma em discutir a relação? E por mais que esteja magoado, quando ele pergunta o que você está sentindo, você finge que nada aconteceu? Atenção para o que dizem os pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA): discutir com o cônjuge é bom. <br /><br />Estudo publicado na revista científica Journal of Family Communication avaliou 192 casais ao longo de 17 anos e concluiu que aqueles que põem a raiva para fora vivem mais. Já os que ficam remoendo desaforos e não demonstram reação diante de críticas injustas têm maior probabilidade de sofrer um ataque do coração. Pronto para discutir a relação?<br />]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>O segredo da longevidade </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:38:29 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1822</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Estudo publicado pela revista Archives of Internal Medicine revelou que cinco tipos de comportamento masculino têm ligação direta com a longevidade e com a boa qualidade de vida. <br /><br />São eles: <br /><br />- Não fumar; <br />- Controlar a pressão; <br />- Controlar o peso; <br />- Evitar o diabetes; <br />- Praticar exercícios. <br /><br />A pesquisa, publicada em fevereiro, acompanhou 2.300 homens saudáveis por mais de 25 anos. Quando o estudo começou, em 1981, a idade média dos participantes era de 72 anos. Mas quem pretende viver muito não deve cuidar apenas da saúde física. É preciso dar atenção também à questão financeira. <br /><br />Aproveite os produtos da Icatu Seguros para ajudar você a manter seu padrão de vida no futuro. <br /><br />Fonte: New York Times, 19/02/2008.]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Por que eles vivem mais?</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:17:35 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1821</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Uma vida longa e saudável. Esse, que é dos mais antigos sonhos dos homens, parece ter se tornado realidade em alguns lugares do planeta. Pesquisa realizada pela National Geographic Society em parceria com a Universidade de Minnesota (EUA) revelou as comunidades onde vive-se mais no mundo: Okinawa, no Japão; Ilha da Sardenha, na Itália; Loma Linda, na Califórnia; e Península de Nicoya, na Costa Rica. 
A pesquisa destaca a importância do convívio social para a longevidade e reforça a tese de que, para envelhecer com saúde, é preciso evitar a solidão. <br /><br />As quatro regiões têm uma quantidade surpreendente de habitantes com 100 anos ou mais. Em Okinawa, por exemplo, existe uma média de cinqüenta centenários para cada 100.000 pessoas, mais que o dobro do que se verifica entre a população dos Estados Unidos. <br /><br />Pontos em comum entre as comunidades: <br /><br />- A alimentação tem por base cereais, legumes, verduras e frutas; <br /><br />- Os habitantes comem pequenas porções de comida nas refeições, mas várias vezes ao dia; <br /><br />- Mantêm-se fisicamente ativos, com caminhadas e trabalhos no jardim; <br /><br />- Desenvolvem o convívio social e olham a vida de forma positiva; <br /><br />- Aprenderam a controlar a ansiedade.]]></description>
    </item>
      <item>
      <title>Musculação pode rejuvenescer </title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:16:33 -0300</pubDate>
      <link>http://www.felicidadeinternabruta.com.br/materias_integra.php?areaid=1820</link>
      <category>Matérias</category>
      <description><![CDATA[Há muito tempo, sabe-se que os exercícios de força e resistência estimulam e fortalecem os músculos. Mas, segundo uma pesquisa divulgada na revista científica digital PloS One, praticar musculação duas vezes por semana pode rejuvenescer os músculos, até mesmo os de idosos. Os pesquisadores afirmam que a perda de massa muscular, iniciada aos 35 anos de idade, não é um processo totalmente irreversível.<br /><br />Análises de tecidos musculares mostraram que, após a musculação, as estruturas responsáveis pela energia das células (mitocôndrias) das pessoas de 65 anos haviam-se tornado tão ativas quanto as de jovens de 20.<br /><br />O estudo constatou também que, antes do início do programa de musculação, as pessoas de 65 anos eram 59% mais fracas que as do grupo jovem. Após seis meses de atividade, o percentual caiu para 38%. Ainda segundo os autores, para alcançar os resultados esperados, é preciso praticar a atividade regularmente.]]></description>
    </item>
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